O Brasil marcou presença com uma conquista especial: João Vitor Silva Ferreira garantiu a medalha de prata na categoria Nível Sênior 2 até 81 kg. Sua participação foi viabilizada graças a uma mobilização solidária que arrecadou recursos para custear as passagens aéreas até Lausanne, já que hospedagem, inscrição e alimentação estavam asseguradas pela Federação Internacional de Judô (FIJ).
Trajetória de João Vitor Ferreira
Campeão mundial em 2017 no Campeonato Mundial de Judô para pessoas com deficiência intelectual, vencendo todas as seis lutas por ippon.
Reconhecido como referência no judô adaptado, modalidade voltada a atletas com deficiência intelectual, paralisia cerebral e outras limitações cognitivas ou motoras.
Sua medalha em Lausanne reforça o papel do Brasil como protagonista na inclusão esportiva.
O significado da conquista
A prata de João Vitor Ferreira não é apenas um resultado esportivo. É um símbolo de:
Inclusão real, com atletas de diferentes condições competindo lado a lado.
Reconhecimento internacional, já que o Grand Slam deu visibilidade inédita ao judô adaptado.
Força da comunidade, que se uniu para viabilizar a presença do atleta brasileiro.
Legado para o judô adaptado
O Grand Slam de Lausanne mostrou que o judô é, de fato, para todos. A medalha de João Vitor Ferreira reforça que excelência esportiva e inclusão caminham juntas, inspirando novas iniciativas e abrindo portas para que mais atletas do judô adaptado brilhem em palcos internacionais.

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