Para o Sensei Goka, responsável técnico do Judo Elite, a chegada dessas atletas não tem como objetivo apenas a conquista de medalhas, mas também a transformação do judô interno. “É muito satisfatório. Isso faz com que nosso desempenho técnico seja alavancado, porque trazemos experiência de outras regiões e nossos atletas se sentem motivados”, afirmou o técnico, destacando que essa parceria é anual e abrangerá todos os torneios nacionais de 2026.
Laura Rasoanaivo, cinco vezes campeã da África e atleta olímpica por Madagascar, descreveu a integração como uma “aventura única”. Acostumada ao circuito internacional, Laura reconhece a particularidade do judô praticado em Angola: “Sei que o estilo dos judocas angolanos é muito forte fisicamente. Não conheço todas as adversárias, por isso preciso me concentrar na minha técnica, no que posso controlar e no meu mental para dar o meu melhor”, destacou a atleta de Madagascar.
Com um bronze mundial no currículo e três títulos de campeã africana, Mariana Esteves chega a Luanda com a missão de ser um “alvo a ser batido”, mas também uma mentora. “A sensação é de que não posso falhar. Isso me dá um impulso para trabalhar e ser perfeita em tudo o que faço. Quero compartilhar conhecimentos, ajudar as colegas a lidar com o nervosismo e as dúvidas que todos os atletas sentem antes das competições”, revelou Mariana, que se mostrou encantada com a hospitalidade angolana.
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