Com o fim do ano se aproximando, é hora de fazer um balanço de 2023. Para a Federação Portuguesa de Judô esta avaliação tem um ar festivo, uma vez que a organização celebrou este fim de semana o seu 64.º aniversário na presença de muitas personalidades, incluindo a secretária-geral do IJF, Dra. Lisa Allan.
domingo, 17 de dezembro de 2023
IJF: Parabéns F.P.J.!
Com o fim do ano se aproximando, é hora de fazer um balanço de 2023. Para a Federação Portuguesa de Judô esta avaliação tem um ar festivo, uma vez que a organização celebrou este fim de semana o seu 64.º aniversário na presença de muitas personalidades, incluindo a secretária-geral do IJF, Dra. Lisa Allan.
Instituto Reação é bronze no CBI Grand Prix Nacional de Judô
Na decisão pelo bronze, o clube emplacou três vitórias seguidas com Jéssica Pereira (57kg), Gabriel Falcão (73kg) e Gabrielle Ferreira (70kg). Pelo Paineiras do Morumby não ter atleta do +90kg na equipe, o 4 a 0 veio por fusen-gachi.
Esta foi a quarta medalha do Instituto Reação no Grand Prix Nacional misto, que começou a ser realizado em 2018. Na estreia, o Reação foi campeão; em 2019 foi prata; e, em 2022 e 2023, bronze.
Por: Assessoria de Imprensa da CBJ
Foto: Lara Monsores
Sogipa fatura o bronze do Grand Prix de Judô com vitória sobre Club Athletico Paulistano
“Fico feliz em poder ajudar minha equipe. A gente trabalha o ano todo com foco no Troféu Brasil e no Grand Prix. Pude fazer três lutas hoje e pude ganhar todas. Foi um resultado muito importante pra gente. Estou feliz e sou muito Sogipa”, comentou Gabriel Genro (73kg), um dos destaques da equipe na competição.
Sogipa 4 a 0 Paulistano
Contratada como reforço para o Grand Prix, Julia Henriques abriu o placar a favor dos gaúchos com ippon sobre Adryelli Faria. Em seguida, Gabriel Genro venceu Matheus Nolasco, também por ippon.
Aléxia Castilhos imobilizou Samara Oliveira e deixou a Sogipa a um ponto da vitória. Então, João Pedro Macedo venceu Marcos Santos por ippon e garantiu o bronze (e o churrasco) para o time gaúcho.
Nas eliminatórias, os sogipanos passaram por Jequiá (4 a 3), Umbra/Vasco (4 a 2) e só perderam para o Minas Tênis Clube (4 a 0), que foi o grande vencedor do Grand Prix.
A prata ficou com o Esporte Clube Pinheiros e o outro bronze foi para o Instituto Reação.
Por: Assessoria de Imprensa da CBJ
Foto: Lara Monsores
Minas vence Pinheiros e conquista, em casa, título inédito do CBI Grand Prix de Judô
Com emoção até a última luta, Esporte Clube Pinheiros e Minas Tênis Clube protagonizaram, neste sábado, umas das finais de Grand Prix mais espetaculares dos últimos anos. Lutando em casa e com o apoio da torcida na Arena UniBH, os mineiros bateram os atuais campeões pelo placar de quatro a três com definição de título na luta de desempate. Millena Silva venceu Karol Gimenes no sétimo combate e garantiu o ouro para o clube de Belo Horizonte.
Foi a primeira vez que o Minas conquistou o título da principal competição por equipes do país desde que a CBJ unificou o Grand Prix e adotou o modelo de equipes mistas para o evento. O Pinheiros conquistou os dois últimos e o Instituto Reação foi o campeão da primeira edição.
Final com emoção
A decisão começou com duas vitórias seguidas do Minas. Primeiro, no peso leve (57kg), Shirlen Nascimento venceu Larissa Pimenta, nas punições. Em seguida, Julio Koda Filho marcou um waza-ari contra Willian Lima e administrou até o fim.
O Pinheiros reagiu com a venezuelana Elvismar Rodriguez, reforço do clube paulista exclusivamente para o Grand Prix. Ela projetou Sarah Nascimento, marcou um waza-ari e emendou na imobilização.
Giovanni Ferreira (90kg) bateu Matheus Oliveira por waza-ari, no golden score, e igualou o placar. Dois a dois.
Mas, Millena Silva conseguiu vencer Karol Gimenes nas punições e recolocou o Minas em vantagem.
O Pinheiros, então, empatou com Rafael Buzacarini, que projetou Eduardo Bettoni no início da luta e administrou o waza-ari até o final.
Três a três e a definição foi para a luta de desempate. O sorteio colocou Millena e Karol de volta no tatame para definir o título e a atleta do Minas levou a melhor, conseguindo um waza-ari para levantar a arena.
“Nós merecemos demais e treinamos muito para isso. Há anos batemos na trave e quando minha categoria foi sorteada, eu sabia que tinha que dar meu máximo. Estou muito feliz de ser campeã em casa e agradeço a todos. Amo meu clube e essa equipe maravilhosa”, comemorou Millena.
Do lado do Pinheiros, apesar da derrota na final, o sentimento foi de dever cumprido e lições aprendidas.
“Ficar em segundo tem seu lado bom e ruim, né? Gostaria de parabenizar principalmente a equipe do Minas, eles fizeram uma ótima competição. Quero parabenizar os atletas do Pinheiros também, todos deram o máximo de si. Ficamos felizes pelo resultado, essa medalha significa algo bastante importante. Estamos no cenário nacional e é sempre bom ser visto subindo no pódio”, avaliou Giovanni Ferreira, o Pezão, um dos destaques do time na final.
CAMPANHAS
Para chegar à final, o Minas bateu Clube Paineiras do Morumby e a Sogipa por quatro a zero.
O Pinheiros, por outro lado, superou o Grêmio Náutico União e o Instituto Reação, também pelos placares de quatro a zero.
Os bronzes ficaram com a Sogipa e com o Instituto Reação, que venceram Club Athletico Paulistano e o Paineiras do Morumby, respectivamente.
sábado, 16 de dezembro de 2023
Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do judô brasileiro, recebe Troféu Adhemar Ferreira da Silva do PBO 2023
Toda grande história tem um começo. Se o judô brasileiro é respeitado no mundo todo e se tornou a modalidade que mais medalhas olímpicas deu ao Brasil, muito se deve a Chiaki Ishii.
O japonês naturalizado brasileiro foi o responsável por conquistar a primeira de 24 medalhas do judô em Jogos Olímpicos, o bronze em Munique 1972. Mas, além de ser pioneiro, o trabalho dele no dia a dia em sua já lendária academia na Lapa, em São Paulo, gerou outros medalhistas olímpicos como Walter Carmona e Rafael “Baby” Silva.
Por suas conquistas e seu legado no esporte olímpico brasileiro, o Sensei (mestre em japonês) foi o escolhido pelo Comitê Olímpico do Brasil para ser homenageado com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, oferecido aos atletas brasileiros que se destacaram e construíram um legado consistente e eterno.
“Eu me sinto honrado por fazer parte do grupo seleto de grandes atletas que fizeram história e contribuíram para o esporte olímpico brasileiro. Para mim é um orgulho ver o judô que antigamente era visto como Arte Marcial e Defesa Pessoal se transformar em um Esporte Olímpico que traz medalhas e esperanças ao Brasil. Faz sentido o ditado do Mestre Jigoro Kano ‘Seiryoku Zenyo’, que significa ‘o uso mais eficiente da força’ e ‘Jita kyoei’, que significa ‘princípio de prosperidade e bem estar mútuo’. Eu sempre tive como objetivo o crescimento do Judô no Brasil e esses ensinamentos, como forma de respeito ao próximo, eu sempre preguei ao longo da minha carreira”, disse Ishii.
Chiaki, que significa 1000 outonos, resolveu se mudar para o Brasil depois de uma grande desilusão esportiva. Perdeu a Seletiva japonesa para os Jogos Olímpicos de 1964, a primeira edição em que o judô seria disputado, para Isao Okano, que acabaria sendo campeão olímpico. Viajou por diversos países da América do Sul, mas resolveu parar no Brasil e virar caubói, inspirado nos filmes norte-americanos que via.
Chegou ao Brasil com apenas um judogi e precisou trabalhar na agricultura, mais precisamente numa colônia japonesa em Presidente Prudente, antes de mostrar suas habilidades na arte do “Caminho Suave”.
“Com apenas um judogi nas costas, treinei e lutei muito até conquistar a medalha de bronze olímpica”, contou Ishii, que também foi o primeiro brasileiro a ganhar medalhas em Mundiais de judô, com o bronze em Ludwigschafen, em 1971.
“Acredito que consegui apresentar aos brasileiros Judô, Sumô, esportes que fazem parte da cultura japonesa para os brasileiros. E, através da minha conquista e treinamentos, passar a confiança e fazer acreditar que se eu consegui ganhar a medalha nos Jogos Olímpicos, então todos podem. O segredo é treinar, se dedicar. Passar essa autoconfiança aos atletas das quais treinei como Aurélio Miguel, Walter Carmona e Rogério Sampaio e vê-los conquistando as medalhas olímpicas é um motivo de muito orgulho para mim. Assim como ver o Judô se tornar um dos esportes olímpicos mais praticados no Brasil. Vejo a minha contribuição desta maneira”, completou o mestre de 82 anos.
Depois de sair dos Jogos Olímpicos Montreal 1976 e Moscou
1980 sem medalhas, vieram quatro em Los Angeles 1984. E, claro, com uma ajuda de Ishii.
“Aos 18 anos, eu tinha a certeza de que seu conhecimento e método poderiam contribuir muito para o meu desenvolvimento. Mudei-me para sua academia na Lapa e foi nesse período que ocorreu meu maior aprimoramento técnico. Todos da minha geração buscavam igualar seu feito, mesmo ele já tendo chegado ao Brasil com uma bagagem da maior escola de judô do mundo, achávamos que esse feito estava cada vez mais próximo”, contou Walter Carmona, que também conquistou medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 1984 e foi o segundo brasileiro a subir ao pódio num Campeonato Mundial, com o bronze em Paris, em 1979.
Desde Los Angeles 1984, judocas brasileiros têm marcado presença no pódio, além de colecionarem conquistas em Campeonatos Mundiais e Jogos Pan-americanos, tanto no masculino quanto no feminino. E muito disso se deve ao “samurai brasileiro”.
“Sensei Ishii é patrimônio do esporte brasileiro, pioneiro e nossa base de referência. Ele permitiu aos futuros atletas continuarem sonhando. É um ídolo. Foi uma enorme referência para os meus técnicos e, consequentemente, para mim também. Sensei Ishii é a nossa base, ele precisa ser presente em todas as gerações”, completou Ketleyn Quadros, judoca que se tornou a primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha em esporte individual, o bronze em Pequim 2008.
Fonte: cob.org.br
Por: Assessoria de Imprensa da CBJ
Foto: Luiza Moraes/COB
sexta-feira, 15 de dezembro de 2023
Araras: Exame de Graduação 2023
Nesta segunda-feira (11), 67 alunos da Associação Marcos Mercadante de Judô fizeram o exame de graduação.
O evento contou com o prestígio dos pais e responsáveis dos alunos, o que contribuiu para um momento ainda mais especial para nossos pequenos.
As faixas simbolizam os ciclos de aprendizagem em que cada praticante se encontra. Eventos como este, onde a criança se sente realizada e reconhecida contribui ainda mais para a disposição do aprendizado e evolução através desse esporte.
“Estou muito feliz em ver a evolução dos nossos judocas. Parabenizo a todos pela troca das faixas e em especial aos pais pelo incentivo que dão aos seus filhos. Não tenho dúvidas que todos estão no caminho certo, o caminho do bem e da vitória, tanto dentro como fora dele do tatame”, destaca o mestre kodansha Marcos Mercadante.
Por: Associação Mercadante de Araras
Minas Tênis Clube e Esporte Clube Pinheiros lideram o quadro de medalhas do CBI Troféu Brasil de Judô
Nesta sexta, 15, segundo dia de competição, foram disputados os pesos mais pesados dos dois gêneros. Confira abaixo os resultados das finais:
81kg
O primeiro ouro do dia foi para o meio-médio João Pedro Macedo, da Sogipa, em uma final eletrizante com o carioca Pedro Medeiros, da Umbra-Vasco. Medeiros conseguiu projetar Macedo e marcar o waza-ari. Mas, na sequência da queda, João foi rápido na transição e finalizou Pedro com chave de braço.
Nos 70kg, Gabrielle Ferreira, do Instituto Reação, foi o grande destaque do dia, conquistando o título do Troféu Brasil com um ipponzaço na final sobre Aléxia Castilhos (Sogipa). Na semifinal, Gabi já tinha passado por Ellen Froner (Pinheiros), que recuperou de uma grave lesão no joelho e retornou às competições nesta sexta, no Troféu.
Os bronzes do 70kg foram conquistados por Sarah Nascimento (Minas Tênis Clube), que venceu Pamela Palma (Paulistano), e Eduarda Rosa (Grêmio Náutico União), que venceu Ellen Froner.
O ouro do peso médio masculino foi definido entre dois representantes da seleção brasileira em 2023, Marcelo Gomes (Flamengo) e Giovanni “Pezão” Ferreira (Pinheiros). Em luta tensa, o pinheirense conseguiu um waza-ari de vantagem e, na tática, forçou três punições a Marcelo.
Na final, Karol Gimenes (Pinheiros) e Millena Silva (Minas Tênis Clube) protagonizaram uma disputa intensa de pegadas até que a pinheirense conseguiu encaixar a técnica e marcou o waza-ari, no Golden score, para conquistar o ouro.
A decisão pelo título do meio-pesado foi o duelo caseiro entre os judocas do Minas Tênis Clube, Eduardo Bettoni e Kayo Santos. Mais experiente, Bettoni levou a melhor conseguindo uma projeção no último segundo do tempo regulamentar e, com waza-ari, conquistou a medalha de ouro.
Na disputa pelo ouro do pesado feminino, Giovanna Santos (Flamengo) levou a melhor sobre Kátia Alves (Grêmio Náutico União), forçando três punições à adversária.
Na última final do dia, o experiente Isaque Conserva (SESI) conseguiu um waza-ari em imobilização e administrou a vantagem até o fim para superar Thiago Palmini (Minas Tênis Clube)
Por: Assessoria de Imprensa da CBJ
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023
ASSISTA AO CBI TROFÉU BRASIL DE JUDÔ
ONDE ASSISTIR
A mais nova plataforma de transmissões no site CBJ engloba cinco áreas simultâneas no mesmo lugar e ainda dá acesso à súmula da competição, listagem de atletas, resultados e muito mais.
PROGRAMAÇÃO
A programação do Troféu tem, nesta quinta-feira (14), as disputas dos pesos -48kg; -52kg; -57kg; e -63kg, no feminino, e -60kg; -66kg e -73kg, no masculino. Já na sexta-feira (15), entram nos tatames da Arena UniBH os judocas dos pesos -70kg; -78kg; +78kg, no feminino, e -81kg; -90kg; -100kg e +100kg, no masculino.
As preliminares têm horário previsto para 9h (horário de Brasília), em ambos os dias, com as disputas por medalhas às 12h e 17h, na quinta, e às 13h30, na sexta.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
Atletas conhecem seus adversários no CBI Troféu Brasil de Judô
Os mais de 400 judocas participantes do CBI Troféu Brasil de Judô conheceram o caminho que terão pela frente no principal evento do calendário CBJ. Nesta quarta-feira (13), no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, a cerimônia do sorteio das chaves reuniu treinadores, árbitros e dirigentes da modalidade para as boas-vindas oficiais e últimas orientações sobre a competição.
“O Troféu é um evento diferenciado, já que além da quantidade de atletas, temos muita qualidade. Atletas da Seleção Brasileira defendem as bandeiras de seus clubes e isso, além de ser motivador para quem está começando, dá qualidade técnica à competição. Já o Grand Prix é o evento mais tradicional da CBJ, no que se refere a competição por equipes. Os clubes vêm com time de elite e todos querem ganhar”, disse a Gerente de Competições da CBJ, Thiara Bertoli.
A solenidade também contou com a presença do técnico da Seleção Brasileira de Judô, Kiko Pereira, que destacou a importância das competições para a competitividade nacional.
“Nós precisamos fomentar as competições nacionais. Quanto mais fortes forem as competições no Brasil, melhor nossos atletas vão preparados para fora. Eu espero muita competitividade e disputas acirradas. Tenho certeza que quem ganha com isso é o judô brasileiro”, expôs.
AGENDA
A programação do Troféu tem, na quinta-feira (14), as disputas dos pesos -48kg; -52kg; -57kg; e -63kg, no feminino, e -60kg; -66kg e -73kg, no masculino. Já na sexta-feira (15), entram nos tatames da Arena UniBH os judocas dos pesos -70kg; -78kg; +78kg, no feminino, e -81kg; -90kg; -100kg e +100kg, no masculino.
As preliminares têm horário previsto para 9h (horário de Brasília), em ambos os dias, com as disputas por medalhas às 12h e 17h, na quinta, e às 13h30, na sexta.
O site da CBJ e o Canal Brasil Judô, no YouTube, fazem gratuitamente a transmissão ao vivo de todos os combates do Troféu Brasil. Para quem estiver em Belo Horizonte e desejar marcar presença na competição, o valor da entrada é 1kg de alimento não perecível, exceto sal.
O Troféu Brasil e o Grand Prix Nacional de Judô integram o programa de Campeonatos Brasileiros Interclubes e são realizados pela Confederação Brasileira de Judô em parceria com o Comitê Brasileiro de Clubes e Minas Tênis Clube.
Por: Assessoria de Imprensa da CBJ