sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Destaques no GS de Paris, Penalber e Bruno Mendonça lutam em Budapeste


Dando prosseguimento ao planejamento traçado pela comissão técnica multidisciplinar da CBJ, o Brasil vai marcar presença em duas competições europeias neste sábado e domingo. Depois de participarem do treinamento de campo do Grand Slam de Paris, os homens seguiram para a Hungria onde competem no European Open de Budapeste e as mulheres para a Áustria, onde disputam o European Open de Oberwart. Dos doze atletas que competiram no tradicional torneio francês, apenas Sarah Menezes, Felipe Kitadai e Rafael Silva não vão disputar as copas e já voltaram ao Brasil.

Os destaques do Brasil ficam por conta dos dois medalhistas no Grand Slam, Bruno Mendonça (73kg) e Victor Penalber (81kg). O medalhista de prata em Paris busca mais pontos no ranking neste sábado, 16, a partir das dez da manhã no horário local. Bruno folga na primeira rodada e depois enfrenta o vencedor de Denis Mititelu (ROM) e André Alves (POR). Além dele, o outro representante brasileiro na Hungria no sábado é Charles Chibana (66kg) que no primeiro combate enfrenta o sérvio Nenad Vukolic. No domingo, Victor Penalber busca mais um pódio depois do bronze na França. Nacif Elias (90kg) e Renan Nunes(100kg) completam o time brasileiro em Budapeste.

Entre as mulheres, a medalhista olímpica Ketleyn Quadros (57kg) busca melhorar sua posição no ranking mundial e quer um pódio depois de ter passado muito perto do bronze na capital francesa. Ainda no sábado, além de Ketleyn – faz o primeiro combate contra Jennet Geldibayeva (TKM)-, entram no tatame Gabriela Chibana (48kg) – enfrenta a vencedora do combate entre a indiana Tombi Devi e a húngara Lilla Erdelyi -  e Eleudis Valentim (52kg) – estreia contra a húngara Patricia Toth. No domingo, é a vez de Claudirene Cezar defender as cores brasileiras. As disputam também começam as dez da manhã no fuso horário austríaco. 

As antigas Copas do Mundo passaram a se chamar Continental Cups depois das mudanças aplicadas pela Federação Internacional de Judô no começo deste ano. Mas não foi só o nome que mudou. As pontuações dadas aos atletas são diferentes. Agora, o campeão leva 100 pontos; o segundo, 60; e o terceiro, 40. Todas as chaves e as lutas podem ser vistas através do site www.ippon.org.

Por: Imprensa CBJ

Seleções júnior participam de treinamento de campo do Grand Slam de Paris


Chegou ao final nesta sexta-feira, dia 15 de fevereiro, o treinamento de campo do Grand Slam de Paris, um dos principais torneios do mundo e que foi disputado no último final de semana. No treino, o Brasil foi representado por 21 atletas da classe Sub-21 e, em parte do treinamento, pelos 12 atletas da seleção principal que competiram no torneio (Gabriela Chibana pertence às duas equipes). Todos os integrantes da equipe júnior assistiram à competição.

“Sempre olhávamos para o Japão, que trazia jovens judocas aos principais torneios, como modelo. E hoje temos a mesma estrutura e investimento, podendo trazer as seleções masculina e feminina júnior para acompanhar o Grand Slam de Paris e passar por um período de treinamento e por competições na Europa.”, afirma Ney Wilson, gestor técnico das equipes adultas.

A seleção masculina júnior é composta por Guilherme Lócio (55kg/RS), Nicolas Santos (60kg/SP), Gabriel Pinheiro (66kg/PE), Ricardo Santos Júnior (66/MG), Gabriel Mendes (73kg/RJ), Gustavo Assis (81kg/MG), João Pires (81kg/PR), Henrique Silva (90kg/SP), Delan Monte (100kg/PB), Ruan Silva (+100kg/RJ) e Victor Silva (+100kg/SP).  No dia 16 de fevereiro, eles disputam um torneio regional francês, chamado Judo Institute, e seguem para mais uma etapa de treinamentos no INSEP, o Centro Olímpico que é referência no mundo todo. Retornam ao Brasil no dia 22 de fevereiro.

Já as dez meninas da equipe retornam para o Brasil depois de terem participado do Torneio de Arlon, na Bélgica, e de também passarem por um período de treinos no INSEP.  Tawany Silva (44kg/SP), Gabriela Chibana (48kg/SP), Nathália Brígida (48kg/MG), Jéssica Pereira (52kg/RJ), Camila Barreto (57kg/RS), Ana Carla Grincevicus (63kg/MG), Jéssica Santos (63kg/SP), Samanta Soares (78kg/SP), Isadora Pereira(78kg/MG) e Camila Gebara (+78kg/MS) representaram o Brasil na Europa.

A comissão técnica nessa primeira fase de Estágio Internacional Sub-21 é formada por Kenji Saito, gestor técnico nacional de base; Andrea Berti e Danuza Shira, técnicas da equipe feminina; Fulvio Miyata e Douglas Vieira, técnicos da equipe masculina; e pelos fisioterapeutas Gabriela Zanotti e Gustavo Braga.

“Esse é um dos treinamentos de campo internacional mais fortes do mundo, por se tratar de um evento (Grand Slam de Paris) de muita relevância e tradição no judô. Os brasileiros tiveram a oportunidade de treinar com medalhistas olímpicos e mundiais de diferentes países, além das seleções juniores de  Japão e França. Nossos judocas enfrentaram de frente os maiores nomes do judô mundial fazendo dessa experiência um ótimo momento de autoconhecimento e reflexão de como eles estão no esporte”,  analisou Kenji.

Por: Imprensa CBJ

Sogipa contrata quatro jovens judocas


A equipe Oi/Sogipa de judô agregou quatro jovens - três de São Paulo e uma de Minas Gerais -, que já treinam em Porto Alegre mirando os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. João Pedro Godoy de Macedo, 20 anos, categoria até 73kg, foi campeão brasileiro sub-20 em 2010 e campeão brasileiro adulto em 2012. Raphael Minoru Miaque, 20 anos e até 60kg, foi campeão pan-americano sub-20 em 2009. Horácio Maciel Antunes, 20 anos e até 100kg, é bicampeão pan-americano (2008 e 2011). E a mineira Mayra Gabriela Silva, 21 anos, da categoria até 52kg, é bicampeã dos Jogos Abertos Brasileiros.

O quarteto integra-se ao grupo comandado pelo técnico Kiko Pereira e que já conta com atletas como Mayra Aguiar, Felipe Kitadai e Maria Portela, judocas que estiveram nos Jogos de Londres. Os dois primeiros voltaram na Inglaterra com o bronze olímpico.

Foto: Miguel Noronha/Sogipa
*Com informações do jornal Zero Hora 

Por: Imprensa CBJ

Leandro Cunha se despede do Pinheiros


Leandro Cunha, duas vezes medalha de prata no Campeonato Mundial Sênior (2010-11), não defende mais as cores do Pinheiros/SP. O contrato do atleta com o clube se encerrou após 12 anos.

\"Gostaria de agradecer a toda instituição Pinheiros pelo que me proporcionou durante esses 12 anos. Foram muitas alegrias nos tatames, resultados importantes e amizades\", disse Coxinha. \"Estou iniciando um novo ciclo rumo a 2016 com novas ideias e projetos\", concluiu o judoca da seleção brasileira.

Por: Imprensa CBJ

Japonesa encosta, mas Sarah segue líder do ranking mundial


A Federação Internacional de Judô divulgou nesta quarta-feira (13) o ranking mundial atualizado, com as pontuações obtidas no Grand Slam de Paris, no último fim de semana. A piauiense Sarah Menezes continua líder, mas viu sua vantagem de 450 pontos para a vice-líder ser reduzida a 28, com a ascensão da japonesa Haruna Asami ao segundo lugar.

Sarah não somava pontos desde os Jogos Olímpicos de Londres, em julho de 2012, quando ficou com a medalha de ouro. Desde então, ela liderava o ranking da categoria até 48 quilos com folga. Ainda que tenha perdido a vantagem, a atleta é a única brasileira no topo da lista.

Até 4 de fevereiro, Haruna Asami, ex-líder do ranking, ocupava apenas a quarta posição com 970 pontos. Agora, a japonesa saltou para o segundo lugar com 1.470, graças ao ouro no Grand Slam de Paris. Sarah Menezes, quinta colocada no mesmo torneio no último final de semana, foi de 1.398 a 1.498. A piauiense só volta a competir em abril, no Pan-Americano.

A aproximação tão rápida, em apenas um torneio, é explicada pelas mudanças no próprio ranking. O Grand Slam, que antes dava apenas 300 pontos ao campeão, agora rende 500. O quinto lugar de Sarah Menezes em Paris somaria 60 pontos, que agora são 100, fundamentais para manter a piauiense na liderança.

Nas outras posições, a lista traz nomes que ainda não competiram em 2013, como a belga Charline Van Snick (terceira com 1.048 pontos), ou até se aposentaram, caso da romena Alina Dumitru, vice-campeã olímpica (quarta colocada com 990 pontos).

Mais brasileiros

Na mesma categoria de Sarah Menezes, Gabriela Chibana aparece em 13º lugar, com 462 pontos.

Vice-campeão em Paris, Bruno Mendonça (-73kg) do 16º para o 11º lugar, enquanto Marcelo Contini é o 18º. Já Victor Penalber (-81kg) era o terceiro e se tornou vice-líder do ranking com bronze no Grand Slam, enquanto Leandro Guilheiro é o sexto na mesma categoria.

Bronze nas Olimpíadas de Londres, Felipe Kitadai (-60kg) é o sexto. Diego Santos é o 16º na mesma categoria. Rafael Silva (+100kg), também terceiro colocado nos Jogos Olímpicos, está em terceiro lugar no ranking.

Ainda entre os homens, Leandro Cunha (-66kg) é o 15º, Tiago Camilo (-90kg) é o 12º, mesma posição de Renan Nunes (-100kg).

Entre as mulheres com melhores posições, aparecem Érika Miranda (-52kg) em segundo lugar, Rafaela Silva (-57kg) em quinto, seguida por Ketleyn Quadros em 10º, Maria Portela (-70kg) também na vice-liderança, Mayra Aguiar (-78kg) em quarto e Maria Suelen Altheman (+78kg) em terceiro.

Por: Fábio Lima - Cidade Verde
Foto: Marcio Rodrigues - MPIX

Bruno Mendonça sobe cinco posições no ranking mundial com prata no GS de Paris



Os pontos distribuídos no Grand Slam de Paris, competição em que começaram a ser testadas as mudanças de regras sugeridas pela FIJ, inclusive na pontuação para os atletas, mexeram com o ranking mundial. A mudança mais significativa foi a de Bruno Mendonça, melhor brasileiro em Paris, que subiu cinco posições no ranking graças aos 300 pontos da prata conquistada no torneio e agora é o 11º na categoria até 73kg.

Outra mudança bastante positiva para o Brasil foi na categoria até 81kg, já que Victor Penalber, bronze na França, somou mais 200 pontos e agora é o segundo colocado no ranking mundial. Ele fica atrás apenas do sul-coreano Jae-Bum Kim. Ainda nesta categoria, Leandro Guilheiro, que não competiu no GS, é o sexto colocado. 

Rafael Silva (+100kg), que somou 100 pontos em Paris com a quinta colocação, agora é o terceiro do ranking, 52 pontos atrás do sul-coreano Sung-Min Kim. Teddy Rinner é o líder. Outro medalhista brasileiro em Londres e que também ficou na quinta colocação em Paris, Felipe Kitadai é o sexto na categoria até 60kg, pouco menos de 500 pontos atrás do líder Naohisa Takato.
Já no feminino, a campeã olímpica Sarah Menezes manteve a liderança do ranking na categoria até 48kg mas agora está apenas 28 pontos à frente da japonesa Haruna Asami, campeã em Paris. Outras brasileiras que se mantiveram em posição de destaque no ranking são Érika Miranda - segunda colocada na categoria até 52kg; mesma posição de Maria Portela na até 70kg; Maria Suelen Altheman - terceira colocada na categoria acima de 78kg; e Mayra Aguiar - quarta colocada na categoria até 78kg.

O Brasil tem outros 9 atletas na zona de classificação olímpica (até o 14º lugar para as mulheres e até 0 22º para os homens): Gabriela Chibana,13ª colocação na categoria até 48kg; Eleudis Valemtim, décima na categoria até 52kg; e Rafaela Silva e Ketleyn Quadros, 5ª e 10ª colocadas na categoria até 57kg respectivamente. Entre os homens, Diego Santos é o 16º na categoria até 60kg; Leandro Cunha (66kg) é o 15º; Marcelo Contini (73kg) é o 18º; Tiago Camilo (90kg) é o 12º; Hugo Pessanha (90kg)é o 20º, Renan Nunes (100kg) é o 12º; mesma posição de David Moura na categoria pesado.

Por: Imprensa CBJ

São Paulo: FPJ divulga regulamentos e programações da Copa São Paulo


A Federação Paulista de Judô realizará nos dias 22, 23 e 24 de março a Copa São Paulo 2013. O evento será realizado no ginásio poliesportivo municipal de São Bernardo do Campo “Adib Moysés Dib” e é aberto a todos os judocas do Brasil. Este ano a novidade da competição está no campeonato de Kata, que será disputado em cinco estilos: Nague-no-kata, Katame-no-kata, Kime-no-kata, Ju-no-kata e Kodokan Goshinjitsu. É esperado também um aumento na participação dos judocas da classe Grand Masters.
A competição terá início na sexta-feira (22) a partir das 13:00hs com o Kata e na sequência os combates da classe Grand Masters.
No sábado (23) lutam as classes  Sub 18, Sub 21 e Sênior e no domingo (24) as classes Sub 11, Sub 13 e Sub 15.
Confira abaixo as programações e regulamentos.
Clique aqui e confira a programação do Kata.
Clique aqui e confira a programação do Grand Masters e demais classes.
Clique aqui e baixe o formulário de inscrição do Kata.
Clique aqui e baixe o formulário de inscrição do Grand Masters e demais classes.
Clique aqui e baixe o AnexoII – Atestado Médico e Termo de Responsabilidade para o Grand Masters.
Clique aqui e confira o regulamento da Copa São Paulo de Kata.
Clique aqui e confira o regulamento da Copa São Paulo classes Infantil à Sênior
Clique aqui e confira o regulamento da Copa São Paulo Grand Masters.
Imprensa FPJ

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Kitadai termina o Grand Slam de Paris em quinto


Por pouco 2013 não começou com uma medalha de bronze para Felipe Kitadai. O judoca da Sogipa terminou o Grand Slam de Paris na quinta colocação, neste sábado. Com o resultado, ele somou 100 pontos no ranking mundial, o que deve fazer com que ele entre no top-5 da categoria ligeiro.

Em Paris, o sogipano estreou com vitória de waza-ari sobre o turco Ahmet Kaba. Na segunda rodada, classificou-se com um ippon sobre o austríaco Ludwig Paischer e, nas quartas de final, ganhou de waza-ari do anfitrião Sofiane Milous, da França.

O embalo foi cortado pelo sul-coreano Jin-Min Jang, que superou Kitadai na semifinal. Na dusputa pelo bronze, o brasileiro não conseguiu superar o georgiano Amiran Papinashvili e encerrou na quinta posição.

Técnico aprova atuação

O técnico de Felipe Kitadai na Sogipa, Antônio Carlos Pereira, o Kiko, aprovou a participação. “Ele foi bem agressivo e está numa condição física muito boa. Kitadai ganhou pela primeira vez do francês Milous e o adversário austríaco”, ressaltou.

“Já temos um diagnóstico do que pode ser melhorado. Mas acho que, no geral, ele se adaptou bem às novas regras”, comentou Kiko.

Brasil chega a uma final

Assim como o sogipano, Sarah Menezes e Ketleyn Quadros terminaram na quinta colocação. Bruno Mendonça levou o Brasil à final da categoria 73 kg e ficou com a medalha de prata, no melhor resultado do dia para a Seleção.

A competição segue neste domingo, com as categorias 70kg, 78kg, +78kg, 81kg, 90kg, 100kg e +100kg. O também sogipano Renan Nunes (100 kg) estará em ação.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

São Paulo: Federação Paulista de Judô informa o retorno do treinos de KATA no Centro de Aperfeiçoamento Técnico (CAT)

A Federação Paulista de Judô informou que os treinos de KATA retornarão ao Centro de Aperfeiçoamento Técnico (CAT) todas as quartas-feiras, a partir do dia 20 de fevereiro.

O CAT está localizado na Rua Airosa galvão, 45, Água Branca, São Paulo.

O Horário dos treinos será das 20:00hs às 22:00hs

Por: Imprensa FPJ

Unesco declara judô como esporte mais adequado para crianças


Os amantes do judô sabem que uma das maiores lições do esporte está no próprio nome. O “caminho suave” transcende a prática esportiva e se torna lema de vida. A característica de integração física e social que fez com que o Comitê Olímpico Internacional declarasse a modalidade como o mais completa por promover valores de amizade, participação, respeito mútuo e esforço para melhorar.

A Unesco, braço das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, também destaca o judô como um esporte que possibilita o relacionamento saudável com outras pessoas, utilizando o jogo e a luta como um integrador dinâmico.

Além disso, conforme o estudo da Unesco, o judô é o melhor esporte como formação inicial para as crianças e jovens de quatro a vinte e um anos já que promove uma educação física integral. O esporte permite, através do conhecimento e prática regular do mesmo, o aprimoramento de todas as possibilidades psicomotoras: localização espacial, perspectiva, ambidestria, lateralidade, jogar, puxar, empurrar, rastejar, pular, rolar, cair, coordenação conjunta e independente de ambas as mãos e pés, dentre outras.

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Por: Imprensa CBJ

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Alagoas: Município de Piranhas realiza projeto social de judô


Uma parceria firmada entre a Prefeitura Municipal de Piranhas, através do diretor de esportes e lazer, Flávio Henrique Leão Loureiro, com o apoio do prefeito, Dr. Dante Salatiel e com da Associação Esportes Sem Fronteiras, representado pelo presidente no Brasil, o Judoca Olímpico e Campeão Mundial Luciano Correa e seu coordenador técnico André Fernandes, resultou na realização de um projeto social de judô no município.

O referido projeto terá inicio em 23 de Fevereiro de 2013, que com certeza será o maior e mais ousado projeto de judô do Estado de Alagoas!

Inicialmente, funcionará no ginásio de esportes do município de Piranhas, Demócrito Damasceno Ventura, com um dojô de 150 m2, tendo em sua estrutura uma secretaria, escritório, vestiários, banheiros, lanchonete, refeitório, sala médica e de fisioterapia. Com a experiência do professor de judô Weydner Wellisson, sob a coordenação do professor André Fernandes e apoio técnico do judoca Luciano Correa, além do suporte dos seguintes  profissionais: Médico, preparador físico, nutricionista, fisioterapeuta, orientador educacional e assistente social.

A principio o projeto visa atender 300 (trezentas) crianças, divididas em 12 turmas de 25 alunos, por faixa etária.

O objetivo inicial do projeto será a inclusão social e melhoria do desempenho educacional das crianças e dos jovens Piranhenses, mas com o objetivo de num futuro muito próximo, formar uma equipe de alto rendimento, onde sonham alçar vôos mais altos, e formar atletas de nível de Seleção Brasileira. 

Por: Judô Piranhas - AL

Araras: Avaliações apontam evolução física dos atletas da Associação Mercadante


Vinte dias após o retorno aos treinamentos para a temporada 2013, os atletas do Projeto “Kimono de Ouro” da Associação Marcos Mercadante de Judô já apresentam significativa evolução física. É o que apontam os testes realizados entre os dias 16 e 20 de janeiro, logo após a volta das férias, no dia 14 do mesmo mês. 

As avaliações, comandadas pelo preparador físico Paulo Roveroni, serviram também para mostrar a evolução de crescimento natural dos atletas, o que é importante para pautar a sequência do trabalho. “Nossas avaliações são planejadas de acordo com o calendário anual de competições e realizadas em períodos específicos. Isso tudo para que possamos chegar aos ajustes necessários durante o calendário de preparação física”, explicou Roveroni.

Foram feitas análises corporais, que englobam as medidas de antropometria, circunferência e diâmetro; testes motores (agilidade, potência, resistência e resistência específica) e avaliações específicas da modalidade, que é o Judo Fitness Test. “Com este trabalho, concluímos qual é a melhor forma de preparar os judocas para a temporada. Mês que vem já teremos competições e quero ver os atletas no auge físico o quanto antes”, destacou o professor Marcos Mercadante.

Por: Associação Mercadante de Araras

Criciúma: FME abre aulas de judô


O judô protagonizou algumas das maiores vitórias da história do esporte brasileiro. A arte marcial oriunda do Japão conquistou notoriedade no país pouco após o centenário da criação, em 1988, com a medalha de ouro olímpica conquistada por Aurélio Miguel, em Seul. Desde então, outros grandes atletas foram revelados no Brasil. Com o objetivo de desenvolver a modalidade em Criciúma, a Fundação Municipal de Esportes (FME) volta a implantar os núcleos de aulas e treinamentos. As matrículas estão abertas na sede da entidade, no Ginásio Municipal Irmão Valmir Orsi.

Os núcleos com aulas gratuitas recebem, em horários diferentes, crianças e adultos. “Temos o projeto de tornar o judô criciumense competitivo em nível estadual. Em 2012, com pouco menos de seis meses de preparação, conseguimos levar três atletas para os Jasc, o que já configura uma vitória”, conta o coordenador da modalidade na FME, Eduardo Moreno. 

Moreno comandará as aulas para adultos no período noturno, às segundas, terças e quintas-feiras, das 19h30min às 21h30min. Crianças e adolescentes, a partir de sete anos, podem entrar também no núcleo. Todas as aulas ocorrem no Ginásio Municipal Irmão Valmir Orsi. “O judô pode ser praticado desde os sete anos até os mais idosos, por homens e mulheres. Para as crianças, fizemos um trabalho de aprendizado lúdico, até que eles tenham noções de aplicação de força e disciplina”, explica o professor das turmas vespertinas, Eduardo Darós Coelho.

Os principais ensinamentos repassados ao longo dos treinamentos, de acordo com Moreno, são noções de socialização, autocontrole, administração do uso da força e conhecimento de autodefesa. “A arte marcial preza muito pela disciplina, sendo fundamental para a formação pessoal e incentivando o rendimento na escola. Para os adultos, da mesma forma, além de ajudar no controle do peso, algo muito procurado hoje em dia”, salienta.

História do judô

Criado em 1882 em Tóquio por Jigoro Kano, o judô reúne fundamentos de outras artes marciais, principalmente o jiu-jitsu. Na tradução livre, judô significa “caminho suave”. A modalidade foi trazida ao Brasil no início do século XX por japoneses.

Em nível internacional a representação brasileira conquistou o respeito mundial por grandes resultados obtidos, principalmente em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais. No maior evento esportivo do planeta a coleção de medalhas destaca os ouros de Aurélio Miguel, em Seul (1988), Rogério Sampaio, em Barcelona (1992) e Sarah Menezes nos jogos de Londres (2012).

Outro notável judoca da história recente do Brasil é o gaúcho João Derly, com quem o coordenador e técnico da modalidade da FME de Criciúma, Eduardo Moreno, treinou na Sociedade Ginástica de Porto Alegre (Sogipa).

Colaboração: João Pedro Alves/Comunicação PMC



domingo, 10 de fevereiro de 2013

Grand Slam de Paris: Penalber conquista medalha de bronze


Victor Penalber conquistou a segunda medalha brasileira no Grand Slam de Paris. Neste domingo (10/2), o meio-médio ficou com o bronze na competição, seu quinto pódio consecutivo em Grand Prix e Grand Slam pelo circuito mundial desde junho de 2012 (GS Rio de Janeiro, GP Abu Dhabi, GP Quingdao, GS Tóquio e GS Paris). No sábado, o Brasil já havia subido ao pódio com a prata de Bruno Mendonça no peso leve. Os medalhistas olímpicos Sarah Menezes, Ketleyn Quadros, Felipe Kitadai e Rafael Silva terminaram na quinta colocação.

\"Trouxemos muitos atletas jovens para Paris. Foi um bom resultado para o começo de ciclo, com as seleções ainda em início de treinamento e com novas regras sendo testadas pela Federação Internacional\", disse o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.

Penalber fez cinco lutas para chegar ao pódio. Bateu o alemão Sven Maresh e o coreano Woong Suk Hong, perdendo apenas nas quartas para o georgiano Avtandil Tchrikishvili. O brasileiro passou em seguida por dois russos: Alan Khubetsov e Murat Khabachirov, na disputa do bronze.

\"Ganhar medalha em Paris e Tóquio é muito especial. Gosto de lutar com torcida como aqui e foi importante continuar entre os melhores da categoria\", comentou Penalber.
Rafael Silva, no pesado, foi até a semifinal, depois de passar pelo holandês Grim Vuiksters e pelo francês Mathieu Bataille. O medalhista olímpico de Londres acabou derrotado pelo coreano Sung-Min Kim na semi e perdeu a disputa do bronze por punição (2-1) para o japonês Ryu Shichinohe.

Neste domingo, lutaram ainda Claudine Cezar (+78kg), Nacif Elias (90kg) e Renan Nunes (100kg), que não chegaram às lutas valendo medalha.
A delegação brasileira segue em treinamento em Paris, com as seleções que participaram do Grand Slam. Além da equipe principal, se juntam ao treino os judocas das seleções brasileiras júnior masculina e feminina.

\"É um passo importante na formação dessa nova geração de atletas. O treino em Paris é um dos mais fortes do mundo e, com isso, eles já vão se aproximando da realidade do sênior\", comentou Kenji Saito, coordenador das categorias de base da CBJ.

Clique aqui e confira os resultados completos de domingo.

Por: Imprensa CBJ

Mudanças no judô geram polêmicas


Leandro Guilheiro não aprova as mudanças

Esporte no qual o praticante perde até 13 calorias por minuto e faz cerca de cinco lutas por dia, o judô deu novo sentido ao suor dos atletas. Em busca do dinamismo perdido - após muitas alterações nas regras -, a Federação Internacional achou a solução: mudar outra vez. Em fase experimental, as novas e polêmicas determinações preocupam atletas e médicos. A pesagem um dia antes dos eventos é a principal delas e pode ocasionar doenças a curto prazo.

Copiada do MMA, sob a alegação de que pode trazer ao judô a visibilidade perdida há mais de uma década, a medida de antecipar a pesagem pode causar reformulação no esporte, com a chamada "secagem" - redução de líquido no organismo do atleta para descer de categoria. As novidades serão vistas, a partir deste sábado, no Grand Slam de Paris, e serão testadas até o Mundial do Rio, em agosto.

Na opinião de especialistas, a mudança pode causar doenças nos atletas que optarem por perder alguns quilos para levar vantagem ilusória.

“Essa não é uma mudança saudável. É uma desidratação aguda e pode causar insuficiência renal. Desidratação e treinos pesados causam grandes lesões”, alerta o médico da Seleção Breno Schor.

“Se é copiado do MMA, o exemplo é ruim. Corremos risco de perpetuar um hábito perigoso e que não trará vantagem”, acrescenta.

Para lidar com a novidade, a Confederação Brasileira promoveu palestra para os 43 atletas da Seleção, com instruções de treinadores, médicos e nutricionistas. Os judocas ouviram vantagens e desvantagens e, por enquanto, optaram por não se aventurar. Na Europa, porém, a prática deve pegar.

Especialista em medicina ortomolecular e responsável pela "secagem" de lutadores de MMA, entre eles José Aldo, do UFC, Hélio Ventura critica a prática no judô.

“É um retrocesso brutal. Lutadores de MMA já estão acostumados a perder de cinco a 15 quilos antes das lutas, mas os judocas sofrem desgaste maior e não terão benefícios”, condena.

“É uma tática perigosa se não for feita corretamente”, adverte Hélio.

Dono de duas medalhas olímpicas (bronze em 2004 e 2008), o meio-médio Leandro Guilheiro frisa que a Federação Internacional está descaracterizando o esporte.

“Estão mudando demais. Fica difícil de entender o propósito deles e isso acaba restringindo o crescimento do judô”, reclama, com testa franzida e tom de voz nada sereno. Nesse caso, é acatar e engolir a seco.

Interpretação dos juízes preocupa

Outro fator que preocupa a equipe brasileira e os treinadores é a interpretação dos juízes após tantas mudanças técnicas e disciplinares. Novas punições, alteração no Golden Score, a proibição no ataque às pernas dos adversários, entre outras, devem confundir no início.
Campeã olímpica em Londres, até 48kg, Sarah Menezes se mostra apreensiva com a interpretação dos árbitros.

“Não gostei das novidades. Mudar as regras tantas vezes acaba gerando uma enorme confusão na cabeça dos atletas e dos juízes. Vamos esperar as competições para ver a maneira como eles vão interpretar as mudanças. Esse é o maior problema agora”, comenta a piauiense.

Alterações na regra

IPPON

Os juízes serão mais rigorosos na hora de marcar o golpe que finaliza a luta. Além disso, cair em posição de ponte será considerado como ippon.

GOLDEN SCORE

O tempo extra não terá mais limite e o primeiro lutador que aplicar um golpe válido vence a luta, ou quem receber o primeiro shido (falta) perde o duelo.

IMOBILIZAÇÕES (OSAEKOMI-WAZA)

Se a técnica de imobilização começar sendo aplicada na área de luta, mas for concluída fora, será válida. Nas novas regras, com 10s de imobilização, o atleta ganha um yuko, com 15s, wazari, e, com 20s, ippon.

JUÍZES

Apenas um juiz central comandará o tatame, e não três como antes. Um juiz na mesa de vídeo, e com comunicação via rádio, vai auxiliá-lo nas decisões.


Por: Rafael Paiva - O Dia

sábado, 9 de fevereiro de 2013

São Paulo: Comissão Multidisciplinar da CBJ conta com 06 paulistas em seu quadro



Com o objetivo de, em breve, contar com 25 profissionais no quadro da Comissão Multidisciplinar, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) já possui uma equipe altamente qualificada para dar todo o suporte e condições adequadas para a preparação dos atletas da seleção brasileira. E nesse quadro, figuram profissionais paulistas que atuam como técnicos na seleção de base e também na seleção principal.

Douglas Vieira, medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles 1984,  é o técnico da seleção de base masculino. Andréa Berti, bronze no Pan de Mar Del Plata 1995, e Danusa Shira Bittencourt, técnica da campeã mundial Tawany Silva,  são as técnicas da seleção de base feminino. Luiz Shinohara, judoca olímpico em Moscou 1980 e Los Angeles 1984, eleito em 2007 o melhor técnico do ano pelo COB, e Fulvio Myiata, campeão sul-americano em 2003 e que atuava como técnico auxiliar na seleção de base masculina, atuam na seleção masculina principal. Na seleção feminina principal atua o mais novo contratado da CBJ, o professor Mário Tsutsui, ex técnico da judoca Edinanci Silva e da equipe masculina do AD São Caetano , em substituição à técnica Rosicléia Campos, em licença de gravidez.

Essa equipe, somada aos demais profissionais da Comissão, tem o objetivo principal de alcançar a meta colocada pelo COB em 2016: cinco ou seis medalhas no judô nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.

A Federação Paulista de Judô deseja sucesso aos técnicos e que os objetivos e desafios propostos sejam plenamente alcançados.

Imprensa FPJ

Grand Slam de Paris: Bruno Mendonça é prata


Bruno Mendonça (73kg) conquistou a primeira medalha do Brasil no Ciclo Olímpico 2016. O peso leve ficou com a prata no Grand Slam de Paris, disputado neste sábado (9/2), no giásio de Bercy. Felipe Kitadai (60kg), Sarah Menezes (48kg) e Ketleyn Quadros (57kg) perderam na disputa do bronze e terminam em quinto lugar. A competição termina neste domingo de carnaval.

“Apesar de não ter ganhado o ouro, foi uma das minhas melhores competições. E sempre que a gente sobe ao pódio da a sensação de que estamos no caminho certo”, disse Bruno Mendonça, que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Bruno fez seis lutas para chegar à medalha e travou duelos emocionantes, em especial com o experiente francês Benjamin Darbelet (prata em Pequim 2008), com placar apertado e pontuações para os dois lados, e o holandês Dex Elmont, prata nos dois últimos Campeonatos Mundiais (2010/11), que chegou a Paris como cabeça de chave número um da competição. No zerar do cronômetro, o brasileiro garantiu a vaga na decisão com um ippon.

“A luta mais ‘enroscada’ foi com o Darbelet. Mas a mais dura, sem dúvida, foi a final”, avaliou o judoca de Santos, que perdeu a decisão para o mongol Tsagaanbaatar Khashbaatar, dono de um bronze olímpico e um título mundial.

Os dois brasileiros medalhistas olímpicos de Londres que lutaram neste sábado, Sarah Menezes e Felipe Kitadai, acabaram derrotados na disputa do bronze, terminando na quinta colocação. Sarah perdeu por ippon para a mongol Urantsetseg Munkhbat, enquanto Kitadai levou a pior diante de Amiran Papinashvili, da Geórgia, também por ippon.

“É triste sair de uma competição como essa sem medalha. Fiz uma boa campanha, mas infelizmente fiquei fora do pódio”, comentou Kitadai, que subiu ao tatame cinco vezes e venceu atletas de destaque como o francês Sofiane Milous, quinto nos Jogos de Londres, e o austríaco Ludwig Paischer, prata em Pequim 2008.

Ketleyn Quadros, bronze nas Olimpíadas de 2008, também terminou em quinto lugar em Paris. A brasileira fez cinco combates, mas acabou perdendo o lugar no pódio diante da japonesa Nae Udaka, por ippon.

As jovens Gabriela Chibana (48kg) e Eleudis Valentim (52kg) perderam logo na estreia para duas francesas: respectivamente Aurore Climence e Delphine Delsalle. Charles Chibana (66kg) foi derrotado em seu segundo combate por Sergey Lim, do Cazaquistão.

Neste domingo competem Claudirene Cezar (+78kg), Victor Penalber (81kg), Nacif Elias (90kg), Renan Nunes (100kg) e o medalhista olímpico Rafael Silva (+100kg).

Clique aqui e confira as chaves completas deste sábado.

Por: Imprensa CBJ

Seleção masculina sub-21 viaja para Estágio Internacional


Os doze atletas da seleção sub-21 masculina que vão participar da I Etapa do Estágio Internacional chegaram à França hoje, dia oito de fevereiro. A delegação brasileira é composta por Guilherme Lócio (55kg/RS) Nicolas Santos (60kg/SP) Gabriel Pinheiro (66kg/PE) Ricardo Santos Júnior (66/MG) Gabriel Mendes (73kg/RJ) Gustavo Assis (81kg/MG) João Pires (81kg/PR) Henrique Silva (90kg/SP) Delan Monte (100kg//PB) Ruan Silva (+100kg/RJ) Victor Silva (+100kg/SP). A comissão técnica é formada pelos técnicos Fulvio Myiata e Douglas Vieira e pelo fisioterapeuta Gustavo Braga. O chefe da delegação é Kenji Saito, gestor técnico nacional de base.

A chegada nesta sexta visa dar aos atletas a oportunidade de assistir ao Grand Slam de Paris que acontece neste final de semana para conhecerem o ambiente de um dos torneios mais importantes do mundo. Em seguida, participam do treinamento de campo da competição, inclusive com os treze atletas da seleção principal. No dia 16 de fevereiro, eles disputam um torneio regional francês, chamado Judo Institute, e seguem para mais uma etapa de treinamentos no INSEP, o Centro Olímpico que é referência no mundo todo. Retornam ao Brasil no dia 22 de fevereiro.

Por: Imprensa CBJ

Seleção feminina Sub-21 treina em Centro Olímpico francês que é referência


Um dos objetivos  da CBJ ao levar atletas brasileiros para treinar fora do Brasil, os chamados Estágios Internacionais, é fazer com que eles possam ter acesso ao que de melhor existe no mundo em termos de estrutura para a prática esportiva. Nesse sentido, as dez meninas que viajaram para essa primeira etapa dos estágios puderam desfrutar de um local de treinamento considerado excelente pela comissão técnica.  De quatro a oito de fevereiro, Gabriela Chibana (SP), Samanta Soares (SP), Nathália Brígida (SP), Tawany Silva (SP), Jéssica Pereira (RJ), Camila Barreto (RS), Jéssica Santos (SP), Isadora Pereira (MG), Ana Carla Grincevicus (MG) e Camila Gebara (MS) treinaram diariamente no INSEP, uma espécie de Centro Olímpico Francês, com as seleções da França, Alemanha, Japão e Kazaquistão.  

\\\"Essa semana foi muito produtiva. As atletas tiveram a oportunidade de treinar com as melhores de suas categorias de peso e conhecer um Centro Olímpico de excelência, referência em todo mundo. Nossas técnicas, Danusa Shira e Andrea Berti, estão sempre ao lado das atletas orientando e auxiliando no processo de aprendizagem. Estou certo que elas retornarão melhores do que vieram e com alguns deveres de casa, cientes do que precisam melhorar\\\", afirmou Kenji Saito, gestor técnico nacional de base, lembrando que a partir deste sábado, oito de fevereiro, será a vez dos 12 atletas da seleção masculina júnior treinarem no local. Todos assistirão ao Grand Slam de Paris, onde utilizadas as novas regras da FIJ pela primeira vez.

Depois da primeira guerra mundial, a França passou a adotar um modelo de incentivo à prática esportiva focado em escolas específicas que integravam a educação tradicional e educação física de alto nível. Por conta do fraco desempenho nos Jogos de 1960 e 1964, foi inaugurado em 1965 pelo general Joseph Hall Maigrot De Gaulle a Escola Normal Superior de Educação Física com o objetivo de reunir várias dessas escolas especiais. Em 1975, o local passou a se chamar INSEP (sigla em francês para Instituto Nacional do Esporte e da Educação Física) oficialmente e, com o passar dos anos, várias dessas instituições de ensino foram se juntando nessa estrutura.  Atualmente, são 27 pólos espalhados pela França e mais de 600 atletas beneficiados, sendo que destes 150 são menores que estudam em sistema de internato.

Por lei, o INSEP tem como missões participar no desenvolvimento da política nacional do desporto e da atividade física, particularmente no que diz respeito ao alto rendimento, dando toda a infraestrutura necessária para a preparação de atletas olímpicos e paralímpicos; contribuir para a proteção da saúde dos atletas e preservar a ética do esporte. Entre as atividades que são desenvolvidas no espaço destacam-se o treinamento e preparação de atletas, associada à formação acadêmica; contribuir pela tecnologia científica, médica e no campo da atividade física, incluindo a produção e disseminação do conhecimento na área de esportes de alto rendimento; e a cooperação com instituições francesas e estrangeiras no campo da atividade física. E é desse último pronto que a CBJ tem feito uso nos últimos anos.

Hoje, o INSEP é considerado um Centro Olímpico de referência em todo o mundo. Em 2011, o investimento do governo francês chegou a 42 milhões de dólares. Em compensação, um terço da delegação francesa nas Olimpíadas de Atenas 2004 e Pequim 2008 saíram do INSEP. Das 41 medalhas da França nos Jogos da China, 21 foram conquistadas por atletas que foram ou são treinados nos pólos. Em Londres 2012, foram 19 das 34 medalhas. Mais uma prova de que uma boa estrutura, faz toda a diferença na hora de chegar ao pódio.

Por: Imprensa CBJ

Nacif Elias pode voltar a treinar no Espírito Santo


Depois de subir de categoria e garantir o retorno à seleção brasileira, Nacif Elias pode ter mais uma guinada na carreira. O judoca que treinou durante quatro anos em Minas e está há um ano no Rio de Janeiro pode voltar ao Espírito Santo, estado de origem dele. O nome do atleta é cotado para ser o “garoto-propaganda” de um projeto do Governo do Estado, em parceria com o Ministério do Esporte, que pretende revelar talentos e mantê-los em solo espírito-santense visando às Olimpíadas do Rio 2016. Repatriar atletas de alto rendimento é uma das estratégias para impulsionar o projeto em nove modalidades: natação, vôlei de praia, judô, taekwondo, boxe, handebol, ginástica rítmica, ginástica artística e badminton.

“Me sinto horando, pois esse sempre foi meu sonho. As chances de retornar ao Estado são grandes, mas antes de bater o martelo vou conversar mais detalhadamente com o pessoal do Governo do Estado. Até porque hoje sou atleta do Flamengo e preciso dar satisfação ao clube que há um ano me recebeu de braços abertos após sair do Minas Tênis, onde fiquei por quatro anos”, disse Nacif.

A palavra final do judoca deve acontecer assim que ele voltar ao Brasil. Nacif está com a seleção brasileira que no dia 9 de fevereiro irá disputar o Grand Slam de Paris, na França, e na semana seguinte competirá no Continental Open de Budapeste, na Hungria.

Por: Imprensa CBJ

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