sábado, 4 de março de 2023
Edital de Convocação para assembleia geral ordinária do Instituto Educacional e Desportivo Douglas Vieira
Simplesmente JUDÔ #34 publicada! Confira.
sexta-feira, 3 de março de 2023
Bases para o Ranking Sul-Americano de Veteranos. Confira!
A Confederação Sul-Americana de Judô divulgou o documento onde apresenta a base para o início do Ranking Sul-Americano de Judô Veteranos.
Para que as competições estejam aptas a participar do Ranking Sul-americano de Veteranos, deverão ser informadas a coordenação de veteranos da Confederação Sul-americana de Judô.
Para participar do Ranking Sul-americano de Veteranos, oficial da CONFEDERAÇÃO SUL-AMERICANA DE JUDÔ, o atleta deve estar regular junto a federação de seu país e participar dos eventos oficiais na classe VETERANOS.
A partir do ano de 2023 o ranking iniciará zerado e conforme o atleta participar das competições oficiais comtempladas pelo ranking, terá seu nome e pontuação incluídas.
Clique aqui e confira o documento na íntegra.
Por: CSJ
Araras: Associação Mercadante recebe homenagem da 15ª Delegacia Regional Grande Campinas
Mais uma vez, a Associação Marcos Mercadante de Judô se colocou entre as principais equipes da 15ª Delegacia Regional da Grande Campinas. O mestre kodansha Marcos Mercadante participou, hoje (02), do Prêmio Melhores do Ano de 2022, cerimônia promovida pela 15ª Delegacia, em Atibaia.
Na ocasião, recebeu, em nome da Associação Marcos Mercante de Judô, um quadro de medalhas por ter sido a 2ª equipe que mais conquistou pontos nas competições organizadas pela Delegacia Regional da Grande Campinas, em 2022.
“É sempre uma satisfação competir nos torneios organizados pela 15ª Delegacia, região onde temos bons amigos e ótimos adversários dentro dos tatames, o que nos deixa muito felizes e lisonjeados”, celebra o mestre kodansha Marcos Mercadante.
Por: Associação Mercadante de Araras
quinta-feira, 2 de março de 2023
FIJ anuncia divisões de Idade dos Veteranos para 2023
quarta-feira, 1 de março de 2023
Maria Portela encerra carreira como atleta após 15 anos de seleção brasileira
Chegou a hora de Maria Portela pendurar o quimono. Aos 35 anos, a judoca decidiu concluir sua carreira competitiva e mirar novos desafios fora das competições. Foram 15 anos dedicados à seleção brasileira, com três participações olímpicas, dezenas de medalhas no circuito mundial e uma década entre as melhores do mundo no peso médio feminino (70kg).
“Eu vivi muito intensamente a minha carreira como atleta de alto rendimento e chegou o momento de encerrar essa etapa. Não ter conseguido o resultado no último Mundial, depois passar por lesões, cirurgia, os altos e baixos, enfim, um conjunto de situações que foram me levando a tomar essa decisão. Agora, eu vejo que preciso botar a faixa branca de novo e viver novos desafios”, explica Portela.
Os planos para o futuro já estão sobre a mesa e Maria garante que não vai se afastar do judô. O esporte transformou sua vida, lhe deu oportunidades e ela entende que é hora de retribuir e compartilhar tudo o que aprendeu nos tatames.
“Eu tenho muito a aprender, mas não quero sair de tudo o que esporte me proporcionou. Como atleta, é um dever repassar isso. Eu me vislumbro uma treinadora, por exemplo. Fiz, recentemente, um curso em coaching, uma mentoria que vai trabalhar as questões emocionais porque eu vivi esse processo como atleta, de saber como resolver os problemas internos para performar. Estou pronta para os desafios e muito motivada para o desconhecido. Isso me traz a certeza de que concluí o ciclo como atleta de alto rendimento”, conta.
Ciclo que se fecha com a judoca ainda entre as melhores do mundo mesmo sem competir desde dezembro de 2022, quando lutou o World Masters, em Jerusalém, sua última competição oficial pela seleção. Portela para como a melhor brasileira ranqueada no 70kg, ocupando a 13ª colocação a pouco mais de um ano para os Jogos de Paris. Mas, ela acredita que a categoria está bem encaminhada internamente com a nova geração chegando forte.
“Eu assisti à Ellen em Paris e torci por ela. O caminho está aberto, elas podem buscar essa vaga olímpica. Isso me trouxe tranquilidade. Mas, eu quero deixar claro para as pessoas que eu não estou desistindo, eu entendi que, para mim, o que entreguei até hoje está ok”, reflete.
Sabemos que o que Maria Portela fez com o judogi da seleção e da Sogipa, clube que defende desde 2010, foi muito mais do que “ok”. Sair de um projeto social de Santa Maria (RS) e tornar-se número um do mundo num esporte tão competitivo como o judô é algo de extraordinário, raro. Agora, o que ficam são as lembranças dessa jornada, dos momentos vitoriosos e daqueles que deixaram um grande aprendizado.
“As experiências olímpicas foram muito marcantes, tanto o mais dolorido, que foi Londres, quanto o que me trouxe a satisfação de dever cumprido, que foi Tóquio. Mas, o título do World Masters, pela forma como eu conduzi aquele dia, como eu controlei as emoções, foi muito marcante. O bronze no Grand Slam de Tóquio também, por ser o Grand Slam de Tóquio e por ter me dado ali a classificação para os Jogos do Rio”, enumera.
Maria Portela é sinônimo de garra, de determinação, de perseverança, de vibração, características que lhe renderam a alcunha de Raçudinha dos Pampas. Na seleção, ocupou lugar de liderança, sendo a capitã da geração mais vitoriosa do judô feminino do Brasil. Era dela, por exemplo, a responsabilidade de puxar o grito de guerra da equipe antes dos combates.
Seu legado para o judô brasileiro é enorme e suas conquistas seguirão inspirando novas gerações de atletas por muitos anos.
A CBJ agradece e parabeniza Maria Portela pela carreira brilhante, NOTA DEZ!
MUITO OBRIGADA, PORTELINHA!
PERFIL
Nome completo: Maria de Lourdes Mazzoleni Portela
Nascimento: 14/01/1988 - 35 anos
Nascimento: Júlio de Castilhos - Rio Grande do Sul
Início no judô: 9 anos, no projeto social Mãos Dadas, em Santa Maria, com a sensei Aglaia Pavani
Clubes: Projeto Futuro (SP) e Sogipa/RS (2010 - 2023), além de representar as cidades de Florianópolis e Joinville em competições regionais
Técnico atual no clube: Kiko Pereira
Participações olímpicas: Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020
Participações em Jogos Pan-Americanos: Guadalajara 2011 e Toronto 2015
Participações em Mundiais: Roterdã 2009, Tóquio 2010, Paris 2011, Rio 2013, Astana 2015, Budapeste 2017, Baku 2018, Tóquio 2019, Budapeste 2021 e Tashkent 2022.
Principais títulos:
- Ouro World Masters São Petersburgo 2017
- 2 medalhas em Mundiais por Equipes Feminina (1 prata e 1 bronze)
- 3 medalhas em Mundiais por Equipes Mistas (1 prata, 2 bronzes)
- 7 medalhas em Campeonatos Pan-Americanos (2 ouros, 3 pratas e 2 bronzes)
- 2 medalhas em Jogos Pan-Americanos (bronzes em Toronto/2015 e Guadalajara/2011)
- 11 medalhas em Grand Slam (t3 ouro, 3 pratas e 5 bronzes)
- 10 medalhas em Grand Prix (2 ouros, 3 pratas e 5 bronzes)
- 13 medalhas em Continental Open (1 ouro, 7 pratas e 5 bronzes)
- Tricampeã Mundial Militar (Rio de Janeiro/2011, Astana/2013 e Mungyeong/2015)
- Número 1 do Ranking Mundial IJF 2018
Judocas Atibaienses Participam de Cursos e Seminários de Arbitragem
No sábado, dia 25 de fevereiro, os treinadores Robson Greco (Árbitro Nacional C) e Paulo Ferraz Alvim Mühlfarth (Árbitro FIJ C), participaram do Seminário Estadual de Judô no Centro de Excelência de Judô, na cidade de São Bernardo do Campo – SP.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
Judô brasileiro retorna ao Uzbequistão para o Grand Slam de Tashkent
A Seleção Brasileira de Judô retorna aos tatames do Circuito Mundial IJF a partir desta sexta-feira (03), no Grand Slam de Tashkent. A capital uzbeque, que foi palco do último Campeonato Mundial, volta a receber a competição após dois anos e, com expectativa de reunir quase 500 atletas de 71 países, promete marcar o final de semana dos fãs de judô com combates de alto nível.
Beatriz Souza vence chinesa e é campeã do Open de Varsóvia, na Polônia
Atual vice-campeã mundial do peso pesado, Beatriz Souza estreou na temporada 2023, neste domingo, e faturou o título do European Open de Varsóvia, na Polônia, ao bater a chinesa Xu Shiyan na decisão. Ela não competia desde outubro do ano passado, quando conquistou a prata no Mundial do Uzbequistão e escolheu uma competição de nível menor para retornar ao Circuito Mundial após recuperar-se de uma lesão no cotovelo.
Bia é a número 5 do mundo na sua categoria (+78kg) e chegou ao Open como a melhor ranqueada. Venceu quatro lutas e confirmou o favoritismo ao superar a chinesa, número 10 do mundo, na final. Antes dela, a brasileira venceu Maria Hoellwart, da Áustria; Saba Hawa Camara, da França; e Kinga Wolsczak, da Polônia.
O Brasil ainda teve outras duas judocas nas disputas por medalhas em Varsóvia, neste final de semana.
No sábado, a novata Bianca Reis, que é a atual vice-campeã mundial juvenil (Sub-18), estreou em competições adultas aos 17 anos e mostrou que pode ser um dos nomes promissores do judô brasileiro no futuro. Chegou à disputa pelo bronze e a pouca experiência pesou em combate equilibrado com quase dez minutos de Golden score contra a alemã Seija Ballhaus, que ficou com a medalha.
No domingo, outra Beatriz, a Freitas, chegou à disputa pelo bronze do meio-pesado feminino (78kg) após boa campanha nas preliminares. Ela, que também representa a nova geração e é atual vice-campeã mundial júnior (Sub-21), acabou superada por Like Derks, da Holanda, por um waza-ari, na luta pelo terceiro lugar e ficou em quinto lugar.
Confira aqui os resultados de todos os brasileiros.
Por: Assessoria de imprensa da CBJ
domingo, 26 de fevereiro de 2023
CBJ divulga atualização do Calendário Anual de Eventos
A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) divulgou a atualização do Calendário Anual de Eventos de 2023.
sábado, 25 de fevereiro de 2023
Família de judoca faz campanha para arcar com os custos de competição na Holanda
Matheus é filiado a Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ) e prova que vencer desafios é uma questão de força de vontade e de muito incentivo.
Country Club Valinhos realiza reunião anual com pais de alunos do judô
Tradicionalmente, todo início de temporada do judô no Country Club Valinhos é marcado por uma reunião entre os pais e professores da modalidade.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023
ICI: 8º Simpósio Nacional de Lutas, Artes Marciais e Modalidades de Combate
Este estudo objetivou analisar como pais e/ou responsáveis compreendem o desenvolvimento de seus filhos (crianças de 7 a 14 anos) influenciadas pelos ensinamentos dos pilares do ICI - JUDÔ, tendo em vista atitudes cotidianas externalizadas ao Dojô (local para a prática de artes marciais japonesas). A presente pesquisa justifica-se pela relevância em compreender alguns elementos ligados à formação e desenvolvimento da personalidade infantil, com aprendizados, vivências e experiências oriundas da prática do Judô Infantil, sob a ótica de pais, mães e/ou responsáveis. Palavras-chave: artes marciais; Esportismo; Instituto Camaradas Incansáveis. *Como citar: MOYANO, Felipe Gimenes; MOTTA, Rodrigo Guimarães. Análise do desenvolvimento de atitudes comportamentais e sociais, influenciadas pelos pilares do Instituto Camaradas Incansáveis - Judô, atreladas ao Esportismo.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Judô brasileiro volta aos tatames neste final de semana, no European Open de Varsóvia
O judô brasileiro vai com uma delegação de 11 atletas para o European Open de Varsóvia, na Polônia, neste final de semana. Com quase 460 inscritos de 44 países, a competição marcará a volta aos tatames Beatriz Souza (+78kg) após vice mundial e também o primeiro compromisso internacional de jovens brasileiros que vêm se destacando em eventos internos, como Diego Ismael (60kg) e Chrystian da Silva (60kg).
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
Judô guineense recompensado
A Associação de Imprensa Desportiva da Guiné (APSG) organizou recentemente a apresentação da sua "Nimba de Ouro", que premeia o movimento desportivo guineense. A cerimônia aconteceu na sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023, em Conacri, capital do país. Nesta ocasião, o judô foi homenageado com a Federação Guineense de Judô sendo nomeada como a melhor federação esportiva para o ano de 2022, entre outras 40 federações esportivas nacionais.
O judô já tem uma longa história na Guiné, desde que chegou lá pela primeira vez em setembro de 1959. Demorou apenas alguns anos para ver a criação da federação nacional, em 3 de outubro de 1963. Em 5 de novembro de 1964, a federação foi filiada à União Africana de Judô, como membro fundador da organização. Desde então, o judô continuou a se desenvolver, permitindo que nosso esporte alertasse medalhas tanto nacional quanto internacionalmente.
24 dos 36 clubes afiliados estão localizados em escolas, como parte dos projetos IJF Judo in Schools. Este dinamismo exibido e assumido permitiu, portanto, que a Federação Guineense de Judô fosse designada a melhor federação nacional de desportos. Estão actualmente em curso outros projetos que permitirão ver os êxitos futuros. Viva o judô na Guiné e na África!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
CBJ divulga Regulamentação de Competição com Incentivo Esportivo do Comitê Brasileiro de Clubes
A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) divulgou a Regulamentação de Competição com Incentivo Esportivo do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), com soluções inovadoras para o desenvolvimento técnico-esportivo do Judô Brasileiro e incremento de competições incentivadas.






