sexta-feira, 18 de junho de 2021

JudoCast: Novo episódio no ar!

 


Já escutou o quarto episódio falando sobre OS 10º DAN JAPONESES MODERNOS?

Nesse episódio os judocas Galileu Paolo e Luiz Pavani conversam sobre a história dos judocas japoneses que chegaram a última graduação do judô.
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Spotify No sábado disponível também nos canais do YouTube youtube.com/luizpavani youtube.com/judotatami

Por: Luiz Pavani - Santa Maria - RS

Dia do Orgulho Autista | 5 coisas sobre o autismo que ninguém te contou


Hoje, sexta-feira (18), comemora-se o Dia do Orgulho Autista. Mas o que você sabe sobre esse transtorno? Descubra quais são os principais mitos sobre ele e o que dizem os especialistas em relação ao tratamento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que há 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, sendo 2 milhões somente no Brasil. De acordo com o CDC (Centro de Controle de Doenças e Prevenção do governo dos EUA), uma em cada 59 crianças apresenta traços de autismo.

Conheça alguns fatos pouco conhecidos sobre o autismo:

Cada indivíduo tem diferentes dificuldades
Quando falamos de autismo, nos referimos a um transtorno do neurodesenvolvimento que faz parte de um espectro, ou seja, ele pode se manifestar de diversas formas em pessoas diferentes, que podem necessitar de mais ou menos suporte.

A psicóloga Julia Sargi, analista do comportamento e supervisora do Grupo Conduzir, menciona a importância de enfatizar que o transtorno do espectro autista evidencia algumas características comuns, mas que cada indivíduo é único e apresenta suas próprias habilidades e dificuldades:

“Alguns indivíduos têm, sim, uma habilidade incrível para algo em específico, e muitas vezes isso pode se dar devido ao hiperfoco, ou seja, o interesse restrito por determinado assunto. Mas uma grande porcentagem das pessoas que se encontram no espectro apresenta déficits cognitivos significativos, que dificultam a aquisição de novos repertórios", afirma.

Não é verdade que o autista não gosta de socializar
A especialista ressalta que uma outra expressão, considerada mito, é de que o autista "vive no seu próprio mundo", e não gosta de estar com outras pessoas. "A verdade é que a dificuldade na interação social é uma característica significativa muito comum aos indivíduos com autismo, mas isso não significa que eles não queiram se relacionar com outras pessoas, e sim que apresentam dificuldades em iniciar ou manter a interação, entender algumas regras sociais, entre outras habilidades que são extremamente importantes nas relações", esclarece a psicóloga.

"E. mais uma vez, precisamos olhar individualmente para cada um e entender qual a dificuldade e qual a motivação para se relacionar com os outros. Lembrando que isso representa uma parte do todo quando tratamos do espectro”, aponta.

A ''genialidade'' não é regra
No Transtorno do Espectro Autista, todos os indivíduos têm potencial para aprender e desenvolver novos repertórios, e, para isso, basta saber a forma correta de ensiná-los. Ao serem observadas as características dessas pessoas, algumas podem até ser interpretadas como vantagens competitivas.

Há alguns indivíduos com TEA que têm uma condição diferente (e rara) conhecida como "savantismo" ou Síndrome de Savant, que é uma "grande capacidade intelectual", entendida como genialidade. A psicóloga explica que "savants", apesar de apresentarem uma inteligência acima da média e talentos notáveis em alguns aspectos, como cálculos ou memorização, podem também enfrentar dificuldades e limitações em outros, como dificuldades nos repertórios sociais ou de independência. "Vale ressaltar que a inteligência acima da média não é uma regra", aponta a profissional.

A caminhada é lenta, com "pequenos orgulhos"
Josiane Mariano (36) é mãe do Heitor (10), que foi diagnosticado com autismo aos 2 anos. Ela conta que o dia a dia com o filho é vivenciado de “pequenos orgulhos”, e isso torna a caminhada cheia de superações e vitórias.

“Todos os dias, quando avançamos um passinho rumo a uma qualidade de vida melhor, quando ele aceita experimentar algo novo, quando se sente à vontade em locais que antes talvez despertasse uma agitação maior, quando responde a uma interação social de forma adequada, por exemplo, temos um grande sentimento de vitória. Meu filho, assim como qualquer filho para uma mãe, me enche de orgulho. E eu só conheço ele dentro do espectro autista, não existe um Heitor dissociado disso, ele é assim e está tudo bem", revela.

Não há cura, apenas intervenções
Muito tem se disseminado sobre a “cura do autismo”, reforçando o mito de que se trata de uma doença. Sem contar que é possível encontrar profissionais vendendo “fórmulas mágicas” e soluções para cessar ou diminuir o transtorno. Já se sabe que isso não existe. São informações falsas que devem ser desmentidas e rebatidas por toda a sociedade, meios de comunicação e especialistas da área.

O que existe são intervenções que ajudam a desenvolver e aprimorar repertórios importantes que vão auxiliar os indivíduos no espectro a terem melhores condições para interações sociais e habilidades para atingir o máximo de independência possível e qualidade de vida.

“Não existem estudos que comprovam a cura do diagnóstico por meio de qualquer tratamento, e qualquer afirmação diferente a essa pode gerar confusão e expectativas frustradas aos pacientes e seus responsáveis. Porém, a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma intervenção que maximiza o potencial do indivíduo, através da ampliação de habilidades e redução de possíveis barreiras comportamentais que podem dificultar o aprendizado, tendo em vista que, a partir da avaliação, é possível mapear e respeitar a singularidade de cada um", conclui Julia Sargi.


CBDV: Brasileiros buscam na Inglaterra últimas vagas do judô na Paralimpíada


Este fim de semana vai definir quais judocas representarão o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Na Inglaterra, a Seleção Brasileira buscará classificar o máximo possível de atletas ao longo de dois dias de batalhas no IBSA Grand Prix de Warwick, o último qualificatório da modalidade. Alguns representantes do país já estão matematicamente assegurados no Japão, e outros ainda sonham com a vaga.

Para facilitar, a Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV) traz, categoria por categoria, a situação de cada um dos 13 judocas brasileiros que estão há um mês na Europa – disputaram o GP de Baku, mês passado, e seguiram no Azerbaijão se preparando antes da viagem ao Reino Unido.

As lutas começarão neste sábado, às 10h locais (6h de Brasília), com seis brasileiros nos tatames: Giulia Pereira (até 48 kg), Maria Núbea Lins e Karla Cardoso (até 52 kg), Lúcia Araújo (até 57 kg), Thiego Marques (até 60 kg) e Luan Pimentel (até 73 kg). As finais começam às 16h30 locais (12h30 de Brasília). Haverá transmissão ao vivo pelo canal da IBSA (sigla em inglês para Federação Internacional de Esportes para Cegos) no YouTube (LINK AQUI).

No domingo, nos mesmos horários, será a vez de Alana Maldonado (até 70 kg), Rebeca Silva Meg Emmerich (mais de 70 kg), Harlley Arruda (até 81 kg), Arthur Silva (até 90 kg), Antônio Tenório (até 100 kg) e Wilians Araújo (mais de 100 kg).

Antes de acompanhar a situação de cada um deles na briga, é bom lembrar quantos pontos estarão em jogo no Grand Prix:

Campeão: 210 pontos
Vice: 150
Terceiro: 120
Quarto: 90
Quinto: 60
Sétimo: 30
(Observação: Se algum judoca ficar entre os sete classificados sem ganhar nenhuma luta, ganha metade da pontuação).

Além disso, cada luta rende pontos extras ao vencedor, de acordo com as classificações visuais:

B1 ganha de B3: 50 pontos
B1 ganha de B2: 40
B1 ganha de B1: 30
B2 ganha de B3: 40 pontos
B2 ganha de B2: 30
B2 ganha de B1: 20
B3 ganha de B3: 30 pontos
B3 ganha de B2: 20
B3 ganha de B1: 10

Para ilustrar, vamos dar um exemplo fictício de um judoca B3 que seja campeão derrotando um oponente B2, um B3 e outro B2. Neste caso, ele ganha 210 pontos pelo título + 20 pela vitória sobre o rival B2 + 30 pela vitória sobre o rival B3 + 20 pela vitória sobre o outro rival B2, totalizando 280 pontos que serão computados no ranking mundial.

Confira agora, peso por peso, a situação de cada atleta brasileiro:

MULHERES

Categoria: Até 48 kg
Representante: Giulia Pereira
Classificação visual: B1
Posição no ranking: 15ª
Situação: o peso de Giulia concede duas vagas às atletas B1. As seis restantes são para as mais bem ranqueados. Pela classificação visual, a brasileira é a quarta B1, mas a terceira é uma atleta da casa, portanto, já classificada como representante do país-sede. O foco dela, então, está na russa Viktoria Potapova, hoje quem levaria a segunda vaga B1 para os Jogos. A diferença de pontos entre as duas está em 199 (305 a 106).

#Acessibilidade: Giulia Pereira tenta imobilização contra adversária em Lima, 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 52 kg
Representantes: Karla Cardoso e Maria Núbea Lins
Classificação visual: B3 (Karla) e B2 (Núbea)
Posição no ranking: 13ª e 20ª
Situação: também são duas vagas a quem é B1 e seis pelo ranqueamento. Hoje, a sexta e última vaga via ranking está nas mãos de Basti Safarova, atleta do Azerbaijão, que soma 510 pontos. Karla tem 182 e Núbea, 82.

#Acessibilidade: Karla Cardoso tenta puxar o braço da oponente durante luta de solo em Lima, 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 57 kg
Representante: Lúcia Araújo
Classificação visual: B3
Posição no ranking: 4ª
Situação: duas vagas para B1 e seis via ranking. A campanha no GP anterior, em Baku, quando faturou o bronze, levou a brasileira a uma confortável quarta colocação no ranking, com 740 pontos, distante de quem poderia impedi-la de ir ao Japão.

#Acessibilidade: Lúcia derruba Liana Mutia em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 70 kg
Representante: Alana Maldonado
Classificação visual: B2
Posição no ranking: 1ª
Situação: o peso de Alana permite duas vagas para B1 e seis via ranking. Com 1.520 pontos no topo da lista, a brasileira vai aproveitar o GP britânico para avaliar possíveis oponentes em Tóquio e se manter em ritmo de competição.

#Acessibilidade: Alana luta contra Nadia Boggiano em Lima, 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Mais de 70 kg
Representantes: Meg Emmerich e Rebeca Silva
Classificação visual: B3 (ambas)
Posição no ranking: 3ª e 4ª
Situação: a categoria pesada do feminino prevê uma vaga para B1 e cinco às mais bem qualificadas. Cada país só poder classificar um atleta por peso, mas o regulamento do judô prevê exceções e a IBSA ainda convida uma atleta por peso, o que não descartaria a ida das duas brasileiras a Tóquio, pois ambas teriam pontuação suficiente para isso. Meg acabou se favorecendo dos duelos diretos com Rebeca nos últimos torneios, incluindo o GP de Baku, quando eliminou a conterrânea na semifinal antes de garantir o seu ouro – Rebeca ficou com o bronze. A distância entre elas é de 290 pontos.

#Acessibilidade: Meg luta contra Kate Davis, dos EUA, em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.

HOMENS

Categoria: Até 60 kg
Representante: Thiego Marques
Classificação visual: B3
Posição no ranking: 9º
Situação: o peso de Thiego concede três vagas aos atletas B1. As sete restantes são aos mais bem ranqueados – descartando o Japão, país-sede. O brasileiro é o nono, com 363 pontos, mas, como há dois atletas do Cazaquistão à sua frente, ele ganha automaticamente uma posição na luta pela vaga. O foco, portanto, fica no mongol Yadamdorj Sukhbaatar, que soma 420 e seria hoje o último classificado da lista via ranking. Ou seja, ele precisa tirar 57 pontos de diferença para seu oponente e ainda ficar ligado em que vem atrás. O turco Recep Ciftci soma 362 pontos, e Zurab Zurabiani, da Geórgia, 360. Deverá ser a categoria mais disputada do qualificatório.

#Acessibilidade: Thiego faz a entrada de golpe com a perna esquerda em Justin Karn, do Canadá, em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 73 kg
Representante: Luan Pimentel
Classificação visual: B3
Posição no ranking: 12º
Situação: também são três vagas a quem é B1 e sete pelo ranqueamento. O brasileiro é o 12º, com 322 pontos, mas há dois lutadores da Geórgia e dois da Rússia à sua frente, o que o leva para o décimo posto na briga.

#Acessibilidade: Luan ergue as mãos para o alto e fecha os olhos durante luta em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 81 kg
Representante: Harlley Arruda
Classificação visual: B1
Posição no ranking: 10º
Situação: três vagas para judocas B1 e sete via ranking. O brasileiro é o 10º do mundo, com 277 pontos, sendo o terceiro B1. Porém, um dos oponentes à sua frente é japonês, que entra como representante do país-sede e abre uma lacuna para Harlley entrar como o segundo B1 mais bem qualificado. Precisa ficar atento ao chinês Yurong Wu, o próximo B1 da lista, que está 84 pontos atrás, e ao cazaque Abylay Adilbekov, a 125 pontos de distância do brasileiro.

#Acessibilidade: Harlley tenta dar o golpe no cubano Gerardo Rodriguez em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 90 kg
Representante: Arthur Silva
Classificação visual: B1
Posição no ranking: 6º
Situação: três vagas para judocas B1 e sete via ranking. O brasileiro é o segundo B1 mais bem colocado, com 632 pontos. O quarto B1, que é o argelino Abderrahmane Chetouane, é somente o 22º do mundo, com 52 pontos.

#Acessibilidade: Arthur aplica o ippon em oponente durante luta em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Até 100 kg
Representante: Antônio Tenório
Classificação visual: B1
Posição no ranking: 
Situação: o peso do melhor judoca paralímpico de todos os tempos prevê duas vagas aos B1 e seis pelo ranking mundial. Tenório é o primeiro B1 da lista, muito à frente de quem poderia ameaçar sua ida ao Japão.

#Acessibilidade: Tenório luta contra Cristian Alderete, da Argentina, em Lima 2019. Crédito: Alexandre Schneider/EXEMPLUS/CPB.


Categoria: Mais de 100 kg
Representante: Wilians Araújo
Classificação visual: B1
Posição no ranking: 7º
Situação: entre os peso-pesados do judô, há duas vagas para B1 e seis via classificação pelo ranking. O brasileiro é o segundo B1 da lista, com 530 pontos, contra 283 do chinês Song Wang, o terceiro B1 do ranking.

#Acessibilidade: Wilians está no solo com oponente durante treino no CT Paralímpico. Crédito: Alê Cabral/ CPB.


Por: Renan Cacioli - Comunicação CBDV


FIJ: Koka Kids Judo Books para todas as idades e níveis


Não importa onde estejamos no mundo ou quão diferentes sejamos, no judô falamos a mesma língua. A forma de ensinar, entretanto, pode ser diferente. Existem inúmeros exercícios criativos e metodologias para ensinar. Com a 'IJF World Teaching Tour', a IJF Judo for Children aborda grandes exemplos de ensino de todo o mundo. Neste artigo, vamos nos concentrar em Nicola (Nik) Fairbrother e sua iniciativa Koka Kids.

Quem é Nik?
Nik Fairbrother ganhou a prata olímpica em 1992. Um ano depois, ela alcançou sua ambição de se tornar campeã mundial em Hamilton. Durante sua carreira competitiva, ela também ganhou três títulos europeus e em 1994 foi eleita a Melhor Judoca Europeia em todas as categorias de peso feminino. Quando ela se aposentou das competições, ela queria retribuir o esporte que tanto lhe dera. Ela criou o Koka Kids.

Ganhe com gratidão e perca com graça
 Nik começou o judô quando ela tinha apenas 8 anos, no m Pinewood Judo Club. Ela foi ensinada pelo Sensei Don Werner, 7º Dan. “Don era um professor incrível que me ensinou muito sobre a vida e também sobre o judô.” Nik diz que seus dias como judoca júnior estão cheios de ótimas lembranças. “O que mais me lembro daqueles dias foi o espírito fantástico do clube, os bons momentos viajando no microônibus do clube, a camaradagem e a amizade. O judô me ensinou a ser quem sou hoje. Isso me deu a base para acreditar em mim mesma e me mostrou como me esforçar para ser o melhor que posso ser pessoalmente e como competir com honra e graça. Me ensinou como ganhar com gratidão e perder com graça. Acho que judô e vida são a mesma coisa. Muito do que aprendemos no tatame pode ser aplicado à vida. ”

Valor favorito do judô
 Para a pergunta 'Qual é o seu valor favorito para o judô e por quê?' Nik respondeu: “CORAGEM!” Nik era tímido quando criança e o judô a ajudou a ter mais coragem para fazer coisas pequenas, mas importantes. “Coragem não envolve necessariamente apenas os grandes momentos da vida. Geralmente é necessário para tarefas diárias, como falar na frente de um grupo de pessoas ou ter a coragem de seguir seus próprios princípios. Com um pouco de coragem tudo se torna possível. ”


Koka Kids: ajude os professores e inspire o judoca
 Nik fundou o Koka Kids há mais de 20 anos. Os objetivos principais eram educar e envolver as crianças por meio do judô, com a esperança de aumentar a participação. “Esses objetivos ainda me orientam em tudo que faço com o negócio hoje.” 

Nik criou e imprimiu milhares de livros e revistas de judô. Seu objetivo é duplo. “Em primeiro lugar, é ajudar os treinadores de judô. O treinador de judô é uma pessoa ocupada. Talvez algumas das pessoas mais ocupadas que conheço sejam treinadores de judô e simplesmente não tenham tempo para criar recursos adicionais. ”

Em segundo lugar, ela quer inspirar o judoca júnior. “Espero que uma criança lendo um dos livros se inspire, que algo nos livros desperte a paixão pelo judô e faça com que ela volte ao tatame para mais. Recentemente, um treinador que deu livros a todos os seus membros como um presente durante o bloqueio me disse: 'O livro foi muito bem recebido e um dos meus filhos conseguiu aprender o-soto-guruma usando o livro e seu uke caseiro!' Não é uma ótima notícia? ”

Um livro de judô para todas as idades e níveis
 Durante o bloqueio, Nik criou uma nova gama de livros de judô para crianças, oito no total. “Cada um dos livros cobre uma área diferente de aprendizado, como aprender como evitar a queda, osae-komi básico (contenção) ou movimentos de base mais avançados e arremessos.” Um dos livros que ela escreveu se chama “40 lances de judô” e é um guia de 100 páginas para o gokyo completo, que também é totalmente ilustrado. Neste livro, cada técnica é dividida em pelo menos quatro estágios, para mostrar a pegada, a entrada, o levantamento e a finalização do arremesso. “Este livro também tem um recurso online de apoio no site Koka Kids, onde todos os arremessos de judô são animados. Para as crianças mais novas, existem dois livros de colorir que estão a revelar-se muito populares. ”



85 Japanese Judo Words
 O livro com o qual Nik está mais animado é '85 Japanese Judo Words '. “Este projeto começou como um livro direto com 85 comandos de judô japoneses comuns e seus significados em inglês, como uma forma de ajudar as crianças a entender a terminologia do judô, mas se desenvolveu em muito mais do que um livro.” Há uma versão interativa online do livro, incluindo um vídeo para os treinadores usarem como recurso de ensino em seus dojos. Ambos os recursos são gratuitos para os treinadores usarem e compartilharem com seus membros.

A chave do sucesso de Nik…
 Não é emburrecer o material. “Embora os livros sejam visualmente atraentes, brilhantes e parecidos com desenhos animados, eles na verdade contêm informações de judô de alto nível. Existe algo para todas as faixas etárias. Uma criança de 5 anos pode aprender simplesmente com as ilustrações dos desenhos animados, enquanto um judoca avançado de 12 anos vai aprender as pepitas de informações e dicas, algumas das quais eu usei enquanto treinava para meus títulos mundiais. Acho que o Koka Kids é lançado no nível certo e na qualidade de que as crianças precisam. ”

O futuro do Koka Kids
 No futuro, Nik espera traduzir os livros para diferentes idiomas. Dessa forma, os livros se tornarão um recurso verdadeiramente internacional para todos os judocas.

Mensagem de Nik para outros professores
 “Gostaria de agradecer a todos que estão trabalhando no judô no nível de base e gostaria que soubessem que seu trabalho terá um impacto por toda a vida nas crianças que estão ensinando.”

Por: Nicolas Messner e Esther Stam - Federação Internacional de Judô

Eleições FPJ: RenovaJudô esclarece os fatos contra a narrativa da ex-gestão da FPJ


Em resposta a mais uma matéria publicada em um veículo utilizado pela ex-gestão da FPJ, com o propósito de confundir a opinião dos judocas paulistas, o RenovaJudô emite mais uma nota de esclarecimento e também relembra os fatos e passos cronológicos deste processo:
Clique na Nota para ampliar

Cronologia do processo:

Sexta-Feira, 16 de abril de 2021

"O Poder Judiciário decidiu que o STJD do Judô tem legitimidade para deliberar sobre conflitos associativos na FPJ e a INTERVENÇÃO É LEGÍTIMA. Ou seja foi decidida dentro da lei, dos estatutos da FPJ e CBJ em razão de mandato encerrado da gestão anterior em 31 de março de 2021 e para apuração de irregularidades na entidade."

Quarta-feira, 21 de abril de 2021

"Com respeito à lei, ao estatuto da FPJ e à intervenção imposta à mesma pelo STJD, nós anunciamos que não participaremos da eleição ilegalmente convocada pela ex gestão da FPJudô.

Evitando qualquer sanção imposta pelo STJD por eventual participação de algo claramente ilegal, respeitando os trâmites da lei e a hierarquia dos poderes, o RenovaJudô aguardará o processo eleitoral deflagrado no seu devido tempo pela comissão eleitoral nomeada pelo interventor Dr. Caio Pompeu Medauar de Souza."

Sexta-feira, 23 de abril de 2021

"O advogado da chapa RenovaJudô, Dr. Renato Ribeiro de Almeida, divulgou um vídeo reforçando o comunicado emitido pela chapa onde confirma a não participação da eleição sem qualquer legitimidade, proposta por um grupo sem mandato desde 31 de março de 2021.

A chapa RenovaJudô não está disposta a sofrer sanções contundentes na esfera esportiva e judicial ao corroborar um ato absolutamente ilícito de afronta à justiça."

Confira o vídeo do advogado do RenovaJudô, Dr. Renato Ribeiro de Almeida:



Sexta-feira, 07 de maio de 2021

"A chapa RenovaJudô vem a público esclarecer que repudia qualquer ilação sobre a sua participação na reunião do dia 23/04/2021, denominada de eleição da FPJ. "

"A chapa RenovaJudô jamais participaria de uma fraude! Muito ao contrário, anunciou previamente a invalidade da suposta eleição e alertou aos participantes das consequências, que, aliás, advieram com as punições aplicadas pelo STJD do Judô, publicadas no site da entidade (https://cbj.com.br/painel/arquivos/atas_reunioes/arquivo_cbj_143116050521.pdf). 

A afirmação mentirosa de que houve eleição e obtivemos algum voto em minoria trata-se de uma simulação mentirosa para tentar iludir a comunidade judoística e a Justiça de São Paulo, o que renderá a devida responsabilização nas esferas próprias. "

Contra fatos não há argumentos

Desta forma, o grupo RenovaJudô segue consciente de que nunca aceitou e não participou da eleição fraudulenta realizada pela ex-gestão da FPJ em 23 de abril de 2021.  

O RenovaJudô respeita a Lei, o STJD e a hierarquia dos poderes. 

Por: ASCOM RenovaJudô

quinta-feira, 17 de junho de 2021

FIJ: Você consegue! Então faça!


Para o Dia Mundial do Refugiado, que acontece no dia 20 de junho, o judoca do programa Judo pela Paz África do Sul liderado por Roberto Orlando e Sanda Aldass, integrante da Equipe de Refugiados da IJF, que agora também faz parte da equipe que participará do Jogos Olímpicos de Tóquio neste verão, se reuniram para trocar relatos de suas respectivas vidas.

A distância não foi um obstáculo para o intercâmbio, cada um do seu lado do mundo, Sanda na Holanda, Nicolas Messner, Diretor de Judô para a Paz na França e judoca em Joanesburgo, todos puderam falar livremente e se unir em torno dos valores de judô.

Se fosse necessário reter uma mensagem principal, seria a de Sanda, explicando ao jovem judoca africano: "Nada é fácil na vida, mas quando você realmente quiser, você pode. Nunca acredite nas pessoas que lhe dizem que é impossível, porque tudo é possível. Quantas pessoas não acreditaram que eu poderia um dia participar das competições do Circuito Mundial de Judô e ainda mais nos Jogos Olímpicos e mesmo assim estou aqui na sua frente e posso dizer que é possível. Nunca desista. Acredite em você mesmo. Sempre há esperança. Faça, vá em frente e você vai chegar lá! "


A história de Sanda, no entanto, não deixou muito espaço para esperança no início. Ela começou o judô aos sete anos e rapidamente desenvolveu uma paixão pelo esporte, mas se viu envolvida na guerra civil que ainda assola seu país, a Síria. “Já era mãe do meu filho mais velho e treinava muito quando a nossa casa foi destruída. Não tínhamos a possibilidade, com o meu marido, de ir para os pais de um ou de outro. Não tínhamos muito esperança. Um dia fui testemunha de um tiroteio. Estava com meu filho. Havia mortos e feridos por toda parte. Foi horrível. Foi quando meu marido e eu decidimos fugir. Nos encontramos na Holanda, depois de muitos aventuras. Não tínhamos mais nada. "

Sanda explica isso e ressoa perfeitamente nos ouvidos dos jovens de Joanesburgo, pois alguns já passaram por situações semelhantes antes de chegar lá: "Tornar-se um refugiado é terrivelmente difícil. É simples assim. Quando você sai de casa, você só leva o roupas que você está vestindo. Você tem que começar tudo de novo. Meu pai, que era meu melhor amigo, faleceu e eu não conseguia nem me despedir dele. Eu queria tomá-lo nos braços uma última vez. Minha mãe, que ficou na Síria, não sei se voltarei a vê-la. "


Todas essas provações, que são impossíveis de resumir em poucas palavras, nunca diminuíram o ritmo da jovem mãe. Agora à frente de uma família maior, por ter o filho mais velho de nove anos, um segundo menino de cinco anos e um caçula de dois, ela reorganizou sua vida em torno do judô. “Com meu marido, organizamos tudo para que eu pudesse treinar. Sabe, treinar é como comer todos os dias; torna-se um hábito e uma necessidade”.

“Quando foram anunciados os nomes da seleção olímpica, lembrei-me do que havia pensado há cerca de vinte anos, quando vi alguém ganhar uma medalha no judô pela primeira vez e que havia começado a praticar o esporte. Disse a mim mesmo que um dia também quero estar lá entre os melhores e estou. "

Tudo pode soar como um monólogo, mas a reunião foi tudo menos uma explicação do que Sanda passou. As perguntas do jovem judoca foram muitas. Falar com alguém que viveu tanto e que se mantém positivo e decidido apesar de todas as adversidades é uma grande lição de vida, ainda que a própria Sanda tenha insistido que conhecer, mesmo virtualmente, o grupo de Roberto foi uma grande fonte de alegria e inspiração para ela.

“Ser refugiado é permanecer ser humano, apesar de tudo, com direitos. A Federação Internacional de Judô me ofereceu a possibilidade de fazer valer meus direitos como atleta. Nem sempre é fácil, mas nada é! Sempre há um lado difícil em qualquer aventura humana. Sendo mãe de três filhos, tenho muita pressão, mas os lados bons superam isso. Eu tenho uma família muito compreensiva. Sem eles tudo seria muito complicado. No momento estou me concentrando na minha carreira, mas também quero dar muito aos meus filhos. Um dia vou ensinar judô para eles. Já lhes ensino os seus valores. "


No final desta bela 'reunião de família' e além das fronteiras terrestres, Chris, de 16 anos, um refugiado da RDC disse: "Estou realmente motivado e inspirado pela história que foi compartilhada por Sanda. Aprendi que tudo é possível contanto que você coloque sua mente nisso. Foi um encontro adorável. "

Enock, de 18 anos, da RDC acrescentou: "Sanda é uma mulher forte que passou por tempos difíceis em seu país e saiu sem nada, mas ela se manteve positiva e nunca perdeu as esperanças, mesmo quando ela não tinha nada com ela. Tornando-se uma refugiada em outro país é muito difícil e ela compartilhar essa experiência comigo e com a equipe realmente me motivou e eu sempre vou carregá-la comigo para ser positivo.Há sempre um caminho e muito obrigado a ela por estar conosco hoje e tudo de bom com as Olimpíadas. Espero vê-la algum dia. Juntos, mais forte nosso judô se tornará. "

Moses, de 19 anos, também refugiado da RDC, concluiu: "O encontro com Sanda foi muito motivador. A sua história inspiradora dá realmente a judocas refugiadas como nós a vontade de não desistir e de continuar a perseguir os nossos sonhos."

O que é absolutamente de tirar o fôlego ao ouvir todas essas histórias, de Sanda, mas também das protegidas de Roberto, é que não importa o que haja, há e deve haver esperança. No caso deles, a esperança tem nome: judô. Para o Dia Mundial do Refugiado, esperemos que todos possam encontrar seu 'judô'.

Por: Nicolas Messner - Federação Internacional de Judô

Hoje tem live com sensei Yoshihiro Okano

 

Hoje, no Canal Jigoro Kano Brasil, acontece o bate papo com o mestre kodansha 9º dan Yoshihiro Okano. Na pauta Jigoro Kano e o Movimento Olímpico.

A live terá início às 19h30.

Serviço:
Bate Papo Sobre Jigoro Kano e o Movimento Olímpico
Data: 17 de junho de 2021
Horário: 19h30

Por: Luiz Pavani - Santa Maria - RS


Seiryoku Zen' yo: Aula Online com professor Edson Sakomura


O professor Edson Sakomura realizará uma aula online SEIRYOKU ZEN'YO.

"O judô possui princípios que o diferencia dos outros esportes, e destaco aqui o da "MÁXIMA EFICIÊNCIA,"  também conhecido fazer MAIS com MENOS!", disse Sakomura.

"E não serve APENAS para o combate esportivo, mas se aplica em diversas áreas da VIDA", complementa Sakomura. 

Na pandemia esse princípio se faz mais presente do que nunca, veja os exemplos dos comércios digitais, que aumentaram com o isolamento social. Quantos profissionais estão produzindo MAIS, e muito "mais", gastando bem MENOS.

Acesse pelo link:

Em japonês, esse conceito se chama SEIRYOKU ZEN'YO (máxima eficiência), e existe uma atividade física japonesa que usa esse "princípio."

Faça essa AULA ON-LINE gratuita e aprenda aplicar esse conceito no seu dia a dia.

Serviço:
Aula online SEIRYOKU ZEN'YO
Data: 24 de junho de 2021 (Quinta-feira)
Horário: 20h20

Por: boletim OSOTOGARI



CBJ convoca equipe olímpica do Judô para Tóquio 2020


A Confederação Brasileira de Judô anunciou, nesta quarta-feira, 16, os nomes dos judocas que representarão o Brasil nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. O anúncio foi feito de forma virtual, ao vivo, pelo Canal Brasil Judô, no Youtube, com a presença do presidente da CBJ, Silvio Acácio Borges, e da comissão técnica da seleção brasileira formada por Ney Wilson Pereira, gestor de Alto Rendimento, Rosicleia Campos, coordenadora da seleção feminina, Luiz Shinohara, coordenador da seleção masculina, Mario Tsutsui, técnico da seleção feminina, Yuko Fujii, técnica da seleção masculina e Marcelo Theotônio, gestor das equipes de base do Brasil.  

“Finalmente rumo a Tóquio. É uma responsabilidade muito grande irmos aos Jogos Olímpicos nesse país onde nasceu a modalidade pela qual nos apaixonamos e, principalmente, com a responsabilidade que levamos conosco de buscar um bom resultado, visto que há nove ciclos olímpicos consecutivo o Brasil faz uso de um espaço no pódio do Judô. Acredito muito na nossa equipe, nos nossos atletas. Faço uma menção especial ao Comitê Olímpico do Brasil responsável por essa grande ação mundial e agradeço também o suporte fundamental do nosso patrocinador master Bradesco e aos nossos apoiadores Cielo e Mizuno. Que tenhamos lá em Tóquio uma bela campanha, afinal, esses últimos quatro anos foram muito intensos para a CBJ com foco total na preparação para essa Olimpíada. Agora é hora de cumprir toda a expectativa que geramos na nossa comunidade esportiva , disse o presidente da CBJ, Silvio Acácio Borges.  

Para Tóquio, foram convocados 13 judocas, sete homens e seis mulheres. Desses, sete atletas são estreantes, o que mostra o sucesso na renovação constante do judô brasileiro. Para o Rio 2016, a equipe tinha quatro estreantes.  

Em Tóquio, portanto, a equipe masculina do Brasil será formada por sete atletas: Eric Takabatake (60kg), Daniel Cargnin (66kg), Eduardo Katsuhiro Barbosa (73kg), Eduardo Yudy Santos (81kg), Rafael Macedo (90kg), Rafael Buzacarini (100kg) e Rafael Silva “Baby” (+100kg).  

A maior parte da equipe é estreante em Jogos Olímpicos. Apenas Buzacarini (Rio 2016) e Baby (Londres 2012 e Rio 2016) têm participações olímpicas em suas carreiras. Rafael Silva subiu ao pódio tanto em Londres, quanto no Rio, conquistando duas medalhas de bronze para o Brasil e tentará fazer história em Tóquio buscando sua terceira medalha.  

Nas chaves femininas, o Brasil terá Gabriela Chibana (48kg), Larissa Pimenta (52kg), Ketleyn Quadros (63kg), Maria Portela (70kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg) . Mais experiente, o time feminino tem apenas duas estreantes - Chibana e Pimenta - e duas medalhistas olímpicas: Mayra e Ketleyn, que foi a primeira mulher medalhista do Brasil em esportes individuais com bronze em Pequim 2008. Treze anos depois, ela retorna aos Jogos em nova categoria e buscando reescrever sua própria história.  

“Eu vejo uma evolução nessa equipe, que vem crescendo a cada resultado. Vejo, sim, a possibilidade de fazermos uma boa competição olímpica. Temos categorias nas quais nossos atletas apresentaram grandes resultados nesse ciclo olímpico, portanto se candidatam a brigar pela medalha. Em Jogos Olímpicos sempre acontecem algumas surpresas agradáveis no Judô. Não só no brasileiro, como no mundial também. Então, acredito que os 13 judocas brasileiros que estarão nos representando lá têm chances, sim, de trazer uma medalha. Alguns têm um caminho menos difícil, pois são cabeças de chave. A nossa meta principal é manter a continuidade de medalhas em Jogos Olímpicos que gente tem desde 1984. Tenho certeza que a equipe tem potencial para chegar bem longe em Tóquio”, considera Ney Wilson Pereira, gestor de Alto Rendimento da CBJ. 

Da equipe convocada, cinco atletas serão cabeças de chave em Tóquio: Rafael Silva Baby, Maria Suelen, Maria Portela, Mayra Aguiar e Ketleyn Quadros. Eles estão no Top 8 de suas categorias e, portanto, terão a vantagem de só enfrentar os demais Top 8 a partir das quartas-de-final.  

Embarque e Aclimatação para Tóquio 

A delegação brasileira viajará para o Japão em dois grupos diferentes. O primeiro, formado pelos judocas mais leves, sairá do Brasil no dia 08 de julho. O segundo, com os atletas mais pesados que lutarão nos últimos dias, viajarão para o Japão no dia 13 de julho.  

Além dos atletas convocados para a competição, a CBJ e o COB levarão outros 20 judocas para apoiar os treinamentos, entre eles, a peso Leve Ketelyn Nascimento, (57kg), que buscava a vaga dessa categoria e se destacou no Mundial de Budapeste ajudando a equipe a conquistar a medalha de bronze nesse Mundial.  

A competição do judô nos Jogos Olímpicos será nos dias 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 31 de julho. No período pré-competição, a seleção ficará aclimatando na base do Comitê Olímpico do Brasil na cidade de Hamamatsu.  

Histórico do Judô em Jogos Olímpicos  

Apresentação - Equipe Olímpica Tóquio 2020 

Por: Assessoria de Imprensa da CBJ


Confira a live "Judô e o movimento RenovaJudô" com Vinícius Erchov e Fernando Infante


O RenovaJudô realizou uma live nesta quarta-feira, 09 de junho, com Vinícius Erchov e Fernando Infante. Na pauta,  Judô e o movimento RenovaJudô. 

Clique aqui e confira essa live na íntegra.

Por: ASCOM RenovaJudô


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