sábado, 31 de outubro de 2020

Geraldo Bernardes: uma vida dedicada ao judô e ao olimpismo do Brasil

 
Aos 76 anos, o sensei Geraldo Bernardes já experimentou momentos excepcionais no esporte. Como técnico da seleção brasileira de judô, acompanhou de perto a história sendo escrita quando viu Aurélio Miguel conquistar o primeiro ouro olímpico da modalidade nos Jogos de Seul 1988. Depois disso, esteve ao lado de Rogério Sampaio no ouro em Barcelona 1992, guiou novamente Aurélio Miguel, juntamente com Henrique Guimarães, rumo ao bronze em Atlanta 1996, e, finalmente, fechou sua caminhada olímpica em Sydney 2000 com as pratas de Thiago Camilo e Carlos Honorato.


Encerrados as Olimpíadas na Austrália, uma mudança de rumo na política da Confederação Brasileira de Judô foi responsável por alterar o curso da vida de Geraldo Bernardes. Retirado dos trabalhos na seleção brasileira, ele se viu obrigado a se reinventar. Foi o início de uma nova estrada que culminaria, em 2003, na fundação do Instituto Reação, um projeto criado por Geraldo Bernardes, pelo judoca Flávio Canto, atleta formado por Geraldo, e amigos no Rio de Janeiro. O Reação atende atualmente a cerca de 1600 crianças, adolescentes e jovens a partir de 4 anos, beneficiados em seis polos de comunidades no Rio de Janeiro.

Um ano depois do nascimento do Instituto Reação, Geraldo Bernardes viu Flávio Canto chegar ao bronze nos Jogos de Atenas 2004 e, no ápice de suas emoções, acompanhou a carioca Rafaela Silva conquistar o ouro no Rio 2016.

"Ela veio de uma comunidade muito pobre e eu vi desde o primeiro momento que eu tinha um diamante bruto na minha mão e que esse diamante deveria ser lapidado. Falei para ela que um dia eu a colocaria na seleção brasileira e foi o que aconteceu. Rafaela foi campeã mundial (no Rio de Janeiro, em 2013) e depois se tornou a primeira atleta campeã mundial e campeã olímpica do judô brasileiro, na Rio 2016. Isso para mim foi uma emoção muito grande, além das emoções que eu já tinha tido antes com o Flávio Canto sendo medalhista de bronze em Atenas", prossegue o treinador."Eu saí da seleção em Sydney e, depois disso, fundei o Instituto Reação, juntamente com o Flávio Canto. Aos 8 anos, a Rafaela apareceu para fazer judô", recorda Geraldo, referindo-se à menina da Cidade de Deus que tinha uma garra incomum.

A vida dedicada ao judô e o trabalho vitorioso com os atletas brasileiros renderam a Geraldo, no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro, uma homenagem no Prêmio Brasil Olímpico, promovido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Ele recebeu o Troféu COI Olimpismo em Ação, destinado a pessoas que tenham promovido a atividade física, a educação e o desenvolvimento por meio do esporte, a igualdade de gêneros, o esporte a serviço da humanidade e a ajuda aos refugiados por meio do esporte.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra.

Por: RedeDoEsporte


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

São Paulo: Alunos do IMECAM e do Judô Messias passam a contar com vídeo treinamento


A alta tecnologia é uma aliada na performance dos atletas não só de judô mas como qualquer outro esporte. E pensando nisso, agora os atletas do IMECAM e do Judô Messias passam a contar também com análise biomecânica de movimentos através de softwares específicos. 

As técnicas são filmadas e comentadas por áudio pelos técnicos com observações e marcações na própria imagem. 

O vídeo é enviado ao atleta que terá material de estudo e consulta fora do tatame além de acompanhar a sua evolução técnica. O material é utilizado em análises específicas na plataforma Athleteanalyzer.

Por: Maurício Neves - IMECAM


Projeto Judô Social produz vídeos sobre a história do judô olímpico


Apesar de o Governo do Estado de São Paulo ter colocado a cidade de São Paulo na fase verde do Plano SP, a prefeitura local ainda não autorizou a volta permanente das aulas nas escolas municipais. Apenas as aulas de atividades extracurriculares são presenciais desde o dia 07 de outubro.

Em reunião interna, a coordenação da EMEI Leila Maria Fonteles Faria decidiu que por enquanto não voltam presencialmente as aulas de judô. Sendo assim, a prática esportiva do Projeto Judô Social continua sendo de modo remoto e on-line através do envio de vídeos nos grupos de pais no whatsapp e também no facebook oficial da escola.

 

Os professores Roberto e Júlia tem desenvolvido conteúdo específico para que os alunos não percam a motivação e se mantenham ativos neste período de quarentena. Na última semana eles produziram conteúdo relacionado ao Dia Internacional do Judô, comemorado em 28 de outubro e também sobre a história do judô olímpico.

 

“Ainda não há data para retorno. Na última semana fomos para a escola realizar o teste sorológico que a prefeitura de São Paulo está fazendo na rede pública de ensino. Estamos no aguardo do resultado. Esse teste é essencial para mapear como estão funcionários e professores da rede estadual com relação à COVID-19”, contou o professor Roberto. 


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CBJ divulga a nova Comissão de Atletas de Judô Eletiva


A Confederação Brasileira de Judô tem uma nova Comissão de Atletas eleita por voto direto dos atletas em pleito realizado nos dias 27 e 28 de outubro. Ao todo, 756 judocas brasileiros foram às urnas por meio da plataforma digital independente “Elejaonline” e escolheram 27 representantes para formar a Comissão de Atletas de Judô Eletiva (Caje). O grupo representará a classe dos atletas, com direito a voto, no próximo processo eleitoral dos poderes da CBJ. 

Na eleição dos atletas, cada estado mais o Distrito Federal escolheu um representante, com exceção do Acre, que não inscreveu nenhum candidato. Em seguida, os atletas escolheram um representante medalhista olímpico.  

“Esse processo eleitoral foi organizado pelo Conselho de Administração da CBJ, que redigiu o Regimento eleitoral aprovado em Assembleia em março de 2020, e conduzido pelo Conselho de Ética e pela Comissão Eleitoral, fazendo deste, um dos processos mais democráticos dos quais já tivemos o prazer de participar dentro da nossa entidade”, frisou o presidente da CBJ, Silvio Acácio Borges

Números gerais 

Dos 756 atletas que participaram da eleição para os representantes dos estados, 132 vieram de São Paulo, estado que apresentou o maior número de eleitores, seguido pelo Pará, com 111 atletas votantes. Desse total de 756 votos, 10 foram votos em branco e 8 foram nulos.  

Já a escolha do representante medalhista olímpico teve 718 votos computados. A mais votada foi a medalhista de bronze em Pequim 2008, Ketleyn Quadros, que recebeu 465 votos. O segundo mais votado foi Carlos Honorato (prata em Sydney), com 135 votos. Luiz Onmura (bronze em Los Angeles 1984) obteve 60 votos e Henrique Guimarães (bronze em Atlanta 1996) recebeu 30 votos. Votos em branco foram 12 e nulos foram 16.  

Chama a atenção também o equilíbrio na divisão por gênero entre os eleitos. Dos 27 integrantes, 12 são mulheres e 15 são homens. 

A média de idade da nova Comissão de Atletas da CBJ ficou em 26 anos. Os mais jovens são os atletas Felipe Morra Ornelas Lopes (Pernambuco), Priscila Vithória Lima Vieira (Roraima) e Maria Eduarda Pereira Hardman (Tocantins), todos com 18 anos. O atleta mais velho eleito para a Caje foi Marcio Flavio Andrea Pereira, do Mato Grosso do Sul, com 41 anos.  

Além de Ketleyn, a Caje terá outros três medalhistas olímpicos: Sarah Menezes, que venceu a disputa pelo representante do Rio de Janeiro; Felipe Kitadai, que ganhou no Rio Grande do Sul; e Rafael Silva “Baby”, vitorioso em São Paulo. 

Clique aqui e confira a lista completa dos atletas eleitos e que representarão seus estados.

Por: Assessoria de Imprensa da CBJ




IMECAM divulga criação do "Projeto Judô Escolar" em cerimônia que homenageou Messias Rodarte Correia

Maurício Neves, Toninho Paiva e Milton Correa

29 de Outubro de 2020, um ano atípico, mas como todos os anos,  professores, alunos e amigos próximos não poderiam deixar de se reunir para prestar homenagem póstuma aos 95 anos do Sensei Messias Rodarte Correa, e também comemorar o dia Mundial do Judô.

Seguindo o protocolo de higienização e proteção do plano de combate a covid, ocupação de 30% da capacidade máxima do dojô, que comporta  130 pessoas, aferição da temperatura corporal, álcool em gel na entrada, utilização de luvas químicas por todos os atletas, pulverização de detergente anti covid em todos os judoguis. E duplas fixas, atletas que estavam treinando juntos há 4 semanas, ou vem da mesma família.


Foi então possível através de um treinamento adaptado mas descontraído celebrar tão importante data para tão tradicional academia em atividade no Brasil há quase 72 anos.

Dentre as autoridades presentes, estiveram o jornalista, ator, assessor político, ferrenho defensor da causa animal e vice-presidente da FPJ, Sr. José Jantália e o vereador Toninho Paiva, um parceiro e amigo desta entidade por longa data.

Vale destacar que o jornalista Jantália realizou simultaneamente a abertura de um outro evento que acontecia em Ribeirão Preto, via online. Um mestre de cerimônia "multi tarefa" na acepção da palavra, sempre solícito e prestativo atendendo da melhor forma quando possível!

Marcelo Borges, Milton Correa e José Jantália

Jantália foi o responsável pela abertura da cerimônia, enaltecendo a importância do Sensei Messias, no desenvolvimento do Judô Paulista e Nacional. Na sequência o vereador Toninho Paiva, fez uso da palavra, também relembrando os altos serviços prestados pelo Sensei Messias e Associação de Judô Messias, a sociedade, e principalmente a Zona Leste de São Paulo.

A oportunidade também se anunciou os projetos previstos para as instalações da Rua Aracati, que serão gerenciados pelo Instituto Messias, O IMECAM,  um desejo do mestre em ter uma vertente da Associação com foco no fomento do judô na região.

Além da apresentação oficial do IMECAM para os presentes, foi mencionado a criação do inovador "Projeto Futuro Escolar" que vai fomentar o judô nas escolas públicas da região com apoio do Vereador Toninho Paiva e a iniciativa privada.

Que venha 2021, com a promessa de ser um ano muito proveitoso para a Associação de Judô Messias agora com a parceria do Instituto Messias, o IMECAM.

Por: Maurício Neves - IMECAM.


quarta-feira, 28 de outubro de 2020

FIJ: Mais fortes juntos, é como respirar


'Oi como você está?' Um beijo em cada bochecha. Com algumas que realmente sentimos falta, um abraço, vários segundos de contato corporal, de paz e um espaço preenchido pela compreensão, ao invés de palavras interpretáveis.

O contato humano é essencial; para o judoca, o contato humano faz parte da vida tanto quanto comer e dormir. Nós nos tocamos todos os dias e com uma permissão, aceitação e generosidade que dá aos outros humanos a oportunidade de se aprimorarem, tendo nosso corpo como seu recurso. Nós o vestimos para que nossos adversários possam praticar e o mantemos limpo, de acordo com as demandas do nosso esporte e com nossas filosofias. 

“O toque é verdadeiramente fundamental para a comunicação humana, união e saúde.” ~ Keltner, 2010, cientista e pesquisador.

Para o judoca, a transferência para nossas vidas normais inclui esse contato físico. Somos pessoas táteis que podem traduzir emoções ao mais leve toque. Sabemos instintivamente se as mãos pertencem a uma pessoa boa ou a um intruso em nosso espaço. Essa análise se tornou parte de nosso conjunto de habilidades e agora é para sempre. Depois de ter isso, você tem. 

“O toque pode transmitir toda uma gama de emoções: segurança, empatia, conforto, amor, compaixão e tristeza. Podemos identificar diferentes emoções por meio do toque tão eficazmente quanto o fazemos por meio de pistas faciais. ” Gordon, 2019, psicólogo clínico.

Esses últimos meses de separação forçada teriam sido inimagináveis ​​para o nosso eu anterior. 'Você deve passar os próximos 8 meses evitando confortar familiares doentes, entendendo não ser convidado para o casamento do seu amigo, tomando medidas para não passar por pessoas no transporte público, não tagarelar com o seu vizinho quando você tira as lixeiras semanais. Sem toque, sem contato, absolutamente nenhum! ' 

Não teríamos concordado com isso, não poderíamos. No entanto, aqui estamos. Fomos feitos para calcular a enormidade que todas as comunidades enfrentaram e continuam enfrentando. Abandonamos nossa necessidade humana de segurança física e começamos a aprender a nos afastar das pessoas que amamos, pela melhor das razões; para preservar a vida.

Quanto tempo poderíamos viver assim, sozinhos? “Nós, humanos, não devemos viver isolados - está provado que a solidão causa sérias repercussões, levando à doença.” Lamothe, 2018, jornalista. 

Em meio a tudo o que foi suportado e ao grande custo da separação, ainda está o nosso esporte e sua centralidade fundamental de união. Então, descobrimos novas maneiras. Eles não são ideais, não são perfeitos, mas nos oferecem pequenos passos em direção à felicidade da união que desejamos. O treinamento mudou, mas o treinamento continua mesmo assim. A comunicação mudou, mas a comunicação continua.

Aprendemos a tolerar os diversos mecanismos que empregamos para ter sucesso todos os dias e nos tornamos mais eloquentes sobre os muitos estágios de luto e esperança que nossos semelhantes percorrem. Existem verdadeiras vantagens para esta imobilização global. Nossa imobilidade se tornou nossa força e nos tornamos uma força-tarefa digital única e unida contra as doenças, tanto físicas quanto mentais. Já houve um tempo em que toda a raça humana lutou por uma única causa?

Vemos o surgimento de protocolos e as inúmeras regras que devemos seguir. O vírus nos segue, mas a distância está se tornando maior à medida que nos afastamos de seus ganchos. Não procuramos mais esconder-se dele, mas sim enfrentá-lo, deixá-lo viver um pouco entre nós, mas fazendo-o como fez conosco, privando-o do contato de que necessita para sobreviver. Está sendo provocado por nossa quase união.

Na Hungria, colocamos nosso esporte em jogo e fornecemos a plataforma para alguns passos de bebê em direção ao nosso antigo contato humano. Foi estranho e tenso, mas também um evento cheio de felicidade e alívio.

Amandine Buchard (FRA) estava quieta, em paz após sua vitória, “Fiquei muito feliz em ver meus amigos internacionais novamente. Foi como respirar. ” 

Houve um espetáculo. Podíamos sentir o rangido enferrujado das engrenagens organizadoras conforme as engrenagens eram lubrificadas de volta à vida, jogando fora os calços colocados sob nossas rodas. De todos os países em todos os continentes, os judocas sintonizaram e viram seus heróis. Os melhores do judô haviam se preparado e testado e estavam livres para lutar no cenário mundial novamente.

Nossos passos de bebê significam ainda nenhum contato supérfluo. É difícil, mas está tudo bem. “Existem regras para nos impedir de nos abraçar. Não temos contato cara a cara há muito tempo e deve ser natural abraçar. Não podemos. Podemos ficar por perto e olhar através de nossas máscaras. É um passo. É difícil, mas vamos fazer isso para que possamos eventualmente nos abraçar, uma vez que tenhamos vencido nesta situação. ” Maria Portela ficou muito feliz em ver seus amigos, mas culturalmente esses comportamentos de não contato são estranhos.

“Um tapinha nas costas, uma carícia no braço - esses são gestos incidentais do dia a dia que geralmente consideramos naturais, graças às nossas mãos incrivelmente hábeis. Mas depois de passar anos imerso na ciência do toque, posso dizer que eles são muito mais profundos do que normalmente pensamos: eles são a nossa principal linguagem de compaixão e um meio principal para espalhar a compaixão. ” ~ Keltner, 2010

Alain Aprahamian (URU) nos disse: “É incrível fazer parte da família mundial do judô. O que procuro expressar e representar com a vida no judô é que a alegria vem das parcerias e amizades que existem no nosso esporte. Como estou competindo sozinho aqui estou fazendo meus últimos treinos em uma 'bolha' com a Venezuela. Para mim, a amizade não está apenas no tatame, ela continua depois de dizermos 'rei' no final da competição. ”

Alain está certo! O Grand Slam da Hungria foi mais do que um passo de bebê, foi um salto gigante, coordenado e de tirar o fôlego para um futuro que exigimos, onde podemos abraçar nossa família, sejam eles parentes por sangue ou por esporte. Sabemos, mais profundamente do que nunca, que sempre seremos #Forte Juntos.

Por: Jo Crowley - Federação Internacional de Judô


Japão faz doação para judô cubano


A embaixada do Japão em Cuba entregou hoje, por meio da Inder, uma doação de 100 judoguis para apoiar a prática do judô no país.

As peças, enviadas pela JUDOs, associação japonesa sem fins lucrativos, foram entregues ao Sports City Coliseum pelo embaixador do país na ilha, Kazuhiro Fujimura.

Os JUDOs, liderados pelo Mestre Kosei Inoue, campeão olímpico em Sydney 2000 e técnico da seleção japonesa, ofereceram esses artigos em benefício da Federação Cubana de Judô (FCJ) e do Hiroshima Dojo, de Santiago de Cuba, em partes iguais.

Do lado cubano, foram recebidos por Ariel Sainz, vice-presidente do Inder; Rafael Manso, presidente da FCJ e comissário nacional; além de dirigentes desse esporte na capital.

No ato simples, mas emocionante, Sainz destacou os laços históricos de amizade entre Cuba e o Japão, e fez com que o judô continue servindo como uma ponte para fortalecê-los cada vez mais.

Assegurou que os judoguis recebidos beneficiarão em breve os atletas cubanos, ao mesmo tempo que agradeceu à embaixada do Japão por esta colaboração, especialmente no âmbito da COVID-19, bem como pela solidariedade sempre estendida pelo povo e governo da nação asiática.

Fujimura agradeceu a recepção na sede da Inder e o valor atribuído a esta doação dos JUDOs e da Mestra Inoue Kosei.

Assegurou que apoiar e divulgar o judô em Cuba é missão de sua embaixada. Ele também reconheceu que os cubanos desenvolveram muito bem o espírito desta arte marcial e aumentaram seu nível.

«Em março passado tive um encontro pessoal com Mestre Inoue em Tóquio. Pediu-me que transmitisse aos cubanos o desejo de que estes judoguis contribuam para um maior gozo desta disciplina e que todos os atletas se sintam campeões ”, disse o ilustre visitante.

Ele também espera que, apesar da pandemia, os judocas da ilha possam se preparar e compartilhar medalhas com seus rivais japoneses nas Olimpíadas de Tóquio no próximo ano.       

Manso agradeceu a entrega em nome do FCJ e da grande família deste esporte no país. Minutos antes, ele entregara ao embaixador o selo do Judô pela Paz.

Antes do evento, em um diálogo formal, Sainz e Fujimura trocaram ideias sobre os preparativos para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio, processo conduzido por uma disciplina meticulosa e que coloca a segurança de seus participantes em primeiro lugar.

Gisleydi Sosa, diretor de relações internacionais da Inder; e José Cedeño, diretor geral de esportes de toda a organização.

Por: Cuba SI


Quinta, imperdível. Maratona de três lives com o incansável Motta.

 

Nesta quinta, teremos dose tripla de lives com o Presidente do Instituto Camaradas Incansáveis (ICI) , o  cada vez mais incansável, Rodrigo Motta. A maratona de lives terá início às 17h com a continuação da série Jornadas Heroicas onde conversará com o consultor e professor Laerte Ferraz, com o assunto Estratégia. @rodrigo.guimaraesmotta

Logo em seguida, emendará uma live sobre o pilar do ICI, Mente de Campeão, com a faixa preta Olivia Cristina. @rodrigo.guimaraesmotta

E fechando essa maratona, às 20h, Motta conversará com Evaristo Tito sobre Esportismo, no Groselha Aleatória. @evaristo_tito.

O ICI faz parte da equipe de sponsors do boletim OSOTOGARI.

Por: Boletim OSOTOGARI




Nossa comemoração ao dia do judô será com os nossos medalhistas olímpicos!

Nossa comemoração ao Dia Mundial do Judô 2020 será relembrando o que consideramos um marco para o Boletim OSOTOGARI. Estávamos na hora certa, no lugar certo. Eternizamos esse momento.

Randori descontraído dos atletas olímpicos Aurélio Miguel, Rogério Sampaio, Douglas Vieira, Sarah Menezes e Maria Suelen Altheman, durante um intervalo ocorrido no evento "A Cidade do Judô", em 21 de maio de 2016, em Ribeirão Preto. Captura de imagens e edição de Gabriel Galvão Monteiro.

Parabéns Judocas. Mantenham se íntegros, honestos e com bom caráter!

Por: boletim OSOTOGARI




A 300 dias dos Jogos de Tóquio, saiba quais brasileiros e os tipos de deficiência que conquistaram mais medalhas na história


A exatos 300 dias dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, que foram adiados para 2021 devido à pandemia do Covid-19, a expectativa de mais uma grande participação da delegação brasileira no maior evento paradesportivo do planeta só aumenta. A cerimônia de abertura está agendada para o dia 24 de agosto de 2021 (Confira aqui o novo calendário esportivo da competição).

Nos Jogos de Tóquio, cerca de 230 atletas representarão o Brasil, sendo 150 homens e 80 mulheres, aproximadamente. Até este momento, o país possui vaga garantida em 14 modalidades: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, hipismo, futebol de 5, goalball (feminino e masculino), natação, remo, parataekwondo, tiro esportivo, tiro com arco, tênis de mesa e vôlei sentado (feminino e masculino).

O Brasil encerrou a última edição dos Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro, em oitavo lugar e consagrou o maior nadador paralímpico masculino do mundo, Daniel Dias. E, ao longo da participação brasileira em Jogos, outros multimedalhistas se destacaram e alguns continuam na briga por medalhas na capital japonesa.

De acordo com levantamento do departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), das 301 medalhas vencidas pelo Brasil na principal competição do esporte paralímpico, 113 (ou 37,5%) pertencem a 10 atletas, entre alguns já aposentados e outros ainda em atividade.

Maior referência atual da natação brasileira paralímpica, Daniel Dias (classe S5) é o atleta com mais pódios na história do Brasil, com 24 medalhas em apenas três edições dos Jogos, sendo 14 de ouro, sete de prata e três de bronze. Apenas em Londres 2012, quando foi porta-bandeira da delegação, foram seis medalhas de ouro nas seis provas individuais disputadas, o que também fez o nadador ser o principal atleta do país com maior quantidade de "pódios dourados".

A natação também conta com outros dois grandes nomes que marcaram época enquanto estavam em atividade e que também entraram para a história do Brasil. Os já aposentados André Brasil (S10) e Clodoaldo Silva (S5) são o segundo e terceiro maiores medalhistas do país em Jogos, respectivamente. Já o pernambucano Phelipe Rodrigues (S10) acumula sete medalhas, sendo cinco de prata e duas de bronze, sendo um dos destaques da natação brasileira atual na busca por aumentar a coleção de láureas paralímpicas.

Ele e Daniel Dias são os únicos atletas, entre os 10 principais medalhistas do país na história dos Jogos, que ainda estão em atividade. Porém, em Tóquio, o Brasil pode ganhar novos nomes neste ranking. Os velocistas Felipe Gomes, com seis medalhas entre os Jogos de Londres 2012 e Rio 2016, sendo duas de ouro, três pratas e um bronze, e Lucas Prado, com três ouros e duas pratas, são alguns dos atletas com chances de conseguir, assim como o judoca Antônio Tenório, que possui seis medalhas (quatro ouros, uma prata e um bronze) em Jogos.

O Brasil também conta com atletas de outras modalidades que, apesar de não figurarem entre os 10 maiores do país na história dos Jogos, se destacam pelas conquistas de medalhas de ouro e, com isso, se tornaram referência no Movimento Paralímpico. 

O judoca Antônio Tenório, com quatro ouros entre Atlanta 1996 e Pequim 2008, foi primeiro atleta brasileiro a conquistar o primeiro lugar no pódio em uma modalidade diferente do atletismo e da natação. Também conquistou um bronze em Londres 2012 e uma prata no Rio 2016. 

Com o mesmo número de medalhas douradas, Dirceu Pinto se destacou na bocha pela classe BC4, para atletas cadeirantes que não recebem assistência durante as partidas, ao ser campeão nas provas individuais e de duplas em Pequim 2008 e Londres 2012. No Rio 2016, voltou a subir ao pódio ao obter a prata nas duplas mistas. Faleceu neste ano, vítima de problemas cardíacos. 

Já o Futebol de 5, praticado por atletas deficientes visuais, colocou cinco jogadores na lista dos principais medalhistas de ouro. São eles: Damião Robson, Fábio Vasconcelos (ex-goleiro e atual técnico da Seleção), Jefinho, Ricardinho e Marquinhos. O Brasil é tetracampeão paralímpico na modalidade, com os títulos entre Atenas 2004 e Rio 2016. 

Em relação aos tipos de deficiência, os atletas brasileiros com deficiência física são maioria nos pódios, com mais da metade das medalhas conquistadas pelo país na história dos Jogos Paralímpicos.   

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br) 


Desempenho nas Olimpíadas de Tóquio gira em torno da liberação de Rafaela Silva


Nesta quarta-feira, dia 28 de outubro, é comemorado o Dia Mundial do Judô, em homenagem à data de nascimento de Jigoro Kano, o "pai" da modalidade. E o Brasil pode ser considerado uma das cinco maiores potências deste esporte, ao lado de Japão, França, Rússia e Coreia do Sul.

Mas, apesar do importante número de 22 medalhas olímpicas na história, a modalidade brasileira que mais vezes foi ao pódio, o momento não é exatamente positivo para a seleção nacional.

A projeção de desempenho para o Brasil nas Olimpíadas gira em torno de Rafaela Silva, atual campeã olímpica, que está suspensa por dois anos das competições por conta de um caso de doping. Ela está recorrendo na Corte Arbitral do Esportes(CAS) para reduzir a pena e poder competir em Tóquio. Com ela liberada, além da ótima chance de pódio em sua categoria, também aumentaria muito as chances de medalha por equipes.

Atualmente são cinco as chances claras de medalha do Brasil: Mayra Aguiar, Rafaela Silva, a competição por equipes, e os pesados, tanto no masculino como no feminino, que ainda não definiram os representantes, mas que têm nomes entre os melhores do ranking mundial.

Historicamente, quando um país chega com cinco boas chances de pódio, conquista entre duas e três medalhas, já que o judô é um dos esportes mais equilibrados do programa olímpico.

É claro que nas outras dez categorias o Brasil deve ter representantes e pode sim brigar pelo pódio. Mas nenhum desses nomes chegará como grande candidato, e sim brigando por fora pela medalha, como são os casos principalmente de Daniel Cargnin (7º do ranking), Larissa Pimenta (7ª) e Ketelyn Quadros (8ª);

Há números positivos no judô brasileiro atual. Por exemplo, só quatro países teriam classificados para as Olimpíadas nas 14 categorias, caso o ranking fosse fechado hoje, e o Brasil é um deles. Os outros são França, Japão e Rússia. Destes 14 nomes, sete estão entre os oito primeiros colocados do ranking e seriam cabeças de chave nas Olimpíadas, o que deixaria o sorteio teoricamente mais fácil.

Na última edição do Campeonato Mundial, o Brasil conquistou três medalhas, o quinto país que mais foi ao pódio, atrás de Japão, França, Holanda e Rússia.

A expectativa para as Olimpíadas gira muito em torno do resultado do caso Rafaela Silva. Se ela competir, imagino o Brasil conquistando três pódios. Sem ela, o país fica bem mais fraco também na competição por equipes, o que faz com que duas medalhas em Tóquio fique de ótimo tamanho.

Por: GloboEsporte


terça-feira, 27 de outubro de 2020

#Tenorio50: medalha em Tóquio pode abrir espaço a mais um ciclo


Após seis medalhas (quatro de ouro, uma de prata e uma de bronze) em seis edições de Jogos Paralímpicos, Antônio Tenório vai disputar a competição pela sétima vez em Tóquio, no ano que vem. Prestes a completar 50 anos de vida, neste sábado (24), o maior judoca de todos os tempos não descarta estar em atividade ao fim do próximo ciclo, em 2024, defendendo o Brasil em Paris.

"Muita gente queria me aposentar já lá em Pequim", disse o atleta, que participou nesta quinta (22) do "CBDV Ao Vivo", programa de entrevistas que a Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV) realiza em suas redes sociais. "E eu sempre brinquei muito, falava: 'Na próxima, eu paro', mas dentro de mim alguma coisa dizia para não parar."

+ CLIQUE AQUI para acompanhar o programa na íntegra.

O tetracampeão paralímpico revelou que sua participação em Tóquio dependia de uma condição: fechar 2019 entre os seis melhores da categoria (até 100 kg) no ranking mundial. Ficou em quarto, posição que mantém desde a última atualização da IBSA (sigla em inglês para International Blind Sports Association, a entidade que rege o esporte para deficientes visuais no mundo).

"Isso me credencia a trazer mais uma medalha para o Brasil. Se eu trouxer essa medalha, lógico que abre espaço para mais um ciclo. Aí vai depender muito de onde os dirigentes vão querer me colocar. Será que vão querer um senhorzinho de 54 anos acompanhando garotos de 18? Não sei. Mas será que minha experiência poderá contribuir para trazer novas medalhas ao Brasil? Essa é a pergunta que fica. Vou continuar como atleta até alguém chegar e falar 'olha, tá na hora de passar para o outro lado da mesa'", explica.

E, no caso de Tenório, estar do outro lado da mesa significará seguir trabalhando no alto rendimento: "Função administrativa não depende de mim. Tenho experiência de 40 anos em cima do tatame. Tenho certeza de que meu espaço está reservado, mas não sei em qual momento. Porque também quero realizar um trabalho de excelência. Se não for para isso, não adianta."

Gratidão pelas homenagens

Tenório agradeceu a CBDV pelas homenagens que vêm recebendo desde segunda-feira, quando diversas ações tiveram início no site e nas redes sociais da entidade com a hashtag #Tenorio50. As celebrações seguiram até o dia do seu aniversário, com a exibição do filme "B1 - Tenório em Pequim", que narra a trajetória do ouro em 2008.

E revelou que sua maior conquista não foi um título ou uma medalha: "Foram meus filhos. Esse momento é mágico e me encaminhou para ter mais juízo, ser mais centrado e almejar dentro do esporte o sustento deles e da minha família", afirmou o pai do Alex, de 32 anos, do Anderson, 31, do André, 19, e da Maria Eduarda, 12, a única com pinta de que poderá seguir os passos do pai: "A Maria tem o dom no judô, mas é iniciante, sem cobrança, sem peso. Eu não cobro, por mais resultado que eu tenho dentro do esporte, deixo ela livre para escolher o que quer".

Por: Comunicação CBDV


Judoca Luso Brasileira sofre ataque racista após Grand Slam de Budapeste


Mais um caso de racismo no esporte. A judoca brasileira  de 31 anos Rochele Nunes, que se naturalizou portuguesa e  que terminou em quinto no Grand Slam de Budapeste encerrado no último domingo (26),  divulgou um ataque racista recebido por mensagem privada em seu instagram.

"Sobre os haters, duas amigas que eu gosto muito me disseram que tudo o que eles querem e atenção e fama, algo que não vou dar além de um bom processo⚖️ RACISTAS NÃO PASSARÃO 🔥 O nosso foco é muito maior que isso !" disse Rochele em seu instagram.


A judoca, que dividia o protagonismo do peso pesado no Brasil com Beatriz Souza e Maria Suelen Altheman, foi criticada também por ter se naturalizado portuguesa neste ciclo olímpico de Tóquio e  fez um longo desabafo nas redes sociais. Veja abaixo na íntegra:


"Simplesmente parem com isso! Já não é a primeira vez e eu sempre tento  não ligar, mas hoje está sendo difícil! Pra C...!Eu não devia e nem queria vir aqui falar...mas cansei das pessoas me chamando de traidora, interesseira, ou a dizer que não tenho mérito para tais resultados...enfim, estou aqui para esclarecer (após mais de 2 anos) o motivo de minha mudança. Acredito que fiz uma das melhores escolhas pessoais e profissionais  na minha vida. Não tenho ódio, rancor e nem raiva do Brasil, muito pelo contrário. Tenho orgulho, admiração e sempre torço por todos, afinal graças ao apoio do Brasil eu estou onde estou. Quem é de fora não sabe o que nós atletas fazemos para chegar onde chegamos, então simplesmente parem de falar o que não sabem! As palavras ferem e hoje me feriram...Desculpe o desabafo! Mas acho que foi necessário, não interessa sua cor, nacionalidade, sexualidade ou que tiver que ser! Respeitem os atletas, as pessoas ou que tiver que ser respeitado em sua vida. ara aqueles que torcem por mim, minha gratidão, para os haters vão tomar no ...."


Rochele está muito perto de conseguir a vaga olímpica pelo país europeu (ela está em décimo primeiro no ranking mundial, sendo que as dezoito primeiras garantem vaga em Tóquio quando o ranking for fechado em maio).


Por: Surto Olímpico



Livro "Incansáveis": Amanhã tem live com o editor Daniel Pinsky


Obstáculos existem para deixar a vida mais emocionante. Não há adversário forte demais. Não há treino pesado demais. Sempre é possível mais: lutar mais, ganhar mais e, principalmente, e esforçar no limite. Muito além do limite.

Neste livro, o jornalista Sérgio Xavier Filho narra a trajetória de três judocas incansáveis, Rodrigo Motta, Bahjet Hayek e Cristian Cezário, que se uniram para formar o ICI (Instituto Camaradas Incansáveis).

Lançamento Oficial

O lançamento oficial do livro foi através de uma live com o incansável Motta, ontem, 26 de outubro.

Live dos cinco pilares:

Amanhã, a live será com o editor da Contexto, Daniel Pinsky.

Pré venda:
Editora Contexto. Vendas: nas melhores livrarias, com a própria editora e no ICI.

R$ 50,00 mais o frete;

Fale com o Motta: contato@icijudo.com.br ou rodrigo-motta@uol.com.br

O ICI faz parte da equipe de sponsosrs do boletim OSOTOGARI.

Por: Boletim OSOTOGARI






segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Governo de SP tem revés e discussão sobre tombamento do Ibirapuera é adiada.


O órgão estadual de São Paulo responsável pela preservação do patrimônio histórico adiou em pelo menos um mês a discussão sobre a abertura de um processo de tombamento do Complexo Esportivo do Ibirapuera, onde fica o maior ginásio da capital paulista. O debate foi pautado para a reunião de hoje (26) no Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), um dia antes do fim do período de consulta pública do edital para concessão do equipamento à iniciativa privada. O pedido de tombamento do complexo, que tem o nome oficial de Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, foi protocolado em novembro de 2017, quando o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou chamamento público para a concessão da área. A área técnica do Condephaat produziu um dossiê preliminar defendendo a abertura de um processo de tombamento, mas o item não havia sido ainda pautado.

Quando, desmontado o hospital de campanha montado no estádio Ícaro de Castro Mello, o governo paulista voltou a movimentar o processo de concessão, a questão do tombamento virou problema. Afinal, os interessados em construir uma arena no local temem que, depois de apresentarem suas propostas, o órgão de preservação do patrimônio decida pelo tombamento do complexo, inviabilizando as obras desejadas pelo governador João Doria (PSDB) Foi nesse contexto que o dossiê preliminar, finalizado ainda antes do início da pandemia, foi colocado na pauta da conturbada reunião de hoje, no penúltimo dia de consulta pública do edital. A simples abertura de processo de tombamento já proibiria qualquer intervenção arquitetônica no complexo. Apesar do pedido de vistas feito pelo arquiteto Renato Luiz Sobral Anelli, representante do Instituto de Arquitetos do Brasil, a reunião, realizada em teleconferência, teve diversos conselheiros opinando sobre o caso. Ao menos cinco expressaram verbalmente serem contra o tombamento, incluindo o relator, Pedro Taddei Neto, nomeado como profissional de notório saber em urbanismo. Com o pedido de vistas, são necessários mais pelo menos 30 dias para a discussão voltar à pauta.

Ao Olhar Olímpico, o governo do Estado disse que a falta de uma resposta sobre o tombamento não altera os planos de concessão. "Conforme já divulgado no cronograma da concessão, o lançamento do edital está previsto para dezembro deste ano. A discussão no Condephaat segue os trâmites normais. As deliberações do Condephaat não impedem a concessão, apenas estabelecem condições adicionais", comentou. Pelo projeto apresentado pelo governo, o estádio de atletismo Ícaro de Castro Mello e o ginásio Mauro Pinheiros seriam destruídos para darem lugar a uma arena multiuso para 20 mil pessoas. O velho ginásio do Ibirapuera seria transformado em um shopping center e o Parque Aquático, maior da cidade, com piscina olímpica e tanque para natação, daria lugar um prédio comercial com hotel. O terreno é da prefeitura e, ao ceder o uso ao Estado, há quase um século, o município colocou como exigência que seu uso fosse esportivo. Para atender essa exigência, o complexo teria, além da arena multiuso, três quadras poliesportivas abertas à população.


Paulínia: 20º Campeonato Interno de Kata Vitual - Trofeu Sensei Ana Maria Breda Daminelli 2020

 

O Judô Tradicional Família Mercival – The Eagle Off Paulínia, esta realizando o 20º Campeonato Interno de Kata, Troféu Sensei Ana Maria Breda Daminelli 2020, que teve inicio a sua etapa final, dia 12 de outubro, e a cada semana, acontece a final de um Kata, semana passada foi o Nage no Kata, já nesta sexta feira, foram estregues os vídeos do Itsutsu no Kata, e as avaliações, terminaram no sábado, e sogrou se Campeã Waywanna Pinheiro, Vice Campeã Emanuelle Camilo e Vice campeão, Yuri Jessé, empataram em todos os quesitos desempates, e o 3º lugar, Rafael Lima, Rafeal foi a surpresa, não era esperado nesse kata, mas sua apresentação, superou os outros seis finalistas. 

Confira o top 10, dos katas, entregues até o momento.

Itsutsu no Kata
Waywanna Pinheiro
Emanuelle Camilo
Yuri Jessé
Rafael Lima
Eduardo Santos
Andrey Souza
João Paulo Oliveira
Heloisa Cardoso
Larissa Maria de Sá
João Moura

Nage no Kata
Emanuella Camilo
Waywanna Pinheiro
Larissa Maria de Sá
João Paulo Oliveira
Andrey Souza
Heloisa Cardoso
Eduardo Santos
Mayrhá Lucato
João Moura
Rafael Lima

Por: Judô Tradicional Família Mercival – The Eagle Off Paulínia


CBJ convida todos para as comemorações do Dia do Judô. Confira!


No dia 28 de outubro, como todos os anos, celebraremos o Dia Mundial do Judô. Esta data foi escolhida por ser o aniversário do fundador do judô, Shihan Jigoro Kano. Todos os anos, um novo tema é escolhido para ilustrar os valores educacionais do nosso esporte. Em 2020, como todos fomos afetados pela crise de saúde global da Covid-19, é crucial mostrar que juntos somos mais fortes. 

Uma comunidade é a soma de muitas coisas, um conglomerado de ideais, princípios e, acima de tudo, pessoas. São indivíduos que se propõem e aceitam ficar juntos, para construir, avançar, evoluir, viver e morrer, sempre juntos. É o epílogo da grandeza da humanidade porque eles entendem que o grupo sempre será mais poderoso que a pessoa. 

‘Juntos Somos Mais Fortes’ é uma promessa de mostrar nosso compromisso em criar uma sociedade melhor. Respeitando os protocolos de segurança, necessários para evitar infecções, convidamos a todos vocês a participarem da comemoração do Dia Mundial do Judô. 

Queremos convocar todos os judocas, clubes, federações e fãs de judô para organizar uma ocasião ou um evento, relacionado ao tema, a fim de se ajudarem e se apoiarem. Você pode ajudar sua comunidade, limpar seu ambiente, coletar equipamentos, distribuir máscaras, a lista é interminável. 

Diga-nos o que ‘Juntos Somos Mais Fortes’ significa para você. 

Compartilhe suas ideias e projetos nas redes sociais usando #WorldJudoDay #StrongerTogether  

Todas as informações e elementos gráficos oficiais da FIJ estão disponíveis AQUI

Por: Assessoria de Imprensa da CBJ


FIJ: A Loteria da Vida

 

Não é fácil escrever sobre Saeid Mollaei sem se repetir. Todos conhecem a sua história, desde as lágrimas ao exílio, ao repúdio à terra onde nasceu. Portanto, a princípio duvidamos, mas foi o próprio Mollaei quem dissipou as dúvidas.

O agora judoca mongol abriu a porta e entrou na sala com um sorriso de orelha a orelha. Ele caminhou pela sala de aquecimento, feliz por estar em Budapeste, como se tivesse ganhado na loteria.

Mollaei não confia no acaso. Ele veio para a Hungria para medir a temperatura, para saber em primeira mão o nível de seus adversários e compará-lo com o seu. É o que toda a gente faz, mas no caso dele, ainda mais porque como nos explicou Mohammad Mansouri Kasvaei, o seu treinador, o seu aluno treina praticamente sozinho; ele não tem sparring e por isso é difícil melhorar.

O campeão mundial em 2018 mostrou coisas boas e chegou às semifinais, onde perdeu para o canadense Antoine Valois Fortier.

"Perdi, mas estou feliz", disse Mollaei. “O mais importante é ter participado deste primeiro torneio. Todos queríamos vir porque já faz muitos meses sem competir. Este é o primeiro passo na direção certa."

Mollaei olhou para todos os lados e percebeu os detalhes. Era como se ele quisesse ter certeza de que não estava sonhando. "Eu me sinto bem, relaxado." Dava para ver que ele estava se divertindo, absorvendo o clima de um grand slam, mas teve que colocar seu judogi para uma última luta, em busca da medalha de bronze.

O mongol ganhou e antes de ir para o hotel veio se despedir de nós, com a medalha de bronze e um leão de pelúcia. Então ele soltou a bomba, "a medalha é para mim e o ursinho para o meu filho."

Saeid Mollai vai ser pai, é questão de semanas. Ele voltou a competir e está construindo uma família. Ele é o vencedor claro da loteria da vida e isso não tem preço.

Por: Pedro Lasuen - Federação Internacional de Judô

Jornadas Heroicas: Amanhã tem live dupla. Confira.

 

Nesta terça-feira, 27 de outubro, duas lives serão realizadas pelo ICI, uma na série Jornadas Heroicas e em seguida mais um pilar do ICI no lançamento do livro Incansáveis.

Não perca. A partir das 17h, no instagram do Motta: @rodrigo.guimaraesmotta

Por: Boletim OSOTOGARI



domingo, 25 de outubro de 2020

Time Brasil começa a utilizar o Athlete Analyzer Multi Sports. Pioneirismo para busca de performance e resultados.


A Athlete Analyzer lançou recentemente a versão Multi Sports. A nova plataforma poderá ser utilizada por modalidades esportivas variadas, no controle da carga de treinamento, preparação física dos atletas, prevenção de lesão, e muitas outras finalidades que envolvam ganho e melhoria de performance. 

O novo sistema oferece a mesma alta tecnologia das versões atuais do Athlete Analyzer.

E o sistema já tem o primeiro utilizador de grande porte: o Time Brasil, que tem como planos utilizar a plataforma como apoio na preparação de boa parte dos atletas que irá aos Jogos Olímpicos de Tokyo 2021, e que não estão em outras versões da plataforma.

Por: Mauricio Neves - Athlete Analyzer Brasil


Conheça os candidatos do Pará para a Eleição da Comissão de Atletas da CBJ


A Comissão de Atletas de Judô Eletiva da CBJ terá seus membros definidos, por meio de eleição, nos dias 27 e 28 de outubro. Pará conta com dois candidatos para o pleito que elegerá um  representante dos atletas de cada um dos estados do País, mais o Distrito Federal.

A participação e inscrição de candidatos no processo eleitoral do CAJE-CBJ era opcional e todos os estados, com exceção do Acre, sem nenhum representante, inscreveram suas chapas.

Para ajudar os judocas de cada estado que tenha mais de um atleta concorrendo, o boletim OSOTOGARI apresentará os candidatos destes estados, para que todos os candidatos possam ser apresentados antes das eleições que terá início na próxima terça-feira(27) e seguirá até a quarta-feira (28).

Nesse post apresentaremos os candidatos do Pará, que conta com dois candidatos:

Ana Beatriz Oliveira Pinto

Ana tem 21 anos, compete na classe sênior, categoria ligeiro. Defende a Associação Veleiro de Judô da cidade de Belém.

Milton Rafael Ribeiro de Miranda

Milton tem 28 anos, compete na classe sênior, categoria médio. Defende o Instituto Federal do Pará da cidade de Belém

Esperamos ajudar os judocas do Pará na escolha do seu candidato nas eleições da Comissão de Atletas da CBJ.

Clique aqui e confira como será o processo de eleição da Comissão de Atletas na CBJ.

Por: Boletim OSOTOGARI







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