segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Aguaí sediou a 3ª Etapa da 6ª edição da Associação Desportiva Regional de Judô (ADR).

Professor Diego Buson ladeado pelos judoquinhas 

A 3ª Etapa do Judô da 6ª edição da Associação Desportiva Regional (ADR) foi realizada na cidade de Aguaí, neste sábado, 04 de dezembro de 2021. Evento foi uma realização da Prefeitura Municipal de Aguaí, uma das cidades fundadoras da ADR, com a organização do professor de judô aguaiense Diego Buson.


Nesta etapa participaram judocas das classes sub7, sub9, sub11 e sub 13, em formato de festival, vindos das cidades de Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Itapira, Aguaí, Amparo e Lindóia. O ginásio coberto do Centro de Esporte e Lazer do Trabalhador Aguaiano (CELTRA) foi o palco desta grande festa! Neste festival, assim como as etapas anteriores, todos os atletas receberam sua medalha e não houve cobrança de taxa de inscrição.


Dentre as cidades participantes, destaque para a cidade de Lindoia que vem realizando um excelente trabalho com a base da modalidade e que sediou a 2ª etapa da ADR. "Nosso agradecimento à Prefeitura Municipal de Lindoia que vem prestando total apoio ao Judô Lindoiano", disse o professor Gerardo Oscar Bribier, que prestigiou, e elogiou, o evento de Aguaí com seus alunos de 05 à 14 anos.

ADR
A Associação Desportiva Regional (ADR) foi criada em 2015, e passou a ter viés formal a partir de 2021, com a aprovação das atas de fundação e a eleição dos cargos diretivos.

As cidades tratadas como fundadoras da ADR são Mogi Mirim, Águas de Lindóia, Lindóia, Aguaí. Serra Negra, Artur Nogueira, Mogi Guaçu, Socorro, Santo Antônio de Posse, Pedreira, Amparo, Holambra e Engenheiro Coelho.

A associação tem entre as funções, promover competições, intercâmbio esportivo entre as cidades e capacitação e seminários ligados ao desporto.

Com a regularização do Estatuto da ADR, agora permite que a associação pleiteie verbas específicas do Governo Estadual e Governo Federal para fomento do esporte nos municípios associados.

Por: boletim OSOTOGARI


FIJ: Japão e os outros


Com ou sem uma pandemia, há coisas que não mudam. Agora que o World Judo Tour fechou as portas, enquanto uns descansam, fazemos as contas e fazemos em várias línguas, para respeitar a hierarquia. É por isso que começamos a aprender japonês.

Amandine Buchard (FRA) e Abe Uta (JPN)

Concentramo-nos no ouro porque é a medida de todas as coisas. Se falarmos do WJT, incluindo o Masters, mas deixando de lado os campeonatos mundiais, o Japão somou 28 títulos em dez torneios, incluindo quatro dos quais nem sequer participou. Ou seja, 28 ouros em seis torneios! Esse domínio foi praticamente absoluto nos grand slams de Tashkent (9), Paris (7) e Baku (5). Além disso, existe um equilíbrio entre mulheres e homens. Isso significa que, por mais um ano, o Japão continua sendo o melhor país do mundo em judô. Quando há judocas japoneses em torneios, há medalhas de ouro para eles e os demais já conhecem esse parâmetro. Tirar o Japão da soberania universal não parece possível por enquanto, mas é possível tentar reduzir a diferença. 

Ono Shohei (JPN) em judogi branco

Assim entendeu a França, o país que lembra o príncipe Charles da Inglaterra, eterno herdeiro do trono. A delegação francesa conquistou 14 medalhas de ouro. A diferença, além dos números, está no real desequilíbrio que existe entre as seleções femininas e masculinas. As mulheres francesas formam um formidável esquadrão que guia os japoneses e às vezes os ultrapassa. O mesmo não se pode dizer, longe disso, da seleção masculina, que vive um declínio inexorável, esperando que seus juniores dêem o último salto de qualidade para se estabelecer entre os melhores. 

A França está atrás da terceira maior do planeta, a Rússia, com duas medalhas de ouro a menos. A Rússia é como um submarino, aparece e desaparece quando quer, sem que ninguém saiba qual é a sua verdadeira missão. Às vezes é esperado e nunca chega e outras vezes vai ao encontro e ganha títulos como se fosse algo muito normal. É uma nação de judô com judocas excepcionais e já prepara a próxima geração de campeões, cujos primeiros resultados são promissores. 

Lasha Shavdatuashvili (GEO)

Esta é a dinastia que reinou por anos. Abaixo está a quadra e houve mudanças nas fileiras. Há países que perderam peso, grandes nomes do judô que não digeriram a pandemia, como Brasil e Coréia do Sul. Existem outros que permanecem entre os cinco primeiros contra todas as probabilidades, como a Geórgia e a Holanda. Há países com grande projeção, como Israel, Kosovo, Bélgica e Croácia, outros que reaparecem depois de uma longa viagem pelo deserto, como Alemanha e Grã-Bretanha, outros que vão e vêm como Itália e Espanha e finalmente, países com relativo sucesso que estão em pleno andamento, como Mongólia e Uzbequistão. Todos eles, de uma forma ou de outra, puderam aproveitar momentos específicos, mas o que isso significa é que a competição está mais forte do que nunca e tudo aponta para cima. Significa também que quem não está bem preparado ao longo do ano paga caro.  

Anna Maria Wagner (GER) em judogi azul e Madeleine Malonga (FRA)

Os campeonatos mundiais são a melhor radiografia para entender essa evolução. O Japão passou todos com 5 medalhas de ouro e um time B, como as grandes estrelas se prepararam para os Jogos. No entanto, naquela equipa mal nomeada B havia campeões mundiais. É a principal diferença entre o Japão e o resto, é o que define sua força. 

Muito atrás, França, Rússia, Geórgia, Espanha, Portugal, Canadá, Bélgica e Croácia obtiveram o ouro. À primeira vista pode parecer pouco, mas se olharmos de perto o resultado final reflete a tendência. O Japão domina com margem de manobra e atrás deles os candidatos ao trono se acumulam, caso o Japão um dia pise no freio. 

Abe Hifumi (JPN)

Podemos dizer o mesmo sobre os Jogos Olímpicos. O Japão estendeu seu domínio a níveis ainda desconhecidos, com 9 medalhas de ouro. Kosovo confirmou sua dinâmica ascendente com duas e França e Geórgia confirmaram seu status com uma medalha de ouro cada. O único grande que falhou desta vez foi a Rússia. 

Resta dizer que a África ainda está muito longe do topo, mas está progredindo. A América do Sul estagnou porque o Brasil não brilhou este ano. Os Estados Unidos estão tentando construir algo com Los Angeles 2028 em mente e o Canadá está com ótima saúde. Pelo que se viu em 2021, a Europa é o continente mais bem armado, mas o Japão é o suficiente para manter seu status de líder mundial do judô com mão de ferro. 

Fotos: Gabriela Sabau, Emanuele Di Feliciantonio e Lars Moeller Jensen


Araras: Alunos dos projetos sociais de judô nas escolas, são selecionados para treinar na Associação Marcos Mercadante de Judô


Em novembro, foi dado início a um novo ciclo de trabalho e formação da nova geração do Projeto Kimono de Ouro, onde trinta alunos do Projeto Judô Educação e Projeto Kimono de Ouro Social foram selecionados para treinar na Associação Mercadante, que é uma referência do judô nacional.

Esta iniciativa visa oportunizar crianças que estudam em escolas públicas em Araras, para integrar a equipe da Associação Mercadante e posteriormente o Projeto Kimono de Ouro, onde novos possíveis talentos serão modelados para uma próxima geração.


Esse tipo de ação social é tradição na Mercadante, onde jovens e crianças são oportunizados para integrar a equipe de judô ararense.

"Gostaria de parabenizar publicamente, todas as crianças selecionadas e também aos pais que se esforçam, apoiam e incentivam seus filhos a praticarem um esporte como o judô. Sabemos da nossa responsabilidade e comprometimento, com certeza serão formados cidadãos do bem, que enxergarão a vida com outras perspectivas que só o esporte pode oferecer, sejam bem-vindos”, disse o mestre kodansha Marcos Mercadante.

Por: Asssociação Mercadante de Araras

domingo, 5 de dezembro de 2021

Rio Grande do Sul: GN União conquista o Campeonato Estadual


O GN União sagrou-se campeão gaúcho de judô neste sábado. O título veio em grande estilo e garantiu ao clube de Porto Alegre o troféu do torneio que marcou a retomada quase normal das competições no Rio Grande do Sul. Ao longo do dia, cerca de 400 atletas passaram pelos tatames montados no ginásio Nelson Brancher, em Lajeado.

O GN União foi com bastante força para o Estadual e garantiu o bicampeonato. A equipe já havia quebrado a hegemonia da Sogipa em 2019. Sem Estadual em 2020, coube aos atletas manterem o embalo nesta temporada. E para garantir o título, foram mais de 50 pódios: 24 ouros, 20 pratas e sete bronzes, que totalizaram 1.215 pontos.

A Sogipa ficou com o vice, com 545 pontos. O clube da Capital foi seguido no pódio da Divisão Principal por Kiai (415), Recreio da Juventude (395) e TC Santa Cruz (275). A disputa envolveu ao todo 27 equipes gaúchas.

A Divisão de Acesso contou com 16 participantes e teve a AVA como campeão. JMA ficou na segunda colocação, com GN União, Soajudô e Fusegi completando o pódio da disputa destinada a atletas graduados até a faixa laranja.

“Com muita satisfação retomamos o nosso principal evento do calendário do circuito estadual em Lajeado, um município que é um grande parceiro do judô gaúcho”, destacou o presidente da Federação Gaúcha de Judô, Luiz Bayard. “Hoje tivemos mais de 400 atletas num campeonato de excelente nível técnico. Gostaria de parabenizar a todos os participantes.”



sábado, 4 de dezembro de 2021

Paraná: Victor Hugo Sedrez fatura a medalha de Bronze no Brasileiro Sênior e garante vaga na Seletiva Olímpica

A Equipe da Seleção Paranaense de Judô garantiu uma medalha para o Paraná no Campeonato Brasileiro Sênior disputado nesta sexta, 26, em Pindamonhangaba. Victor Hugo Sedrez (-100kg) da AABB-Ctba. Para chegar ao pódio, ele passou a 1º rodada no caneco, na 2º luta venceu o atleta do Mato Grosso Felipe Espindola, na 3º rodada já na  semifinal pegou o atleta do Rio de Janeiro Yuri Gomes onde perdeu esta luta, indo para a decisão da medalha de bronze onde ganhou do atleta do Rio Grande do Norte Felipe Bezerra, conquistando o 3º lugar no Campeonato Brasileiro Sênior e assim garantindo uma vaga na Seletiva Olímpica.

A Seletiva Nacional – Projeto Paris 2024, que acontecerá na mesma estrutura dos Brasileiros e definirá a formação da seleção brasileira principal para rodar o Circuito Mundial em 2022. A competição feminina será no dia 15 e a masculina no dia 17 de dezembro, fechando o calendário nacional CBJ.

A Seleção Paranaense de Judô Sênior Masculina ainda obteve o 5º lugar de Luanh Saboya e a 7º posição de Pedro Henrique melo.

Brasileiro Sênior Masculino – O Rio Grande do Sul liderou o quadro de medalhas com 3 ouros, Minas Gerais ficou em segundo, seguido por São Paulo, Distrito Federal e Alagoas, todos com um ouro cada.

A etapa masculina encerrou a série de quatro etapas de Campeonato Brasileiro (Sub-21 e Sênior), que marcaram o retorno das competições nacionais organizadas pela Confederação Brasileira de Judô após o período de paralisação do calendário durante a pandemia de covid-19.  

Todas as etapas foram realizadas sob rígido protocolo de prevenção, com testagens de todos os participantes na estrutura em formato “bolha” implementada pela CBJ nas dependências do Hotel Colonial Plaza, onde foi instalada a arena temporária para receber todas as lutas.



Judô gaúcho conquista três medalhas no Grand Prix Paralímpico


A equipe gaúcha conquistou três medalhas no Grand Prix de Judô Paralímpico, cujas lutas foram realizadas nesta sexta-feira, em São Paulo. A prata de Luiza Oliano (48kg/GN União) e os bronzes de Cristina Mazuhy (70kg/GN União) e Marcelo Casanova (90kg/Recreio da Juventude) garantem ao trio o direito de requisitar a Bolsa Atleta.

O time do RS foi composto por judocas de GN União, Recreio da Juventude, Acergs e Instituto Hélio Passos. Além dos pódios, outros quatro judocas chegaram à disputa por medalhas e encerraram sua participação na quinta posição nas respectivas categorias.

“Apesar de ser uma competição atípica, com esse retorno após dois anos, tivemos uma disputa bastante interessante. As categorias estavam bastante cheias e o nível técnico foi muito bom, com a participação do pessoal da Seleção Brasileira”, comentou o professor Gustavo Schumacher. “Ainda que o número de medalhas não tenha sido muito grande, todos nós pleiteamos medalhas e isso é foi bem importante.”

Além dos três medalhistas, o judô gaúcho foi representado por William Nascimento (60kg/Acergs), Anderson Wassian da Silva (66kg/Acergs), Sidnei Ávila de Oliveira (81kg/Acergs), Matheus Baldin de Lucas (90kg/Acergs), Glailton Winckler da Silva (90kg), Hélio Passos (100kg/Instituto Hélio Passos) e Wellman Klinger Josic Melo Britto (100kg/GN União).

• MEDALHAS NO GRAND PRIX PARALÍMPICO
PRATA: Luiza Oliano
BRONZE: Cristina Mazuhy e Marcelo Casanova

Por: Assessoria de Imprensa da Federação Gaúcha de Judô


Judocas iniciam ciclo para Paris 2024 medalhando no Grand Prix. Confira os resultados!


O Grand Prix de Judô Paralímpico, disputado neste sábado (3), em São Paulo, deu o pontapé inicial no ciclo da modalidade rumo a Paris, palco da próxima edição dos Jogos Paralímpicos, em 2024. Todos os atletas da Seleção Brasileira que participaram do evento ganharam em suas categorias. O evento foi o primeiro em território nacional desde o início da pandemia.

"O ciclo para Paris já começou, será um ciclo bem curto, e esse campeonato é de suma importância para chegarmos bem-preparados lá", comentou o paraense Thiego Marques, de 22 anos, campeão no peso ligeiro (até 60 kg) defendendo a Aepa (Associação Esportiva e Paradesportiva do Sul e Sudeste do Pará).

Dos cinco homens que representaram o país no Japão, apenas o multimedalhista Antônio Tenório não pôde participar. Já Harlley Arruda (-81 kg), Arthur Silva (-90 kg) e Wilians Araújo (+100 kg) estiveram no tatame montado na arena multiuso do Centro de Treinamento Paralímpico e garantiram o primeiro lugar em suas respectivas categorias.

Wilians, inclusive, ajudou a Ceibc (Caixa Escolar Instituto Benjamin Constant), do Rio, a conquistar o título por equipes. Dos 11 inscritos pela associação, oito medalharam: três ouros, uma prata e quatro bronzes. Em segundo lugar, ficou a Adevirn-RN e, em terceiro, a Adevibel-MG.

A chave feminina esteve mais desfalcada de atletas da Seleção, já que Alana Maldonado, Lúcia Araújo e Meg Emmerich, as três medalhistas do judô paralímpico brasileiro em Tóquio, não lutaram. Antes do evento começar, no entanto, elas foram homenageadas pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ) com a promoção de suas graduações – todos os judocas que foram ao Japão receberam o certificado das mãos dos senseis Alexandre Garcia e Jaime Bragança. "Muito grata pela homenagem que a CBJ, a CBDV e o Comitê fizeram aqui para a gente hoje", disse Alana, primeira mulher brasileira campeã paralímpica de judô.

#Acessibilidade: Wilians, Arthur, Garcia, Harlley, Thiego, Alana, Lúcia, Meg e Jaime posam em frente ao painel da competição. Os judocas seguram os certificados de promoção de graduação.

"É o primeiro campeonato do ciclo, bom para sentir as meninas, ter a sensação de estar competindo de novo. Eu senti aquele frio na barriga que sempre dá em competição e vi evolução na minha luta", destacou Rebeca Silva, de 20 anos, ganhadora no pesado feminino (acima de 70 kg) pela Amei-SP (Associação Mariliense de Esportes Inclusivos).

Confira todos os resultados por categoria:

Feminino
Até 48 kg
1ª: ROSICLEIDE SILVA DE ANDRADE
2ª: LUIZA GUTERRES OLIANO
3ª: DAYANNE SOUZA SILVA PEREIRA
3ª: MARIA DE FÁTIMA SILVA ROCHA

Até 52 kg
1ª: LARISSA OLIVEIRA DA SILVA

Até 57 kg
1ª: SARA SILVA DOS SANTOS

Até 63 kg
1ª: MICHELE APARECIDA FERREIRA
2ª: BENILCE DE ARAÚJO LOURENÇO
3ª: ANDREIA MATOS CANTEIRO
3ª: TAYNARA BARBOSA DA SILVA

Até 70 kg
1ª: BRENDA SOUZA DE FREITAS
2ª: KAROLINE PORTO DUARTE
3ª: CRISTINA MAZUHY ANTUNES XERXE
3ª: LUZIA DE ALCÂNTARA SANTANA LUS

Acima de 70 kg
1ª: REBECA DE SOUZA SILVA
2ª: DEANNE SILVA DE ALMEIDA
3ª: ERIKA CHERES ZOAGA
3ª: DANDARA NASCIMENTO DA SILVA

Masculino
Até 60 kg
1º: THIEGO MARQUES DA SILVA
2º: ROBERTO NUNES DA PAIXÃO
3º: JORGE DIODI NAKASHITA
3º: WAGNER ARAÚJO DE MORAES

Até 66 kg
1º: GABRIEL NASCIMENTO DA SILVA
2º: ELIELTON LIRA DE OLIVEIRA
3º: MAYCO DE SOUZA RODRIGUES
3º: LUCAS SOBRAL BRAGA

Até 73 kg
1º: MIQUEIAS GOMES BARBOSA
2º: RAYFRAN MESQUITA PONTES
3º: WILTON ALVES MUNIZ JUNIOR
3º: HALYSON OLIVEIRA BOTO

Até 81 kg
1º: HARLLEY DAMIÃO PEREIRA DE ARRUDA
2º: ROGERIO CAMPOS DOS SANTOS
3º: MARCIO GOMES VIEIRA
3º: DENIS APARECIDO ROSA

Até 90 kg
1º: ARTHUR CAVALCANTE DA SILVA
2º: RAFAEL SILVA MARTINS BRITO
3º: LUIZ GEOVANI MOREIRA DA SILVA
3º: MARCELO ANDREIANO DE AZEVEDO

Até 100 kg
1º: DIEGO DE JESUS SILVA
2º: ROBERTO JULIAN SANTOS DA SILVA
3º: ABNER NASCIMENTO DE OLIVEIRA
3º: FLAVIO DA SILVA RODRIGUES

Acima de 100 kg
1º: WILIANS SILVA DE ARAÚJO
2º: JULIO CESAR DA CONCEIÇÃO
3º: LUCIANO BONINE PEREIRA
3º: ALEXANDRE MAGNO FERREIRA DA SILVA

Por: Renan Cacioli - Comunicação CBDV

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

CBJ homenageia seleção paralímpica de Tóquio com promoção de graduação


Os judocas que integraram a seleção paralímpica do Brasil nos Jogos de Tóquio 2020 foram homenageados pela Confederação Brasileira de Judô, nesta sexta-feira, 03, em São Paulo, com a promoção de suas graduações de acordo com a nova política de promoção de grau implementada pela gestão do presidente Silvio Acácio Borges à frente da CBJ.  

“Esse regime especial de promoção tem como finalidade valorizar os judocas paralímpicos da mesma forma que fizemos com os judocas olímpicos dentro dos critérios estabelecidos na Portaria Nº1 de novembro de 2020, reconhecendo sua enorme dedicação ao judô como atletas olímpicos e paralímpicos. É nosso interesse incentivar e valorizar essa categoria também”, disse o presidente da CBJ, Silvio Acácio Borges, que não pôde estar presente à homenagem, mas foi representado por Tibério Maribondo, ex-presidente da Federação de Judô do Estado do Rio Grande do Norte (FJERN). 

Os paralímpicos Alana Maldonado, Lúcia Araújo, Meg Emmerich, Arthur Silva, Thiego Marques, Willians Araújo e Harlley Arruda receberam seus novos certificados de graduação durante o tradicional Grand Prix Nacional de Judô para Cegos realizado pela CBDV e CPB, nesta sexta-feira. Karla Cardoso também foi promovida dentro dos mesmos critérios. Todos demonstraram gratidão às instituições pelo reconhecimento.  

“Muito grata pela homenagem que a CBJ, a CBDV e o Comitê fizeram aqui para a gente hoje. Muito obrigada”, disse Alana Maldonado, primeira mulher brasileira campeã paralímpica de judô. 

“Hoje o dia já começou incrível, recebendo a promoção pela participação nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. E é isso, o ciclo para Paris já começou, um ciclo bem curto e já estamos nesse campeonato brasileiro bem importante para a gente chegar bem preparado lá em Paris”, comentou Thiego Marques. 

Os medalhistas paralímpicos Daniele Milan (6º Dan) e Antônio Tenório (6º Dan) já haviam sido promovidos antes dos Jogos de Tóquio, tornando-se os primeiros paralímpicos Kodansha do Brasil.

Confira abaixo a lista dos judocas Paralímpicos de Tóquio 2020 promovidos: 

ALANA MALDONADO -  3° DAN

LÚCIA TEIXEIRA DE ARAÚJO  - 3° DAN

MEG EMMERICH  -  2° DAN

ARTHUR SILVA  -  2° DAN

THIEGO MARQUES  -  1° DAN

WILLIANS ARAÚJO  -  4° DAN

HARLLEY ARRUDA  -  1° DAN

KARLA CARDOSO -  4° DAN

Rio Grande do Sul: Quatro surdoatletas representam o RS nas Surdolimpíada Nacional


Quatro judocas representam o Rio Grande do Sul na Surdolimpíada Nacional 2021, que ocorre a partir deste sábado, em São José dos Campos, em São Paulo. O evento é organizado pela Confederação Brasileira de Desporto de Surdos (CBDS), que projeta reunir cerca de mil pessoas entre surdoatletas, comissões técnicas, profissionais e voluntários.

Ao todo, a delegação gaúcha no evento terá 108 surdoatletas. A competição será preparatória para a convocação final para fazer parte das Seleções Brasileiras para o Deaflympics, que será em Caxias do Sul, em maio do ano que vem.

O judô será dividido em dez categorias diferentes. Representam o RS no torneio Igor Mazzaorani, Davi Braga Lopes, Letícia Bauermann e Jean Carlos Fontana.  As lutas da modalidade vão ocorrer na segunda-feira, dia 6, entre 8h e 18h, na Associação Esportiva São José.

Por: Assessoria de Imprensa da Federação Gaúcha de Judô


Petrópolis: Campeão mundial de kata do judô apresenta tecnologia que rastreia movimento humano


A manhã do último sábado (27) foi de extrema relevância para praticantes do judô em Petrópolis. O campeão mundial de Kata, Luís Alberto dos Santos, visitou a Cidade Imperial e em palestra realizada no Petrópolis Green Offices no Quarteirão Brasileiro, trouxe um amplo panorama sobre o conjunto de movimentos de ataque e defesa, presente na arte marcial japonesa. O evento marcou também o pontapé inicial para a utilização da tecnologia Xsens, que atua no rastreamento do movimento humano e na 
análise biomecânica.

Com mais de 26 títulos mundiais, além de 20 panamericanos, Luís trouxe detalhes sobre o Nage no Kata, uma forma de arremesso que contém quinze técnicas, divididas em três grupos. A ação foi promovida pelo Núcleo Regional Serras Sul.

“Essa foi uma experiência única com uma análise aplicada ao kata, mostrando a importância dessa ferramenta na preparação e entendimento das técnicas que é o nosso grande desafio, a execução correta de cada uma delas. Estou muito feliz de utilizar esse equipamento para somar no nosso estudo a respeito do Kata”, disse Luís Alberto. 

O Xsens funciona através de um sistema com dispositivos fixados ao corpo, que monitora os ângulos usados nas ações do usuário, quais musculaturas têm sido empregadas e se há sobrecarga em alguma área, proporcionando um estudo para evitar futuros desgastes à saúde.

De acordo com o Coordenador do Núcleo, Alexandre Xavier, o sistema que é pioneiro em Petrópolis, pode engrandecer o judô em múltiplas faces, trazendo o acesso para atletas da região.

“O intuito é trazer essa tecnologia para diversos atletas. Não só do judô, mas como também do futebol, do atletismo e tantos outros. Até pouco tempo essa tecnologia era usada apenas para atletas de alto perfil e não era acessível. Hoje a gente podendo trazer para pessoas que não tinham esse acesso e poder proporcionar algo diferente para elas, vai trazer excelentes resultados para o nosso esporte”, detalha.

A expectativa é que as atividades em torno da utilização dos equipamentos se iniciem já no ano de 2022. A programação contou ainda com um treinamento prático dos judocas no 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, onde os participantes puderam experimentar algumas das técnicas trazidas pelo campeão mundial de Kata.


quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Seletiva Nacional Paris 2024 - Entenda os critérios de participação


A Confederação Brasileira de Judô realizará nos dias 15 e 17 de dezembro a Seletiva Nacional de Judô - Projeto Paris 2024, em Pindamonhangaba (SP). A competição definirá a composição da Seleção Principal de Judô que representará o Brasil no Circuito IJF até o Mundial de 2022. 

Para determinar quem pode participar da Seletiva, a CBJ estabeleceu uma série de critérios que contemplam judocas das classes Sub-18, Sub-21 e Sênior, criando oportunidade de entrada na Seleção para diversos atletas. 

A amplitude dos critérios busca dar oportunidade ao maior número possível de atletas que tiveram seu desenvolvimento esportivo prejudicado pelo período de paralisação em decorrência da pandemia, bem como estabelecer um processo mais democrático de acesso à Seleção.  

Dessa forma, estão qualificados para disputar a Seletiva Nacional de Judô - Projeto Paris 2024:  

  1. Medalhistas do Campeonato Brasileiro Sênior 2021;
  2. Medalhistas do Campeonato Brasileiro Sub-21 2021;
  3. Atletas da Selecão Brasileira após a última Seletiva Tóquio 2020;
  4. Atletas campeões do Ranking Nacional Sênior 2019;
  5. Atletas participantes, independentemente da colocacão, das seguintes competicões:
    • Mundial Zagreb Sub-21 2017;
    • Mundial Bahamas Sub-21 2018;
    • Mundial Marrakesh Sub-21 2019;
    • Mundial Olbia Sub-21 2021;
    • Mundial Santiago Sub-18 2017;
    • Mundial Almaty Sub-18 2019.
  6. Atletas na 1ª ou 2ª colocação do Ranking Sub-21 quando da sua paralisacão devido à pandemia;
  7. Atletas selecionados como apoio para Tóquio 2020;
  8. Atleta indicado (a) pela Federacão.

FEDERAÇÕES PODERÃO INDICAR 1 (UM/UMA) ATLETA 

A CBJ deu às Federaçoes estaduais filiadas a oportunidade de livre indicação de um ou uma atleta que esteja fora dos critérios acima. Essa indicação deve seguir o critério mínimo de participação em Campeonatos Sênior conforme consta no RNE-2021.  

VAGAS 

A Seletiva Nacional distribuirá 2 vagas por categoria de peso nos dois gêneros. Dessa forma, ao final da disputa, o 1º e o 2º colocado de todas as categorias estarão dentro da Seleção do próximo ano. Serão, portanto, 14 no masculino e 14 no feminino. Eles se juntarão aos atletas já classificados para a Seleção e dispensados da Seletiva formando um grupo de 34 atletas, ao todo, que receberão investimento direto da CBJ pela Seleção iniciando o processo classificatório para Paris 2024.  

ATLETAS JÁ CLASSIFICADOS PARA A SELEÇÃO 2022 

Os medalhistas olímpicos do Rio 2016 e os atletas classificados até a 7ª colocação em Tóquio 2020 não precisarão lutar a Seletiva para se manterem na Seleção Principal. São eles: Rafaela Silva (57kg/CR Flamengo/FJERJ), Mayra Aguiar (78kg/Sogipa/FGJ), Rafael Silva (+100kg/EC Pinheiros/FPJUDO), Daniel Cargnin (66kg/Sogipa/FGJ), Maria Suelen Altheman (+78kg/EC Pinheiros/FPJUDO) e Ketleyn Quadros (63kg/Sogipa/FGJ).  

PRAZO PARA INSCRIÇÕES  

Os atletas qualificados para a disputa da Seletiva Nacional devem se inscrever até esta sexta-feira, 03, por meio do Zempo via Federação. Mais informações aqui. 

Por: Assessoria de Imprensa da CBJ


CT Paralímpico recebe Grand Prix de Judô nesta sexta-feira


A edição de 2021 do Grand Prix de Judô adaptado vai ocorrer na sexta-feira (3) no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A previsão dos organizadores é que o evento conte com mais de 120 atletas, incluindo alguns que representaram o Brasil nos Jogos de Tóquio.

Os cinco judocas da Seleção masculina que foram ao Japão pisarão no tatame: Thiego Marques (60 kg), Harlley Arruda (81 kg), Arthur Silva (90 kg), Antônio Tenório (-100 kg) e Wilians Araújo (+100 kg). "Para mim, o ciclo que vai até Paris já começou e essa será a primeira competição. Então, quero começar ganhando e ganhando bem. Paris é logo ali e quero saber como será competir em uma edição dos Jogos Paralímpicos, com minha filhinha torcendo por mim", disse à assessoria da CBDV o judoca Arthur, que descobriu recentemente que será pai.

A paulista Alana Maldonado, campeã paralímpica, ainda se recupera de uma artroscopia no joelho e será um dos desfalques do torneio feminino. Além dela, Lúcia Araújo e Meg Emmerich, as outras medalhistas do país em Tóquio, também não estarão presentes.

Este será o primeiro evento da modalidade em território nacional em dois anos. O último fora justamente o Grand Prix de 2019.

Por: Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil - São Paulo
Foto: Ale Cabral- CPB

Projeto Budô: Entenda como são as mudanças de faixa no judô


Como são os exames de faixa na sua academia? Existe um processo gradual, com regras e conquistas adequadas para cada faixa? Para nós, cada faixa conquistada dentro do Judô é uma preparação para o momento mais esperado por um praticante: a #FaixaPreta.

Confira como o Projeto Budô prepara alunos e atletas para essa conquista tão importante.

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O Projeto Budô faz parte da equipe de sponsors do Boletim OSOTOGARI


Ribeira do Pombal: Judocas pombalenses conquistam medalhas no Campeonato Baiano


Judocas pombalenses do Projeto Judô nas Escolas de Ribeira do Pombal, conquistam 17 medalhas no Campeonato Baiano realizado sábado (27/11) na cidade de Lauro de Freitas, promovido pela Federação Baiana de Judô.

Este Projeto faz parte das grandes ações da Secretária Municipal de Educação Senhora Aline Silva e do Prefeito Ericksson Silva, onde não medem esforços no apoio a estes jovens e, em toda totalidade financeira deste magnífico Projeto.


Estes atletas vão continuar mantendo intensivamente os treinamentos neste final de ano, visando a Copa Bahia Open Nacional que acontecerá no início  de 2022, que contará pontos para às seletivas para os Campeonatos Brasileiros.

Neste mês de dezembro, estaremos participando da Copa Coiteense na cidade de Conceição de Coité (12/12), a entrega das premiações aos melhores do ano 2021 e o turnê da Caravana do Projeto Judô nas Escolas, com  aulas itinerantes nos Bairros e Povoados de Ribeira do Pombal, levando o conhecimento da grande importância das aulas de Judô, para a saúde física e mental a todos os integrantes deste esporte.

Mais uma vez, agradecemos o Prefeito Ericksson Silva e a Secretária de Educação Aline Silva, pelo total apoio.

Coordenador do Projeto: Vlademir Borges Matos  - 6° Dan - CREF 002225-G/Ba

Professores: Rhalf, Lúcio, Luann, Sonival, Igor e Sérgio Ricardo. 


Rio Grande do Sul: FGJ publica a relação de aprovados no Exame de Waza


A Federação Gaúcha de Judô publicou a relação de aprovados no Exame de Waza, realizado no último sábado, no GN União. Os aprovados deverão seguir as instruções que constam nos boletins oficiais 94 e 95, que tratam da taxa de registro e do bonenkai. A relação completa está disponível neste link.

Dentre os aprovados, Diego Moraes Nunes, da Kiai, alcançou a maior nota, com 9,2. Outros dois judocas tiraram notas iguais ou superiores a 9: Bruno Kosachenco Rodrigues (Renata – 9,1) e Rafael de Azevedo Casanova (Recreio da Juventude – 9,0).

No dia, participaram como avaliadores os professores: Adriano Correa De Lima, Alexandre Vanin, Claudio Martins, Elton Reis, Gilmar Martins Severo, João Osorio Marques, Ribeiro, Jorge Larre Bossardi, Marcelo Machado Cardoso, Marco Antonio Pretto, Matheus Cunha Lima, Ricardo Borges, Roberson Passos, Robson Prade e Tiago Correa Aveiro.

Por: Assessoria de Imprensa da Federação Gaúcha de Judô


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

CBJ divulga o calendário de eventos 2022.


A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) divulgou nesta qurta-feira, 01 e dezembro, o Calendário de Eventos para a temporada 2022.

Conforme informado, esse calendário será alterado no decorrer do ano de acordo com alterações no calendário internacional.

Clique aqui e confira o calendário 2022

Por: Assessoria de Imprensa da CBJ

terça-feira, 30 de novembro de 2021

O desafiador novo ciclo do ídolo paralímpico Antônio Tenório


Foram 18 dias internado, entre março e abril, devido ao novo coronavírus (covid-19), boa parte em uma unidade de terapia intensiva (UTI) e com 80% do pulmão comprometido. Duas semanas após sair do hospital, Antônio Tenório já retomou os treinos e pouco depois viajou para competir em Baku (Azerbaijão) e Warwick (Reino Unido), pensando na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Apenas agora, passado o evento em solo japonês, o maior nome do judô paralímpico brasileiro enfim conseguiu iniciar para valer o tratamento pós-covid.

“Tenho feito treinos leves na minha academia, até a recuperação total. Diria que estou nos meus 50%, 60%”, relatou o judoca à Agência Brasil.

Dono de seis medalhas paralímpicas, sendo quatro de ouro, uma de prata e uma de bronze, Tenório bateu na trave na busca pela sétima conquista. Superado na semifinal da categoria até cem quilos pelo norte-americano Ben Goodrich, ele vencia o uzbeque Sharif Khalilov por um wazari (golpe em que o atleta é derrubado com parte das costas no tatame) até três segundos para o fim do combate pelo bronze, quando também levou um wazari. A disputa acabou no golden score (ponto de ouro), onde foi derrotado.

“Fiquei muito orgulhoso do desempenho [na Paralimpíada], mas só isso não basta. Se tivesse vindo com a medalha, não estaria desempregado”, lamentou o brasileiro.

Aos 51 anos, Tenório se vê apto a competir nos Jogos de Paris (França). O primeiro desafio pós-Tóquio será o Grand Prix de Judô Paralímpico, em dezembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Um bom desempenho será fundamental para ele ser novamente convocado para integrar a seleção nacional da modalidade, o que o auxiliaria na busca por patrocínios que o mantenham na briga por vaga em 2024.

O novo ciclo, porém, terá uma diferença fundamental. Atletas com deficiência visual total (classe B1, que passa a se chamar J2) competirão separadamente daqueles com baixa visão (classes B2 e B3, agora somente J1). Por outro lado, algumas separações por peso foram suprimidas. Cada classe terá quatro categorias. Antes, ao todo, eram sete para homens e seis para mulheres. O novo sistema vale a partir de 2022. Com isso, o Grand Prix deste ano ainda será no modelo antigo.

Um estudo iniciado em 2016 por cientistas da Universidade Livre de Amsterdã (Holanda) norteou as mudanças. Ele foi baseado na consultoria de atletas (em atividade e aposentados), técnicos e dirigentes e outras cinco análises: duas sobre impactos da deficiência visual nos combates e três a respeito de performance esportiva. A Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, na sigla em inglês) estabeleceu um comitê para implantar as modificações.

As principais conclusões dos estudos foram que o comprometimento visual impacta a performance no tatame, mesmo que os atletas iniciem o combate com a pegada no quimono um do outro (que é um diferencial do judô paralímpico, na comparação com o convencional) e que há desvantagem para os judocas com deficiência visual mais severa em lutas contra rivais que, por exemplo, enxergam vultos. A separação entre competidores completamente cegos e aqueles com baixa visão foi uma das recomendações.

Tenório se encaixa na antiga classe B1 (agora J2) e ficou totalmente cego aos 19 anos devido a uma infecção no olho direito. Ele já havia perdido a visão do olho esquerdo aos 13 anos, atingido por uma semente de mamona, que descolou a retina. O judoca reconhece que atletas que conseguem definir vultos ou imagens levam alguma vantagem sobre atletas como ele, e cita a derrota na luta pelo bronze em Tóquio. O uzbeque que o superou no Japão era um B3, classe de menor comprometimento visual.

“Se ele não enxergasse [um pouco], não teria me achado”, avaliou Tenório, que ponderou: “Um B1 bem treinado faz frente contra um B2 ou B3 tranquilamente. Um B3, que já aprende enxergando, é diferente [de atletas que aprendem judô cegos]. Eu sempre fui B1, mas já treinava quando fiquei deficiente visual, então não sinto muita diferença [de lutar contra alguém com baixa visão]”.

O brasileiro será, evidentemente, impactado pelas mudanças, já que passará a combater apenas com judocas cegos, como ele. Tenório, porém, crê que a redução de categorias, como consequência da separação das classes, mais atrapalha do que auxilia. No masculino restaram quatro divisões: até 60 quilos, até 73 quilos, até 90 quilos e acima de 90 quilos. As do feminino são: até 48 quilos, até 57 quilos, até 70 quilos e acima de 70 quilos.

“Da forma como foi feito, não traz vantagem para o B1, pois mataram três categorias. Inclusive a minha [até cem quilos]. Uma pessoa [pouco acima] de 60 quilos pode ter que lutar com alguém de 73 quilos. Ou alguém de 90 quilos enfrentar alguém com mais de cem. Não é justo, pois você acaba competindo com alguém mais forte fisicamente. Se as sete categorias [do masculino] fossem mantidas, seria mais justo. Imagina o campeão da minha categoria [o britânico Chris Skelley, que é B2] tendo que enfrentar o georgiano [Revaz Chikoidze, prata em Tóquio na categoria acima de cem quilos, também B2], com quase 180 quilos? Por mais técnico que o judoca seja, é impossível”, analisou Tenório.

Neste momento, o tetracampeão competiria entre atletas acima de 90 quilos, onde teria como rival o compatriota Willians Araújo, prata na Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, que já disputava com judocas com mais de cem quilos. O jeito seria Tenório, atualmente na casa dos cem quilos, ganhar massa para rivalizar com adversários mais pesados ou emagrecer para menos 90 quilos e descer de categoria.

“Na minha idade, ficar com 120 ou 130 quilos seria prejudicial a minha saúde. Não daria certo. Já consegui em 2015 abaixar para 90 quilos. Não seria impossível, mas precisaria de qualidade de treino e apoio”, finalizou.

Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional - São Paulo

Judoquinhas e Larissa Pimenta indicados na votação do Judô Awards IJF 2021.


Como o último evento da temporada acabou de acontecer em Abu Dhabi, o final do ano está se aproximando rapidamente. Pelo segundo ano consecutivo, a IJF está organizando o IJF Awards, que acontecerá online no dia 18 de dezembro às 19h CET.

Várias categorias agora estão abertas para votação:

• WJT Ippon do ano 
• Conquista do Ano em Coaching
• Estrela em ascensão
• Judoca feminina do ano 
• Judoca masculino do ano 

A votação é feita por meio de sua conta IJF em  https://awards.ijf.org  e será encerrada em 10 de dezembro de 2021 .

Você pode enviar um voto por categoria por dia (o site informa quanto tempo você tem) 

Para cada nomeado em cada categoria, uma descrição está disponível clicando em sua foto. 

Três categorias serão escolhidas por um grupo de especialistas internacionais:

• Judô pela Paz
• Judo para crianças
• Herói da comunidade

O Brasil concorre em duas categorias

Neste concurso da IJF o Brasil concorre em duas categorias: "WJT Ippon do ano" com votação aberta ao público onde temos a judoca Larissa Cincinato Pimenta concorrendo. 

Na categoria "Judô para Crianças" a equipe do Judoquinhas concorre com outros quatro Países cuja votação será realizada por um grupo de especialistas.

Participe do processo de votação, que pode ser realizada uma vez por dia até a data limite do concurso. Vamos colaborar com a vitória da Larissa e torcer para a equipe dos Judoquinhas da Professora Patricia Amaral!



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