domingo, 4 de janeiro de 2026

Que 2025 foi esse? Uma retrospectiva pessoal e do boletim OSOTOGARI


Estamos na primeira semana de 2026. E este foi o primeiro fim de semana em que estive literalmente de folga, depois de quase um ano. Quebrei essa condição para escrever um pouco sobre o ano de 2025 para o boletim OSOTOGARI.

E o título se resume a essa pergunta: Que 2025 foi esse?

Em 2025, já estava "aposentado" das aulas de judô há um ano. Não por falta de condições técnicas — afinal, sou judoca há mais de 50 anos — mas por limitações físicas, por conta da idade. Quando chegarem nesse mesmo cenário, entenderão perfeitamente.

Minhas coberturas fotográficas, minha paixão, tomaram um rumo inesperado. Fui para outras modalidades, muitas outras. Ainda assim, estive presente em algumas competições de judô estudantil e, principalmente, universitárias.

Fotograficamente falando, explorei novos caminhos e aprendizados. Isso sempre nos finais de semana, pois durante a semana minha atividade profissional é outra e exige dedicação em horário comercial — compromisso que respeito muito.

Quanto às matérias de judô no boletim, isso nunca deixei de fazer. E já deixo aqui um relato: nunca deixarei de escrever sobre judô no OSOTOGARI. Esse é um compromisso pessoal. Uma decisão minha — e não vou mudar de ideia.

Entre eventos de futebol, basquete, rugby, handebol, futsal, volei, corrida de rua, xadrez, sempre houve tempo para divulgar e escrever sobre judô, muito mesmo! Produzimos grande quantidade de material fotográfico em 2025, a grande maioria em outras modalidades esportivas, mas foram trabalhos excepcionais, profissionais e de muita qualidade. Uma experiência extraordinária. Um ano extraordinário.

A atuação presencial do boletim OSOTOGARI nos eventos de judô diminuiu, pelas razões já descritas. Mas as informações relevantes — com foco em ações, eventos, resultados e novidades — sempre fizemos questão de divulgar.

Nossa vantagem é que somos livres, verdadeiros e cumprimos o que propomos. Sempre foi assim e sempre será.

Em 2026, o boletim OSOTOGARI completará 17 anos de existência, resistência e resiliência. Começamos com uma linha editorial simples, sem maiores pretensões, mas aos poucos fomos crescendo no nosso nicho. Nos posicionamos organicamente como um blog de judô relevante, tanto pelos conteúdos publicados quanto pela liberdade que sempre tivemos para divulgar o judô. Uma longa jornada que está longe de terminar.

Nesse caminho, encontramos parceiros que nos apoiaram e, por inúmeras razões, seguiram outros rumos. Ciclos que se completaram. E nós seguimos em frente, encontrando novos parceiros que se identificam com nosso trabalho e passam a nos apoiar e acompanhar.

Querem saber de notícias sobre judô? Acessem o boletim OSOTOGARI. Todo dia tem novidade! Querem uma participação presencial do boletim em seu evento? Entrem em contato com antecedência, pois graças a Deus, estamos com a agenda repleta!

Desejamos que 2026 seja um ano repleto de saúde. Ela é a base para que tudo mais aconteça.

Até o próximo post.

Boletim OSOTOGARI

JUDÔ SOCIAL, ESTÁGIOS INTERNACIONAIS E CONQUISTAS MARCARAM A TEMPORADA 2025 DO PROJETO KIMONO DE OURO


A temporada 2025 foi marcada por resultados expressivos e experiências importantes para o Projeto Kimono de Ouro, reforçando o trabalho sério e contínuo desenvolvido ao longo dos anos dentro e fora dos tatames.

Durante o ano, a equipe participou de 55 eventos, entre competições e treinamentos em níveis internacional, nacional, estadual e regional, somando conquistas esportivas e oportunidades de desenvolvimento técnico para seus atletas.

No cenário internacional, o PKO esteve presente em estágios de alto nível no exterior, proporcionando vivências fundamentais para a evolução dos atletas. Nicoly Borges e Ana Moraes participaram de Estágio Internacional na Alemanha, França e Áustria, conhecendo o judô europeu. Na sequência, Pedro Firmino e João Pedro Lima realizaram Estágio Internacional em Portugal, e Caio Silas e Thiago Cruz encerraram o ciclo internacional com Estágio no Azerbaijão.

Além dos treinamentos, também se destacaram com resultados internacionais, Ana Moraes, que conquistou o título de campeã, enquanto Nicoly Borges ficou com a medalha de prata na Copa de Berlim colocando a equipe entre os principais nomes da competição.

Em nível nacional, a equipe manteve o protagonismo. Nicoly Borges foi Campeã da Seletiva Nacional, confirmando sua regularidade em competições decisivas. Letícia Camargo também teve uma temporada de grande destaque ao conquistar o tricampeonato do Meeting Sul-Brasileiro, além da medalha de prata no Campeonato Brasileiro Regional. Na mesma competição, Caio Silas e Isaac Nascimento garantiram medalhas de Bronze.

No âmbito estadual, o PKO seguiu entre as principais forças do judô paulista, com títulos e pódios em competições como Campeonato Paulista, Copa São Paulo, além de bons resultados em Seletivas Estaduais e Inter-regionais.

Somando todos os eventos disputados ao longo de 2025, a Mercadante conquistou 689 medalhas, sendo 282 de Ouro, 164 de Prata e 243 de Bronze, números que refletem a consistência e a qualidade do trabalho desenvolvido.

Além dos resultados esportivos, em 2025 a Mercadante atendeu mais de 900 crianças e adolescentes, por meio de seus projetos sociais, nas cidades de Araras/SP, Jaguariúna/SP, Indaiatuba/SP, Catalão/GO e Porto Alegre/RS, reforçando o compromisso com a formação cidadã por meio do esporte.

“Encerramos 2025 com muito orgulho das conquistas e das experiências vividas. Mais do que medalhas, seguimos formando atletas e cidadãos, certos de que estamos no caminho e prontos para os desafios de 2026”, destaca o coordenador do projeto, Marcos Mercadante.

Por: Associação Mercadante de Araras


sábado, 3 de janeiro de 2026

🔥 Retrospectiva Insana – Mundial de Judô Veteranos Frankfurt 2011 🔥


Este vídeo traz momentos marcantes do
Campeonato Mundial de Judô Veteranos, realizado em Frankfurt, em 2011, onde brilhou a presença de Rodrigo Motta – hoje faixa vermelha-e-branca, 7º DAN.

Na disputa individual até 73 kg, Rodrigo não alcançou a classificação final, mas deixou sua marca com um desempenho vibrante. O destaque fica para a luta registrada no minuto 1:13, um verdadeiro retrato da sua técnica e espírito guerreiro.

💥 Mas a história não parou aí. Representando o Brasil na competição por equipes, Rodrigo se juntou a outros judocas e, juntos, mostraram força e união. O resultado? Vice-campeonato mundial, conquistado com suor, disciplina e trabalho coletivo – uma prova de que o judô vai muito além do tatame individual: é sobre espírito de equipe e superação.

Por: ASCOM ICI

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