domingo, 3 de maio de 2026

Encontro histórico: antigos alunos do Sensei Yoshio Kihara celebram amizade e legado do judô

Almoço de confraternização do dia 02/05/26, da esquerda para a direita,  Paulo de Lacerda Carneiro,  Leonel Matsumoto,  Mitio Harada e Massaru Saito (grupo remanescentes de alunos do Sensei Yoshio Kihara); obs. Nesse encontro faltou o Takayuki Nishida.

No dia 2 de maio de 2026, o restaurante do Nykkei Palace Hotel, no bairro da Liberdade, em São Paulo, foi palco de um almoço repleto de memórias e emoção. Reunidos à mesa, os professores Paulo de Lacerda Carneiro, Leonel Matsumoto, Mitio Harada e Massaru Saito reviveram os tempos gloriosos dos treinos na Academia D. Pedro II, sob a orientação do lendário Sensei Yoshio Kihara, nos anos 1950 e 1960.

Grupo de judocas no ano de 1960, da Academia D. Pedro II, ao centro Sensei Yoshio Kihara, ao lado esquerdo (o 3°) Sensei Miguel Suganuma

Em um importante reencontro, o almoço foi uma celebração da história do judô paulista e da amizade que atravessou décadas. Entre lembranças e risadas, os mestres relembraram o convívio com o saudoso professor Miguel Suganuma (in memoriam), fiel escudeiro de Kihara e símbolo de dedicação ao esporte.

Durante o encontro, o professor Paulo Lacerda emocionou os presentes com palavras que traduzem o espírito do grupo:

“Quem tem amigos tem tudo.
Quem tem amigos de infância forjados em uma academia de judô tem alicerces profundos.
Meus amigos de infância não me deixam esquecer quem eu sou — porque há muito deles em mim e de mim neles.
São os amigos que conhecem minhas histórias, todas as versões que me trouxeram até aqui.
Que sorte termos crescido juntos!
Amigos de infância são como florestas cujas raízes emaranhadas dividem nutrientes e se fortalecem.
Obrigado por ainda estarem aqui.
E obrigado por me sentir vivo em cada encontro.”

Essas palavras ecoaram como um oss, símbolo de respeito e gratidão, reforçando o valor das conexões que o judô constrói dentro e fora do tatame.

O mesmo grupo completo,  com suas Armaduras Trançadas (2024)

A confraternização, que já se tornou tradição, é mais do que um simples almoço — é um marco de amizade, memória e legado. Cada reencontro renova o compromisso com os princípios do judô e celebra a vida daqueles que ajudaram a moldar gerações de praticantes.

Saúde e vida longa aos amigos do tatami. Por: Boletim OSOTOGARI


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