Manaus testemunhou neste sábado (11) um capítulo memorável da história do judô amazonense. A Copa FEJAMA de Judô 2026 reuniu quase 300 atletas no Ginásio Renné Monteiro, consolidando a retomada oficial do calendário da modalidade no estado. Mas, entre combates e celebrações, foi a homenagem a uma lenda que roubou a cena e emocionou gerações.
Paula Borges, bicampeã dos Jogos da Juventude em 1997 e 1998, voltou a ser reverenciada como símbolo de excelência e inspiração. Hoje advogada, ela recebeu das mãos da Federação uma réplica do agasalho que vestiu no topo de um pódio nacional no final da década de 1990. O gesto não foi apenas uma lembrança: foi um resgate da memória coletiva do judô amazonense, um tributo à atleta que abriu caminhos e deixou marcas indeléveis no esporte.
Em suas palavras, Paula relembrou que o pódio é passageiro, mas os valores do tatame são eternos. Sua trajetória, que une conquistas esportivas e vida profissional, ecoa como exemplo de disciplina, resiliência e legado.
A homenagem, conduzida pelo interventor Raimundo Fortunato Júnior, reforçou a missão da FEJAMA de conectar passado, presente e futuro, mostrando aos jovens judocas que o caminho do tatame constrói histórias que transcendem competições.
Assim, a Copa FEJAMA não foi apenas um encontro de atletas, mas um palco de memória e inspiração. Entre os pequenos samurais que iniciaram o festival infantil e os veteranos que encerraram o dia, brilhou a lembrança de Paula Borges — prova viva de que o judô amazonense carrega em si não apenas força e técnica, mas também heróis que jamais serão esquecidos.
Por: D24am
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